Desconhecido ou não Especificado

Marcação CE de Produtos (inclui produtos de construção)

– Marcação CE: Significado e Responsabilidade.
– Como obter a marcação CE.
– Identificar os requisitos aplicáveis a um determinado produto na UE.
– Interpretar o Regulamento UE nº 305/2011e outra Legislação associada à execução do Regulamento.
– Interpretar as Normas harmonizadas e outras Especificações Técnicas Harmonizadas.
– Módulos de Avaliação da conformidade | Regularidade do desempenho.
– Organização do dossier técnico.
– Marcação CE e Declaração de Conformidade | Declaração de Desempenho.

Marcação CE de Produtos (inclui produtos de construção)

– Marcação CE: Significado e Responsabilidade.
– Como obter a marcação CE.
– Identificar os requisitos aplicáveis a um determinado produto na UE.
– Interpretar o Regulamento UE nº 305/2011e outra Legislação associada à execução do Regulamento.
– Interpretar as Normas harmonizadas e outras Especificações Técnicas Harmonizadas.
– Módulos de Avaliação da conformidade | Regularidade do desempenho.
– Organização do dossier técnico.
– Marcação CE e Declaração de Conformidade | Declaração de Desempenho.

QRQC

-Introdução ao QRQC.
1. O que é o QRQC.
2. Os 3R.
3. Os 6 pontos-chave do QRQC.
-O Processo QRQC.
5. Deteção de problema.
6. Definir o problema.
7. Análise e identificação de Causa Raiz.
8. Identificação e implementação de Ações Corretivas.
9. Verificação da eficácia das ações corretivas.
10. Ações preventivas.
-QRQC case study.

Análise dos Sistemas de Medição

1. Sistema de Medição.
1.1. Planeamento do Sistema de Medição.
1.2. Impacto da variabilidade do Sistema de Medição no produto / processo.
2.Sistemas de medição por variáveis.
2.1. Estabilidade.
2.2. Tendência.
2.3. Linearidade.
3.Repetibilidade e Reprodutibilidade – váriaveis.
3.1.Sistemas Não-destrutivos.
3.2.Sistemas destrutivos.
3.3.R&R variáveis.
4.Sistemas de medição por atributos.
4.1.Método Kappa.

Gestão de cenários de crise e da continuidade do negócio

1ª sessão síncrona:
– Os Ciclos de gestão encurtados; Ecossistemas em disrupção; O Mundo é mesmo VUCA.
– Impactos na governação, nos sistemas de gestão, nas pessoas, nas práticas, na cadeia de valor, na relação com os stakeholders.
– A importância de dominar os conceitos de base da gestão de risco, de crise, de contingência e da continuidade do negócio.
– Práticas e normas de referência: ISO 22301, 22313, 22316, 22317, 22318, 22330, 22331; ISO 31000.
– Gestão de incidentes, gestão da capacidade, gestão da continuidade, gestão da disponibilidade, planeamento de alterações a serviços e a níveis de serviço.
– Um ponto de partida: a análise e a avaliação do risco e a gestão por cenários.
– Stakeholder journey – a importância de prever comportamentos em situação de crise.
– A análise de impacto no negócio.
– O plano de continuidade do negócio.
– Resumo da 1ª sessão; temas para reflexão até à 2ª sessão.
2ª sessão síncrona:
– Ferramentas para implementar a gestão da continuidade do negócio.
– Scanning, Elaboração, Cenarização e Decisão, Testar, Implementação e Avaliação, Aprendizagem e Inovação.
– O papel dos processos de inovação e as ferramentas de design thinking aplicados à continuidade do negócio.
– Empatizar e Insights; Ideação; Prototipagem; Testagem; Iteração incremental; Aprendizagem e Refinamento.
– Resumo da 2ª sessão; temas para reflexão após a formação.
– Conclusões e esclarecimento de dúvidas.

Seleção e Avaliação de Fornecedores – abordagem pelos novos referenciais normativos ISO 9001, ISO 14001 e ISO 45001

Enquadramento normativo.
Perspetiva das novas versões das normas de sistemas de gestão: ISO 9001, ISO 14001 e ISO 45001.
Avaliação e integração no Sistema de Gestão das necessidades e expectativas das partes interessadas.
Metodologias para a seleção de fornecedores.
Apresentação de metodologias para a avaliação de fornecedores. Vantagens e inconvenientes.
Realização de exercícios.

Otimização de Processos Produtivos na Indústria 4.0

– A Indústria 4.0 e as ferramentas de Melhoria Contínua.
– O sistema de Produção Lean Fundamentos.
– Pilares do Lean.
– Os 7 desperdícios.
– Princípios do pensamento Lean – Lean Thinking.
– O que é a indústria 4.0.
– Os 10 pilares da Indústria 4.0.
– A importância da optimização dos processos para valor, fluxo de valor, fluxo contínuo, produção puxada, melhoria contínua.
– Apresentação de case studies.

Legislação Segurança e Saúde no Trabalho

– Quadro legal em SST.
1. Legislação geral de SST.
2. Legislação de caráter específico e sectorial.
– Legislação HST.
1. Acidentes de trabalho e doenças profissionais.
2. Sinalização de segurança.
3. Agentes químicos.
4. Agentes biológicos.
5. Agentes físicos:
a. Iluminância.
b. Ambiente térmico.
c. Vibrações.
d. Ruído.
e. Radiações.
6. Segurança contra incêndios em edifícios.
7. Segurança de Máquinas.
8. Movimentação manual de cargas.
9. Equipamentos de proteção individual.
10. Atmosferas potencialmente explosivas (ATEX).
11. Prevenção de Acidentes Graves (Diretiva SEVESO III).
– Programas em SST.
1. Programa de medição e monitorização.
2. Programa de comunicações externas obrigatórias.
– Normalização em SST.
1.A NP 4397/2008 – Norma Portuguesa de Gestão de Sistemas da SST.
2. A ISO 45001:2018.
– Estruturas da SST nas empresas.
1. Os Representantes dos Trabalhadores para a SST na empresa (RT’s).
2. As Comissões de SST.
3. Os serviços de SST das empresas (externos e internos, comuns ou partilhados).
– Entidades oficiais ligadas à SST.
– Casos práticos.
1. Avaliação da conformidade legal na empresa.

Legislação Segurança e Saúde no Trabalho

– Quadro legal em SST.
1. Legislação geral de SST.
2. Legislação de caráter específico e sectorial.
– Legislação HST.
1. Acidentes de trabalho e doenças profissionais.
2. Sinalização de segurança.
3. Agentes químicos.
4. Agentes biológicos.
5. Agentes físicos:
a. Iluminância.
b. Ambiente térmico.
c. Vibrações.
d. Ruído.
e. Radiações.
6. Segurança contra incêndios em edifícios.
7. Segurança de Máquinas.
8. Movimentação manual de cargas.
9. Equipamentos de proteção individual.
10. Atmosferas potencialmente explosivas (ATEX).
11. Prevenção de Acidentes Graves (Diretiva SEVESO III).
– Programas em SST.
1. Programa de medição e monitorização.
2. Programa de comunicações externas obrigatórias.
– Normalização em SST.
1. A NP 4397/2008 – Norma Portuguesa de Gestão de Sistemas da SST A ISO 45001:2018.
– Estruturas da SST nas empresas.
1. Os Representantes dos Trabalhadores para a SST na empresa (RT’s).
2. As Comissões de SST.
3. Os serviços de SST das empresas (externos e internos, comuns ou partilhados).
– Entidades oficiais ligadas à SST.
– Casos práticos.
1. Avaliação da conformidade legal na empresa.

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