Outras formações modulares inseridas no Catálogo Nacional de Qualificações, no quadro da formação continua

UFCD 9821 – Produtos financeiros básicos

• Depósitos à ordem vs. depósito a prazo
Remuneração e liquidez
Características dos depósitos a prazo: remuneração (conceitos de TANB, TANL, TANB média), reforços e mobilização
O fundo de garantia de depósito
• Cartões bancários: cartões de débito, cartões de crédito, cartões de débito diferido, cartões mistos
• Tipos de crédito bancário: crédito à habitação, crédito pessoal, crédito automóvel (clássico vs leasing), cartões de crédito, descobertos bancários
Principais características: regime de prestações, regime de taxa, crédito revolving
Conceitos: montante do crédito, prestação, taxa de juro (TAN), TAE e TAEG
Custos do crédito: juros, comissões, despesas, seguros e impostos
• Tipos de seguros: automóvel (responsabilidade civil vs. danos próprios), acidentes de trabalho, incêndio, vida, saúde
Principais características: seguros obrigatórios vs seguros facultativos, coberturas, prémio, declaração do risco, participação do sinistro, regularização do sinistro (seguro automóvel), cessação do contrato
Conceitos: apólice, prémio, capital seguro, multirriscos, tomador do seguro vs segurado, franquia, período de carência, princípio indemnizatório, resgate, estorno; e no âmbito do seguro automóvel: carta verde, declaração amigável, certificado de tarifação, indemnização direta ao segurado
• Tipos de produtos de investimento: ações, obrigações, fundos de investimento e fundos de pensões
Receção e execução de ordens
Registo e depósito de Valores Mobiliários
Consultoria para investimento
• Contratação de serviços financeiros à distância: internet, telefone
• Direitos e deveres do consumidor financeiro
Entidades reguladoras das instituições financeiras
Legislação de proteção dos consumidores de produtos e serviços financeiros
Direito a reclamar e formas de o fazer
Direito à informação pré-contratual, contratual e durante a vigência do contrato (e.g. Preçários, Fichas de Informação Normalizadas, minutas de contratos, cópias do contrato e extratos)
Dever de prestação de informação verdadeira e completa
• A aquisição de produtos financeiros como um contrato entre a instituição financeira e o consumidor
• Precaução contra a fraude
Instituições autorizadas a exercer a atividade
Fraudes mais comuns com produtos financeiros (e.g. phishing, notas falsas,
utilização indevida de cheques e cartões) e sinais a que deve estar atento
Proteção de dados pessoais e códigos
Entidades a que deve recorrer em caso de fraude ou de suspeita de fraude.

UFCD 6559 – Comunicação na prestação de cuidados de saúde

O processo de comunicação
o Conceito e tipos de comunicação
o Elementos básicos da comunicação
o Fatores que interferem na comunicação: barreiras
o Regras para uma comunicação eficaz
– Particularidades e vantagens do perfil assertivo
– Empatia
– Escuta ativa/escuta dinâmica
– As técnicas de comunicação
o Técnicas de comunicação perante comportamentos agressivos
o Técnicas de comunicação para lidar com a ansiedade dos outros
o Técnicas para manter uma comunicação eficaz com interlocutores em conflito
o Técnicas de comunicação em situações de agonia e sofrimento
– A comunicação no atendimento telefónico em serviços de saúde
o Características
Os elementos chave no atendimento telefónico (o encaminhamento da chamada e a prestação do serviço informativo)
o O atendimento telefónico como imagem do organismo e da qualidade de serviço
o Técnicas para manter uma comunicação telefónica eficaz
o Momentos críticos no atendimento telefónico
o A resolução de casos típicos de atendimento telefónico
– A comunicação no atendimento presencial em serviços de saúde
o Características
o Os elementos chave no atendimento presencial (receção e encaminhamento)
o O atendimento presencial como imagem do organismo e da qualidade de serviço
o Técnicas para manter uma comunicação eficaz com utente
o Momentos críticos no contacto com o utente
o A resolução de casos típicos de atendimento presencial
– Tarefas que em relação a esta temática se encontram no seu âmbito de intervenção
o Tarefas que, sob orientação de um profissional de saúde, tem de executar sob sua supervisão direta
o Tarefas que, sob orientação e supervisão de um profissional de saúde, pode executar sozinho/a
o Tipo de informação que pode prestar na interação com o utente, cuidador e família

UFCD 6557 – Rede Nacional de Cuidados de Saúde

• Perspectiva histórica da Rede Nacional de Cuidados de Saúde
• A Política de saúde
Principais orientações europeias em matéria de saúde: estratégias e orientações da Organização Mundial de Saúde
A Política Nacional de Saúde: estratégias e orientações
– Indicadores de saúde
A Lei de Bases da Saúde: os direitos e deveres do utente que recorre aos serviços de saúde
– Os Direitos do utente que recorre aos serviços de saúde
– Ser tratada com respeito pela dignidade e integridade humana
– Ser respeitada nas suas convicções culturais filosóficas e religiosas
– Ter acesso a cuidados apropriados ao seu estado de saúde e situação psicossocial (promoção da saúde/Prevenção da doença, tratamento, reabilitação, cuidados continuados, cuidados em fim de vida)
– Ter privacidade na prestação de todo e qualquer cuidado ou serviço
– Ver garantida a confidencialidade de dados associados ao seu processo clínico e elementos identificativos que lhe dizem respeito
– Ter direito à informação que abone a favor de uma melhor prestação de serviços
– Poder apresentar sugestões e reclamações
– Os deveres do doente que recorre aos serviços de saúde
– Regime legal da responsabilidade civil e penal por danos em saúde
Humanização na prestação de cuidados de saúde
– O cidadão como figura central do Sistema de Saúde
– A vulnerabilidade da pessoa humana
– A doença versus cuidados básicos de saúde
– O contacto com a dor
– A relação com o doente terminal
A interculturalidade na saúde
– Mitos e factos sobre (I) migração
– Saúde, Imigração e diversidade cultural
O género no acesso a cuidados de saúde
• Sistema, subsistemas e seguros de saúde
O Sistema Nacional de Saúde
O Serviço Nacional de Saúde (SNS)
Os Sistemas de seguros de saúde
• Serviços e estabelecimentos do Sistema Nacional de Saúde em Portugal
Estruturas do Ministério da Saúde
– Serviços Centrais
– Serviços Regionais
– Institutos Públicos
– Grupos de Missão
– Outros
A Rede Nacional dos Cuidados de Saúde
– Cuidados Diferenciados
– Conceito e filosofia de actuação
– Modelo de cuidados e intersectorialidade
– Composição da Rede hospitalar
– Cuidados primários
– Conceito e filosofia da Rede de Cuidados primários
– Criação e implementação
– Modelo de cuidados e intersectorialidade
– Composição da Rede
– Cuidados continuados/integrados
– Conceito e filosofia da Rede de Cuidados continuados integrados
– Criação e implementação
– Modelo de cuidados e intersectorialidade
– Composição da Rede: equipas coordenadoras, unidades e equipas prestadoras e hospitalares
– Cuidados paliativos
– Conceito e filosofia da Rede
– Modelo de cuidados e intersectorialidade
A articulação entre as diferentes estruturas do Sistema Nacional de Saúde em Portugal: circuitos e modelo operativo
• Outros prestadores que intervêm no domínio da Saúde
Segurança Social
Sector Privado
Poder Local
Articulação intersectorial entre as estruturas/ organismos do Sistema Nacional de Saúde e outros prestadores que também intervêm no domínio da saúde
As novas áreas de abordagem aos cuidados de saúde
– Linhas de atendimento telefónico
– Sítios na Internet de aconselhamento e apoio
• Ambiente e cultura organizacional: noções gerais nas instituições de saúde

UFCD 6560 – Comunicação na interação com o utente, cuidador e/ou família

– A comunicação na interação com o utente, cuidador e/ou família
A comunicação na interação com indivíduos em situações de vulnerabilidade
A comunicação na interação com indivíduos com alterações de comportamento:
– Agressividade
– Agitação
– Conflito
A comunicação na interação com indivíduos com alterações ou perturbações mentais
– A comunicação na interação com o utente com alterações sensoriais
A comunicação não verbal
Outras linguagens
– Comunicação e Interculturalidade em saúde
Barreiras interculturais na comunicação
Mitos e factos sobre saúde e (i)migração
– A Comunicação e o Género em saúde
– A comunicação na interação com populações mais vulneráveis
– Tarefas que em relação a esta temática se encontram no âmbito de intervenção do/a Técnico/a Auxiliar de Saúde
Tarefas que, sob orientação de um profissional de saúde, tem de executar sob sua supervisão direta
Tarefas que, sob orientação e supervisão de um profissional de saúde, pode executar sozinho

UFCD 8536 – Culturas de framboesa, mirtilo, amora e groselha

• Culturas de framboesa, mirtilo, amora e groselha
Importância económica e regiões de maior produção
Principais países produtores e consumidores
• Exigências edafoclimáticas
Fatores climáticos – temperaturas, humidade relativa, luminosidade, dióxido de carbono
Solo – textura/estrutura, drenagem, pH, salinidade
Fatores topográficos
• Morfologia e fisiologia
• Ciclo vegetativo e reprodutivo
• Principais cultivares e porta enxertos, características e critérios de seleção
• Instalação da cultura
Sistemas de cultivo – ar livre e sob abrigo, no solo e sem solo
Abrigos materiais, coberturas, dimensões e instalação
Escolha do local e época
Instalação do sistema de forçagem e rega
Rega e drenagem
Preparação do solo/substrato
Compasso, marcação e piquetagem
Disponibilidade de água
Fertilização
Plantação – Escolha, preparação das plantas e formas de plantação
Instalação do sistema de tutoragem
Propagação – Tipos e métodos de propagação, colheita e conservação de material vegetativo
Sistemas de condução – podas de formação e intervenções em verde
• Condicionamento ambiental dos abrigos
• Manutenção e condução da cultura
Cuidados pós-plantação
Fertilização
Rega e fertirrigação
Amanhos culturais – retancha, poda e enxertia e controlo de infestantes
• Proteção integrada das culturas de framboesa, mirtilos, amora e groselha
Inimigos das culturas – pragas, doenças e infestantes
Estimativa de risco e nível económico de ataque (NEA)
Meios de luta a utilizar – diretos e indiretos
Luta química – produtos fitofarmacêuticos (PF) permitidos em proteção integrada de framboesa, mirtilo, amora e groselha
– Enquadramento legislativo
– Critérios adotados na seleção de PF
– Substâncias ativas e respetivos produtos comerciais permitidos
Auxiliares e efeitos secundários dos PF
– Grupos de artrópodes auxiliares mais importantes
– Efeitos secundários das substâncias ativas e dos respetivos PF
Guia de proteção integrada das culturas
Redução do risco no armazenamento e na aplicação de PF para o consumidor, para o ambiente, as espécies e os organismos não visados e o aplicador
Máquinas de aplicação de PF e equipamentos de proteção individual (EPI)
Inspeção e calibração das máquinas de aplicação
Operações de proteção das culturas – culturais, biológicas, biotécnicas e químicas
Caderno de campo
• Colheita, normalização, embalagem e conservação
Épocas de colheita
Fisiologia da maturação
Métodos de colheita, conservação dos frutos e controlo de qualidade
Equipamentos e materiais de colheita
Normas de acondicionamento, normalização, tipo de embalagens e cuidados a ter no transporte
Perdas pós-colheita
• Comercialização de framboesa, mirtilo, amora e groselha – mercados, circuitos, logística e normas regulamentares
• Boas práticas de segurança e saúde no trabalho

UFCD 8536 – Culturas de framboesa, mirtilo, amora e groselha

– Culturas de framboesa, mirtilo, amora e groselha
Importância económica e regiões de maior produção
Principais países produtores e consumidores
– Exigências edafoclimáticas
Fatores climáticos – temperaturas, humidade relativa, luminosidade, dióxido de carbono
Solo – textura/estrutura, drenagem, pH, salinidade
Fatores topográficos
– Morfologia e fisiologia
– Ciclo vegetativo e reprodutivo
– Principais cultivares e porta enxertos, características e critérios de seleção
– Instalação da cultura
Sistemas de cultivo – ar livre e sob abrigo, no solo e sem solo
Abrigos materiais, coberturas, dimensões e instalação
Escolha do local e época
Instalação do sistema de forçagem e rega
Rega e drenagem
Preparação do solo/substrato
Compasso, marcação e piquetagem
Disponibilidade de água
Fertilização
Plantação – Escolha, preparação das plantas e formas de plantação
Instalação do sistema de tutoragem
Propagação – Tipos e métodos de propagação, colheita e conservação de material vegetativo
Sistemas de condução – podas de formação e intervenções em verde
– Condicionamento ambiental dos abrigos
– Manutenção e condução da cultura
Cuidados pós-plantação
Fertilização
Rega e fertirrigação
Amanhos culturais – retancha, poda e enxertia e controlo de infestantes
– Proteção integrada das culturas de framboesa, mirtilos, amora e groselha
Inimigos das culturas – pragas, doenças e infestantes
Estimativa de risco e nível económico de ataque (NEA)
Meios de luta a utilizar – diretos e indiretos
Luta química – produtos fitofarmacêuticos (PF) permitidos em proteção integrada de framboesa, mirtilo, amora e groselha
– Enquadramento legislativo
– Critérios adotados na seleção de PF
– Substâncias ativas e respetivos produtos comerciais permitidos
Auxiliares e efeitos secundários dos PF
– Grupos de artrópodes auxiliares mais importantes
– Efeitos secundários das substâncias ativas e dos respetivos PF
Guia de proteção integrada das culturas
Redução do risco no armazenamento e na aplicação de PF para o consumidor, para o ambiente, as espécies e os organismos não visados e o aplicador
Máquinas de aplicação de PF e equipamentos de proteção individual (EPI)
Inspeção e calibração das máquinas de aplicação
Operações de proteção das culturas – culturais, biológicas, biotécnicas e químicas
Caderno de campo
– Colheita, normalização, embalagem e conservação
Épocas de colheita
Fisiologia da maturação
Métodos de colheita, conservação dos frutos e controlo de qualidade
Equipamentos e materiais de colheita
Normas de acondicionamento, normalização, tipo de embalagens e cuidados a ter no transporte
Perdas pós-colheita
– Comercialização de framboesa, mirtilo, amora e groselha – mercados, circuitos, logística e normas regulamentares
– Boas práticas de segurança e saúde no trabalho

UFCD 2892 – Língua inglesa – agro-turismo

– Léxico profissional
– Vocabulário geral e específico à profissão no atendimento e informação turística
Acolhimento/atendimento do cliente em espaço rural
Prestação de informação turística
Prestação de outro tipo de informação (ex.: gastronomia)

UFCD 6559 – Comunicação na prestação de cuidados de saúde

• O processo de comunicação
Conceito e tipos de comunicação
Elementos básicos da comunicação
Fatores que interferem na comunicação: barreiras
Regras para uma comunicação eficaz
– Particularidades e vantagens do perfil assertivo
– Empatia
– Escuta ativa/escuta dinâmica
• As técnicas de comunicação
Técnicas de comunicação perante comportamentos agressivos
Técnicas de comunicação para lidar com a ansiedade dos outros
Técnicas para manter uma comunicação eficaz com interlocutores em conflito
Técnicas de comunicação em situações de agonia e sofrimento
• A comunicação no atendimento telefónico em serviços de saúde
Características
Os elementos chave no atendimento telefónico (o encaminhamento da chamada e a prestação do serviço informativo)
O atendimento telefónico como imagem do organismo e da qualidade de serviço
Técnicas para manter uma comunicação telefónica eficaz
Momentos críticos no atendimento telefónico
A resolução de casos típicos de atendimento telefónico
• A comunicação no atendimento presencial em serviços de saúde
Características
Os elementos chave no atendimento presencial (receção e encaminhamento)
O atendimento presencial como imagem do organismo e da qualidade de serviço
Técnicas para manter uma comunicação eficaz com utente
Momentos críticos no contacto com o utente
A resolução de casos típicos de atendimento presencial
• Tarefas que em relação a esta temática se encontram no seu âmbito de intervenção
Tarefas que, sob orientação de um profissional de saúde, tem de executar sob sua supervisão direta
Tarefas que, sob orientação e supervisão de um profissional de saúde, pode executar sozinho/a
Tipo de informação que pode prestar na interação com o utente, cuidador e família

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