Metalorgia e Metalomecânica

VSM – Value Stream Mapping (EGOSI)

O que é um sistema de Produção Lean e quais os seus benefícios;
Valor acrescentado e desperdício;
Os oito tipos de desperdício;
Técnicas e ferramentas Lean;
Definição de Value Stream Mapping;
Etapas do Value Stream Mapping;
Construção do Value Stream Mapping;
VSM Estado Atual;
VSM Estado Futuro;
Exercício Prático.

KPI – Definição e Gestão de Indicadores de Performance (EGOSI)

Identificação e criação de KPI’s
Diferença entre KPI’s operacionais e estratégicos
Como medir e a frequência a escolher
Ferramentas para tracking de KPI’s
Exemplos de KPI’s em áreas estratégicas
Negócio
Logística
Qualidade
Operações
Produção

Planeamento e Orquestração Operacional (EGOSI)

– Introdução à previsibilidade operacional e impacto na eficiência empresarial
– Fundamentos de forecasting: técnicas, boas práticas e aplicação prática com dataset real (hands-on)
– Do forecast ao S&OP: passos para integrar procura, capacidade e finanças
– Simulação de reunião Pre-S&OP com papéis atribuídos (roleplay)
– Benefícios e métricas de sucesso do S&OP: como medir e melhorar resultados
– Case study real: desafios, metodologia e ganhos obtidos

Gestão da Mudança Organizacional (EGOSI)

Introdução à Gestão da Mudança
Definições e conceitos-chave
Mudanças em ambientes industriais
Causas de falhas – desafios na mudança
Tipos de mudança: incremental vs transformacional
Modelos de Gestão da Mudança
Modelo de Kurt Lewin
Modelo de Kotter (8 passos)
Modelo ADKAR
Comparativo entre os modelos
O Fator Humano na Mudança
Resistência à mudança: causas e estágios
Estilos de liderança e sua influência
Cultura organizacional
Comunicação efetiva, envolvimento e compromisso
Planeamento e Implementação de Mudança
Diagnóstico e flash assessment
Criação de roadmaps
Indicadores de sucesso (KPIs)
Capacitação e comunicação em fases

Custeio Industrial (EGOSI)

Enquadramento e Princípios Gerais
Introdução ao tema
Importância do Custeio e Orçamentação
Definição de custos, proveitos e margens
Recursos e factores de produção
Contabilidade analítica e Custeio
Gestão do Desempenho com o Custeio
Reconhecimento da Organização
Caracterização da actividade e do modelo de negócio
Caracterização dos recursos
Caracterização dos processos de transformação
Caracterização de produtos e Serviços
Metodologia de recolha e tratamento de informação
Modelação de sistema de Custeio
Modelo de cálculo de custos de mão-de-obra
Modelo de cálculo de custos de operações
Modelo de cálculo para Custos de serviços e utilidades
Incorporação de Custos Financeiros e estruturais
Estruturação de modelo de cálculo
Exemplo prático
Orçamentação
Modelo de Orçamento
Critérios de risco e margem
Formação do preço
Emissão de proposta
Simulação de cenários
Controlo e Desempenho
Gestão da informação associada ao custeio
Metodologia da “Conta corrente de clientes”
Resultados económicos por produto / serviço
Mapas de indicadores de acompanhamento da actividade

Logística Industrial, Stocks e Armazéns (EGOSI)

Bloco 1 – Fundamentos e Estratégia Logística

Origem e evolução da logística industrial
Papel da logística na supply chain e nos custos operacionais
Funções logísticas: abastecimento, armazenagem, distribuição
Integração com produção, compras, qualidade e comercial
Externalização de serviços logísticos e logística inversa
Planeamento logístico: estratégico, tático e operacional
KPIs logísticos: OTIF, backlog, BTS, lead time, Fill Rate

Bloco 2 – Gestão de Stocks e Inventário

Tipos de stock: matéria-prima, segurança, ciclo, desacoplamento, obsoleto
Classificações: ABC, XYZ, FSN e combinação de critérios
Custos dos stocks: aquisição, posse, rutura, oportunidade
Determinação do lote económico (EOQ) e ponto de encomenda
Stock de segurança, lead time e consumo médio
Inventário físico: tipos (rotativo, anual, cíclico), quebras, desvios
Indicadores: cobertura de stock, rotação, acurácia, rutura

Bloco 3 – Aprovisionamento e Reabastecimento

Necessidades dependentes e independentes
Técnicas push vs pull
Sistemas de reaprovisionamento: contínuo, periódico, ponto de encomenda
Cálculo de parâmetros: lote económico, periodicidade, consumo
Tecnologias aplicadas: MRP (Material Requirements Planning), Kanban, Pull Flow
Efeito Bullwhip: causas, consequências e soluções
Modelos colaborativos: VMI, consignação, CRP, SOB, JIT

Bloco 4 – Gestão de Armazéns e Operação Física

Funções do armazém: receção, armazenamento, picking, packing, expedição
Layouts e fluxos típicos: zonas, corredores, picking path, otimização
Equipamentos: empilhadores, prateleiras, meios de transporte interno
Tipos de armazém (centralizado, descentralizado, automatizado)
Materiais especiais e perigosos: normas, segregação, segurança
Tecnologia: WMS (Warehouse Management System), RFID, geolocalização
Produtividade e 5S aplicados ao armazém
No final do curso os formandos ficam aptos a:
Dominar os conceitos essenciais da logística industrial e a sua articulação com outras funções;
Calcular e controlar parâmetros críticos de stock com ferramentas adequadas;
Planear e otimizar layouts de armazém com base em critérios operacionais e de segurança;
Aplicar boas práticas logísticas com recurso a tecnologias modernas;
Utilizar indicadores para melhorar a eficiência e a fiabilidade dos processos logísticos.

Gestão de Operações Industriais (EGOSI)

Gestão de operações (Introdução e conceitos)
O que é a gestão de operações?
Componentes da Gestão de operações
Âmbito da função Gestor de operações
Enquadramento da função “Gestor de operações” numa organização.
Exemplos de sistemas de operações
Objetivos da gestão de operações
Estratégia das Operações
Fatores de competitividade
Perspetivas na formulação da Estratégia de operações
Conceitos: Visão estratégica, missão, estratégia, tática,..
Fases da estratégia de operações
Medição da “Performance”
Exercício prático: Visão/Missão/Objetivos
Ciclo de vida dos produtos
Estratégias de fabrico
Planeamento e controlo de operações
Conceitos (Lead time, lote size, WIP, SS, BOM, MPS, MRP, ERP, CRP, Qee, Forecast, kanban, pull-flow, BTS..)
Planeamento longo prazo (planeamento agregado, plano mestre (MPS), BOM)
Planeamento médio prazo (MRP)
Planeamento curto prazo (programação, escalonamento
Alternativas ao modelo MRP (JIT, WLC, OPT)
Controlo de Produção
ERP – Abordagem integrada
Avaliação de desempenho
Medir para gerir
O porquê de avaliar o desempenho
Agentes envolvidos
Objetivos e medida (EVA ,BSC e EFQM)
KPI´S (diretos e relativos)
Produtividade, disponibilidade equipamentos, OEE, qualidade, BTS…
Pensamento lean na gestão de operações
As 7 formas de desperdício (Muda)
Princípios base do pensamento lean na gestão de operações
Breve introdução de conceitos – 5S, TPM, SMED´s, células de trabalho, Gestão da qualidade, VSM, Mura, Muri,..
Sistema Kanban / Pull flow
Como implementar o pensamento lean na gestão de operações, condições de sucesso, dificuldades

Gestão Estratégica de Projetos (PMBOK) (EGOSI)

Organização e Liderança

Funções do Gestor de projeto
Formação da equipa
Organização interna do Projeto
Patrocínio ao mais alto nível
Indicadores de avanço
Liderança e tomada de decisão
Comunicação
Gestão de conflitos
Planeamento, Programação e Controlo

Ciclo de vida de um Projeto
As fases de desenvolvimento de um Projeto
Fatores críticos de um Projeto
Objetivos e âmbito
Identificação de necessidades
Planeamento e PERT (caminho crítico)
Alocação de recursos
Orçamento e custos do projeto
Acompanhamento e controlo do projeto
Contratação, Negociação e Risco

Do concurso ao contrato
Definição de qualidade
Gestão do Projeto e Risco
Identificação de riscos
Determinação de impacto dos riscos
Controlo dos riscos
Plano de contingência
Negociação
Conclusão

Conclusão do projeto
Arranque em Produção (roll-out)
Avaliação de desempenho
Conteúdo Programático
Enquadramento dum Projeto em termos do processo de Gestão estratégica

Gestão Estratégica
Missão
Objetivos
Políticas
Planos
Orçamentos
Procedimentos
Métodos de avaliação e controlo
Plano Estratégico

Estratégia da Organização
Estratégia Divisional
Estratégia Funcional
Análise – Formulação – Implementação de uma Estratégia
Avaliação e controlo
Introdução à Gestão de um Projeto

Conceito de Projeto
Características dos projetos
Porque falham os projetos
Standards (PMBOK)
Condições de gestão dum projeto
O “cliente” e o Diretor de Projeto

O cliente do projeto
Missões e tarefas do Diretor de Projeto
Perfil do Diretor de Projeto
Formação requerida
Relações entre projectos e direções funcionais
O projeto e a estrutura

Implicações estruturais dos projetos
Organização matricial
Dependência funcional
Definição do projeto

Etapas do projeto
Análise de viabilidade e custo-eficácia
Estudo de rendibilidade do projeto
Planeamento e organização do Projeto

Objetivos do projeto
Descrição das actividades
Previsão de tempos e custos
Sistemas de programação e planificação
Distribuição de recursos
Documentação da organização do projeto
Técnicas e instrumentos de controlo

Acompanhamento do projeto
Modificações e seus limites
Controlo dos prazos
Dominar os prazos e satisfazer clientes
Avanço físico e conclusão de tarefas
Controlo de qualidade
Estimativa e controlo dos custos
Articulação dos custos e prazos
Gestão da informação
Organização da circulação de informação
O MS PROJECT como ferramenta de Gestão de Projetos

Definição do Projeto
Calendários
Definição do calendário base do projeto
Definição de calendários específicos para uma determinada tarefa ou um determinado recurso / intervenção
Replicação de um calendário de um projeto para outro
Planeamento inicial de um Projeto
Tarefas agrupadas em etapas
Duração de tarefas
Sequenciação de tarefas (precedências)
Tarefas recorrentes
“Milestones”
Determinação do(s) caminho(s) crítico(s)
Determinação das folgas
Tratamento PERT das atividades mais complexas
Tratamento PERT das atividades mais complexas
Custos de cada recurso (trabalho e material)
Unidades identificadoras de cada recurso material
Definição de calendários de trabalho para cada recurso
Alocação de recursos às tarefas
Partilha de recursos
Resolução de sobre-alocações e nivelamento de recursos
Definição do Baseline – Plano de Base – do projeto
Controlo de execução do projeto

Sessão de Abertura – O que Move as Operações (EGOSI)

Boas-vindas e enquadramento
Apresentação do seminário e objetivos da sessão.
Pergunta de arranque: “O que são operações para mim?”
O que move as operações – pilares essenciais
Valor para o cliente (tempo, custo, qualidade, flexibilidade, inovação).
Fluxos (materiais, informação, financeiros, pessoas).
Tecnologia e digitalização (automação, dados, IA, MES, IoT).
Sustentabilidade e ESG.
Pessoas e competências.
Dinâmica em grupo: “O motor das operações”
Análise de casos práticos dos participantes.
Identificação de fatores que moveram ou travaram as operações.
Apresentação em plenário.
Megatendências e desafios atuais
Globalização e resiliência das cadeias.
IA, gémeos digitais e operações baseadas em dados.
ESG, Net Zero e economia circular.
Novas competências e escassez de talento.
Integração com a especialização
Conexão dos pilares com o plano formativo.
Expectativas individuais dos participantes.
Fecho inspirador
Frase de síntese: “Operações são a arte de transformar recursos em valor.”
Palavra final dos participantes: “Para mim, operações significa…”

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