Enquadramento na Organização/Empresa

ISO 19011:2018 – Linhas de Orientação para Auditorias a Sistemas de Gestão (ONLINE)

METODOLOGIAS DE AUDITORIA
– Estrutura da ISO 19011: 2018 e relação com a série ISO 17021
– Definições e conceitos
– Tipos de auditorias: Internas, Clientes, Fornecedores, Processos, Produtos
– Gestão do Programa de auditorias
– Critérios para a qualificação de Auditores;
– Métodos de auditoria (processo–tipo de recolha e verificação de informação, amostragem, auditoria documental, auditoria vertical, entre outros);
– Etapas de uma auditoria

Gestão do Risco – Importância e Aplicabilidade à Luz da ISO 9001:2015 (ONLINE)

– Conceitos associados à gestão do risco e pensamento baseado no risco (ISO 9001:2015 e ISO 31000:2018)
– Análise do processo de Gestão do Risco – identificação das etapas e aplicação
– Metodologias / Técnicas / Ferramentas de Gestão do Risco
– Brainstorming
– Árvore de Falhas (FTA – Fault tree analysis)
– Reliability Centred Maintenance (RCM)
– Análise Modal de Falhas e Efeitos (FMEA – Failure Mode and Effect Analysis)
– Matriz de risco (consequência vs probabilidade)

Gestão dos Equipamentos de Medição e Monitorização (EMM’S) – Ref.ªEMM’S

CONCEITOS INTRODUTÓRIOS ASSOCIADOS À GESTÃO DE EQUIPAMENTOS
– Acreditação e outros reconhecimentos de entidades metrológicas
– Introdução aos conceitos principais do Vocabulário Internacional de Metrologia (VIM)
– Tipos de Metrologia (legal, científica e industrial)
– Breve abordagem à ISO 10012 “Measurement Management Systems”
ADEQUABILIDADE DOS EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO
– Requisitos de medição
– Definição de critérios de aceitação
– Calibração vs verificação metrológica
– Determinação das Periodicidade de calibração – Inicial e intervalos (1)
– Equipamentos sujeitos a calibração vs verificação (interna e externa)
– Adequabilidade dos equipamentos à especificidade das atividades de monitorização e medição realizadas na organização
CONFIRMAÇÃO METROLÓGICA
– Principais fontes de variação das medições (repetibilidade, reprodutibilidade, entre outros)
– Análise e aceitação de certificados de calibração e relatórios de ensaio
EXERCÍCIOS E CASOS PRÁTICOS

(1) OIML D10: Guidelines for the determination of calibration intervals of measuring instrument

Gestão da Manutenção – Ref.ª GM

MANUTENÇÃO INDUSTRIAL
– Conceitos de fiabilidade e manutenção
– Tipos de Manutenção (corretiva, preventiva e condicionada)
– Planos de Manutenção preventiva
INDICADORES DE DESEMPENHO
– OEE, custos de manutenção, MTBF, MTTR, disponibilidade
– Exercícios de aplicação dos indicadores de desempenho
FERRAMENTAS RCM (SAE JA1012), FME E ÁRVORE DE FALHAS (FTA)
– Objetivos e importância da aplicação das ferramentas RCM, FMEA, FTA
– Elaboração de FMEA e FTA
ANÁLISE DE RISCO DAS ATIVIDADES DE MANUTENÇÃO
– Importância da Gestão da Segurança na análise de risco das atividades de manutenção
– Utilização das ferramentas RCM e FMEA como instrumento de apoio à gestão do risco das atividades de manutenção
TPM – TOTAL PRODUCTIVE MAINTENANCE
– Conceitos de TPM
– Manutenção centrada na aplicação do TPM
EXERCÍCIOS E CASOS PRÁTICOS

Gestão da Manutenção – Ref.ª GM

MANUTENÇÃO INDUSTRIAL
– Conceitos de fiabilidade e manutenção
– Tipos de Manutenção (corretiva, preventiva e condicionada)
– Planos de Manutenção preventiva
INDICADORES DE DESEMPENHO
– OEE, custos de manutenção, MTBF, MTTR, disponibilidade
– Exercícios de aplicação dos indicadores de desempenho
FERRAMENTAS RCM (SAE JA1012), FME E ÁRVORE DE FALHAS (FTA)
– Objetivos e importância da aplicação das ferramentas RCM, FMEA, FTA
– Elaboração de FMEA e FTA
ANÁLISE DE RISCO DAS ATIVIDADES DE MANUTENÇÃO
– Importância da Gestão da Segurança na análise de risco das atividades de manutenção
– Utilização das ferramentas RCM e FMEA como instrumento de apoio à gestão do risco das atividades de manutenção
TPM – TOTAL PRODUCTIVE MAINTENANCE
– Conceitos de TPM
– Manutenção centrada na aplicação do TPM
EXERCÍCIOS E CASOS PRÁTICOS

ISO/IEC 17025:2017 – Operacionalizar a Transição – Ref.ª OTN17025-2

OS OBJETIVOS E OS NOVOS CONCEITOS INTRODUZIDOS NA ISO/IEC 17025:2017
PRINCIPAIS ALTERAÇÕES NOS REQUISITOS ISO/IEC 17025:2017
– Requisitos Gerais: Imparcialidade e Confidencialidade
– Requisitos Estruturais
– Requisitos de Recursos
– Requisitos dos Processos
– Requisitos do Sistema de Gestão
EXERCÍCIOS E CASOS PRÁTICOS

ISO/IEC 17025:2017 – Sistemas de Gestão da Qualidade Para Laboratórios – Ref.ª SGQ17025

CONCEITOS FUNDAMENTAIS DA QUALIDADE EM CONTEXTO DE LABORATÓRIOS: ACREDITAÇÃO VS CERTIFICAÇÃO
REQUISITOS DA ISO/IEC 17025 E EXEMPLOS DE APLICAÇÃO
– Requisitos Gerais
– Imparcialidade e Confidencialidade
– Requisitos estruturais
– Requisitos de Recursos
– Requisitos dos Processos
– Requisitos do Sistema de Gestão
– Opção A
– Opção B
– Anexo A – Rastreabilidade Metrológica
– Suportes do processo técnico para o pedido de acreditação – Guias IPAC
EXERCÍCIOS E CASOS PRÁTICOS

MSA – Measurement Systems Analysis – Ref.ª MSA

METODOLOGIA MSA
– Como determinar o sistema/equipamento candidato ao estudo MSA
– Planear o SM
– Variabilidade SM
– Variação de localização
– Variação de dispersão
– Variação do sistema
– Tipos e fontes de variação nos sistemas de medição
– Erros no SM
ESTUDOS DE AVALIAÇÃO DE SISTEMAS DE MEDIÇÃO POR VARIÁVEIS – Sistemas Replicáveis
– Determinação da Estabilidade
– Determinação do Desvio
– Determinação da Linearidade
– Determinação da Repetibilidade e reprodutibilidade (GR&R)
– Método da amplitude
– Método da média e amplitude ( X / R)
– Método de Análise de Variância (ANOVA)
ESTUDOS DE AVALIAÇÃO de SISTEMAS DE MEDIÇÃO POR ATRIBUTOS
– R&R por atributos (expedito e Cross-tab)
EXERCÍCIOS E CASOS PRÁTICOS

Lean Management – Ref.ª LEAN

PRODUTIVIDADE
– Conceito de produtividade
– Tipologia dos erros. Os 3M
– Identificação de tempos produtivos e não produtivos (tempo de ciclo, tempo disponível de produção, tempos de paragem e outros tempos não produtivos)
– Conceito de receita implícita
– Estratégias para potenciar a produtividade e competitividade
INTRODUÇÃO AO LEAN MANAGEMENT
– Princípios, benefícios e risco da filosofia LEAN
– Flow shop versus Job shop
– Sistemas Push e Pull
– Just-in-Time teórico e aproximação por adaptação dos SATI
– Identificação dos 7+2 desperdícios e definição de ações mitigadoras
– Exercício prático (aplicação dos conceitos em contexto laboral – definição de plano de ações)
FERRAMENTAS LEAN MANAGEMENT
– Apresentação de conceitos e exemplos de aplicação das ferramentas: 10+4 S; Padronização do trabalho; GEMBA; Just-in-Time; Kanban simples e Kanban Lote; KAIZEN; Poka-Yoke; Gestão Visual; TPM; SMED; Milk Run; Balanceamento uniforme dos postos/linhas; Indicadores KPI.
– Conceito de ISO INOVAÇÃO
– Aplicação das ferramentas LEAN MANAGEMENT em casos práticos
EXERCÍCIOS E CASOS PRÁTICOS

IATF 16949:2016 – Sistemas de Gestão da Qualidade e Core Tools – Ref.ª SGQ16949

OBJETIVOS E PRINCÍPIOS DA IATF 16949: ENQUADRAMENTO HISTÓRICO E EVOLUTIVO DO REFERENCIAL
REQUISITOS IATF 16949:2016 – ANÁLISE DE REQUISITOS NO CONTEXTO DA IATF 16949
– Conceitos: termos e definições para a indústria automóvel
– Contexto da Organização
– A análise de contexto organizacional, expectativas das partes interessadas e pensamento baseado no risco
– a abordagem de processos: conformidade de processos e de produto
– a abordagem da gestão do risco e das oportunidades no SGQ, como base para o alinhamento à IATF 16949:2016
– Planeamento
– Liderança
– Suporte
– Operacionalização
– Avaliação do desempenho
– Melhoria
ABORDAGEM ÀS PRINCIPAIS FERRAMENTAS (METODOLOGIAS) DA INDÚSTRIA AUTOMÓVEL (CORE TOOLS)
IDENTIFICAÇÃO DE OPORTUNIDADES DA INTEGRAÇÃO DAS METODOLOGIAS E PRÁTICAS RECOMENDADAS PELA IATF 16949
– APQP – Advanced Product Quality Planning, Planeamento Avançado da Qualidade do Produto
– PPAP – Production Part Approval Process, Processo de Aprovação do Produto)
– 8D – Eight Disciplines of Problem Solving e 5 Why’s
– FMEA – Failure mode and effects analysis, Análise modal de falhas e efeitos
– Plano da Qualidade
DEFINIÇÃO DO PLANO DE IMPLEMENTAÇÃO DA IATF 16949
– Regras IATF
– A etapa de Avaliação: auto-avaliação/gap analysis; auditoria(s) interna(s); fontes de informação relevantes quanto ao grau de cumprimento de requisitos de clientes, entre outros
EXERCÍCIOS E CASOS PRÁTICOS

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