UFCD 6559 – Comunicação na prestação de cuidados de saúde
Enquadramento
Objetivos Gerais
Objetivos Específicos
Conteúdo Programático
Metodologia
Avaliação
Certificação
Recursos e Materiais
Documentação Necessária
Sessões e Ações de Formação
Enquadramento
Apesar dos progressos alcançados nas últimas décadas, no que respeita à qualificação dos portugueses, persiste ainda uma grande carência ao nível da educação, formação e qualificação da população ativa em geral, fenómeno que limita o potencial de inovação e competitividade da economia em Portugal.
Pretendemos, portanto, através da presente formação aumentar a base formativa qualificante dos formandos, nomeadamente, ativos empregados e desempregados, promovendo o seu (re)ingresso no mercado de trabalho.
Note-se também que, um dos pilares do Programa XXI Governo Constitucional e do Programa Nacional de Reformas diz respeito ao alargamento da Qualificação dos Portugueses.
Todos(as) os(as) profissionais que, no exercício das funções que exercem ou que venham a exercer pretendam aumentar os seus conhecimentos e competências ou que tenham interesse nesta área de formação.
– Idade: igual ou superior a 18 anos;
– Habilitações Académicas:
– Igual ou superior ao 9º ano (3º ciclo do ensino básico)
CONDIÇÕES DE ACESSO A FORMAÇÕES MODULARES FINANCIADAS
A) Tipologia da Operação: 1.08 Formação modular para empregados e desempregados
EMPREGADOS:
a) Habilitações Académicas
– Sem restrições (Saber ler, escrever e interpretar um texto)
b) Situação face ao emprego: Trabalhar por conta de outrem ou por conta própria
DESEMPREGADOS:
a) Habilitações Académicas
– Habilitações iguais ou superiores ao 12º ano
b) Situação face ao emprego: Desempregados não DLD (Desempregados de Longa
Duração)
B) Tipologia da Operação: 3.03 Formação modular para DLD
DLD – Desempregados de Longa Duração
a) Habilitações Académicas
– Sem restrições (Saber ler, escrever e interpretar um texto)
b) Estar inscrito(a) no IEFP num período igual ou superior a 12 meses
NDLD – Não Desempregados de Longa Duração
a) Habilitações Académicas
– Habilitações inferiores ao ensino secundário
b) Estar inscrito(a) no IEFP num período inferior a 12 meses
Objetivos
– Caracterizar as diferentes técnicas de comunicação de acordo com o tipo de interlocutor.
– Identificar o tipo de informação que pode prestar no seu âmbito de intervenção.
– Explicar que as tarefas que se integram no seu âmbito de intervenção terão de ser sempre executadas com orientação e supervisão de um profissional de saúde.
– Identificar as tarefas que têm de ser executadas sob supervisão direta do profissional de saúde e aquelas que podem ser executadas sozinho.
– Aplicar técnicas de comunicação no atendimento telefónico em serviços de saúde.
– Aplicar técnicas de comunicação na interação com o utente no atendimento presencial em serviços de saúde.
– Explicar a importância de adequar a sua ação profissional a diferentes públicos e culturas.
– Explicar a importância de adequar a sua ação profissional a diferentes contextos institucionais no âmbito dos cuidados de saúde.
– Explicar a importância da cultura institucional no agir profissional.
– Explicar a importância de comunicar de forma clara, precisa e assertiva.
– Explicar a importância de demonstrar interesse e disponibilidade na interação com utentes, familiares e/ou cuidadores.
– Explicar a importância de manter autocontrolo em situações críticas e de limite.
Objetivos Específicos
– Caracterizar as diferentes técnicas de comunicação de acordo com o tipo de interlocutor.
– Identificar o tipo de informação que pode prestar no seu âmbito de intervenção.
– Explicar que as tarefas que se integram no seu âmbito de intervenção terão de ser sempre executadas com orientação e supervisão de um profissional de saúde.
– Identificar as tarefas que têm de ser executadas sob supervisão direta do profissional de saúde e aquelas que podem ser executadas sozinho.
– Aplicar técnicas de comunicação no atendimento telefónico em serviços de saúde.
– Aplicar técnicas de comunicação na interação com o utente no atendimento presencial em serviços de saúde.
– Explicar a importância de adequar a sua ação profissional a diferentes públicos e culturas.
– Explicar a importância de adequar a sua ação profissional a diferentes contextos institucionais no âmbito dos cuidados de saúde.
– Explicar a importância da cultura institucional no agir profissional.
– Explicar a importância de comunicar de forma clara, precisa e assertiva.
– Explicar a importância de demonstrar interesse e disponibilidade na interação com utentes, familiares e/ou cuidadores.
– Explicar a importância de manter autocontrolo em situações críticas e de limite.
Conteúdo Programático
O processo de comunicação
o Conceito e tipos de comunicação
o Elementos básicos da comunicação
o Fatores que interferem na comunicação: barreiras
o Regras para uma comunicação eficaz
– Particularidades e vantagens do perfil assertivo
– Empatia
– Escuta ativa/escuta dinâmica
– As técnicas de comunicação
o Técnicas de comunicação perante comportamentos agressivos
o Técnicas de comunicação para lidar com a ansiedade dos outros
o Técnicas para manter uma comunicação eficaz com interlocutores em conflito
o Técnicas de comunicação em situações de agonia e sofrimento
– A comunicação no atendimento telefónico em serviços de saúde
o Características
Os elementos chave no atendimento telefónico (o encaminhamento da chamada e a prestação do serviço informativo)
o O atendimento telefónico como imagem do organismo e da qualidade de serviço
o Técnicas para manter uma comunicação telefónica eficaz
o Momentos críticos no atendimento telefónico
o A resolução de casos típicos de atendimento telefónico
– A comunicação no atendimento presencial em serviços de saúde
o Características
o Os elementos chave no atendimento presencial (receção e encaminhamento)
o O atendimento presencial como imagem do organismo e da qualidade de serviço
o Técnicas para manter uma comunicação eficaz com utente
o Momentos críticos no contacto com o utente
o A resolução de casos típicos de atendimento presencial
– Tarefas que em relação a esta temática se encontram no seu âmbito de intervenção
o Tarefas que, sob orientação de um profissional de saúde, tem de executar sob sua supervisão direta
o Tarefas que, sob orientação e supervisão de um profissional de saúde, pode executar sozinho/a
o Tipo de informação que pode prestar na interação com o utente, cuidador e família
Metodologia
A metodologia da formação é predominantemente participativa e assenta na realização de situações práticas, análise de situações concretas, assim como na troca de experiências entre formandos(as) e formadores(as).
Os métodos pedagógicos a utilizar serão o expositivo e participativo/ativo.
À data de início de cada UFCD será disponibilizado aos formandos(as) e formadores(as) o acesso à plataforma Moodle por forma a puderem explorar todas as suas funcionalidades bem como iniciar a leitura dos documentos, nomeadamente o Suporte de Utilização da Plataforma, o Programa de Formação, Cronograma, entre outros. Haverá um Fórum para que os formandos(as) possam ver as suas dúvidas esclarecidas. O(A) formador(a) responderá no prazo máximo de 24horas.
Todas as sessões serão realizadas por videoconferência (sessões síncronas), com recurso à Plataforma Zoom.
Certificação
ERTIFICAÇÃO:
A frequência com aproveitamento confere ao formando o direito a receber um Certificado de Qualificações que descrimina a(s) unidade(s) de formação de curta duração concluída(s) com aproveitamento, para além do registo das mesmas na Caderneta Individual de Competências, nos termos da legislação aplicável.
O Certificado será imitido de acordo com a Portaria nº 474/2010 de 8 de julho, a qual estabelece o modelo de certificado de formação profissional que, no âmbito do Sistema Nacional de Qualificações, aprovado pelo Decreto-Lei nº 396/2007, de 31 de dezembro, se destina a certificar a conclusão com aproveitamento de uma ação de formação certificada inserida no Catálogo Nacional de Qualificações.
