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Entidade #86

707 formações disponíveis desta entidade formadora

707 formações encontradas
Metalorgia e Metalomecânica
8h

Manutenção de Motores Elétricos

Classificação dos diversos tipos de motores Elementos constituintes Princípio de funcionamento Características elétricas Características mecânicas Especificações técnicas Ensaios de tipo e rotina aplicado aos Testes de Aceitação de Fábrica (FAT) Sistemas de arranque Arranque direto Arranque direto com reversão de rotação Arranque estrela triângulo Suavizadores de arranque (soft starter) Variadores Eletrónicos de Frequência Aplicações Instalação de motores elétricos Teste ao isolamento e estado de conservação de motores de indução Diagnóstico de avarias Prevenção de avarias em motores elétricos Plano estratégico de manutenção de motores elétricos. Softwares de simulação de comandos elétricos como ferramenta de planeamento de manutenção e análise de funcionamento

Eletricidade e energia
8h

Manutenção de Motores Eletricos e Accionamentos Eletronicos

Duração: 8 horasNível: Nível 9Modalidade: Outras acções de formação contínua não inseridas no Catálogo Nacional de Qualificações

Eletricidade e energia
8h

Manutenção de Motores Elétricos e Acionamentos Eletrónicos

Duração: 8 horasNível: Nível 9Modalidade: Outras acções de formação contínua não inseridas no Catálogo Nacional de Qualificações

Eletricidade e energia
4h

Manutenção de Motores Elétricos e Acionamentos Eletrónicos

Definir os parâmetros necessários ao dimensionamento Caudal Altura manométrica / Pressão Influência do peso específico do fluído Influência da viscosidade cinemática e suas limitações Qual o tipo de bomba mais indicada à aplicação – critérios de seleção a utilizar Tipo de instalação Tipo de bomba Tipo de impulsor Sistema de selagem mais adequado Materiais construtivos Dimensionamento da bomba Critérios de seleção Conceito “Caudal ótimo” e suas implicações no desempenho do equipamento “Life Cycle Costs” como critério de avaliação e comparação de soluções Cavitação – causas e soluções Variação de velocidade Considerações gerais e tendências Enquadramento legal (legislação “ErP”) Fatores a ter em conta nesta opção Exemplos de cálculo e simulações de otimização energética Otimização energética de instalações existentes “Ferramentas” e métodos de avaliação Apresentação de resultados – “Case Studies” Cuidados no Transporte, armazenagem e Instalação Transporte seguro Preservação dos equipamentos em armazém Fixação ao maciço Alinhamentos finais Operação e controlo de condição Manutenção Avarias: Causas e Soluções

Eletricidade e energia
8h

Manutenção de Quadros Eléctricos Industriais

Duração: 8 horasNível: Nível 9Modalidade: Outras acções de formação contínua não inseridas no Catálogo Nacional de Qualificações

Eletricidade e energia
8h

Manutenção de Quadros Eléctricos Industriais

Duração: 8 horasNível: Nível 9Modalidade: Outras acções de formação contínua não inseridas no Catálogo Nacional de Qualificações

Eletricidade e energia
8h

Manutenção de Quadros Eléctricos Industriais

Princípios básicos de uma instalação eléctrica segura Enquadramento Legal Proteções: – Pessoas; – Bens. Correntes de curto-circuito Classificação dos quadros eléctricos quanto á classe de isolamento IP e IK Exigências construtivas. A norma IEC61439 Manutenção de quadros elétricos e medidas de segurança a adotar Considerações gerais acerca do pessoal competente para operar com um quadro eléctrico e pessoal competente para proceder á sua manutenção (BA5) Pontos críticos a inspeccionar Equipamento de diagnóstico e verificação A termografia como elemento auxiliar de diagnóstico. Analise e relatório. Bloqueio das fontes de energia. LOTO – Lockout/Tagout Formalidades de etiquetagem de um quadro elétrico Inspeção Visual e Ensaios Desenvolvimento de um plano de manutenção preventiva de acordo com o tipo de quadro elétrico Relatório técnico final

Eletricidade e energia
8h

Manutenção de Quadros Eléctricos Industriais

Princípios básicos de uma instalação eléctrica segura Enquadramento Legal Proteções: – Pessoas; – Bens. Correntes de curto-circuito Classificação dos quadros eléctricos quanto á classe de isolamento IP e IK Exigências construtivas. A norma IEC61439 Manutenção de quadros elétricos e medidas de segurança a adotar Considerações gerais acerca do pessoal competente para operar com um quadro eléctrico e pessoal competente para proceder á sua manutenção (BA5) Pontos críticos a inspeccionar Equipamento de diagnóstico e verificação A termografia como elemento auxiliar de diagnóstico. Analise e relatório. Bloqueio das fontes de energia. LOTO – Lockout/Tagout Formalidades de etiquetagem de um quadro elétrico Inspeção Visual e Ensaios Desenvolvimento de um plano de manutenção preventiva de acordo com o tipo de quadro elétrico Relatório técnico final

Eletricidade e energia
8h

Manutenção de Quadros Eléctricos Industriais

Princípios básicos de uma instalação eléctrica segura Enquadramento Legal Proteções: – Pessoas; – Bens. Correntes de curto-circuito Classificação dos quadros eléctricos quanto á classe de isolamento IP e IK Exigências construtivas. A norma IEC61439 Manutenção de quadros elétricos e medidas de segurança a adotar Considerações gerais acerca do pessoal competente para operar com um quadro eléctrico e pessoal competente para proceder á sua manutenção (BA5) Pontos críticos a inspeccionar Equipamento de diagnóstico e verificação A termografia como elemento auxiliar de diagnóstico. Analise e relatório. Bloqueio das fontes de energia. LOTO – Lockout/Tagout Formalidades de etiquetagem de um quadro elétrico Inspeção Visual e Ensaios Desenvolvimento de um plano de manutenção preventiva de acordo com o tipo de quadro elétrico Relatório técnico final

Metalorgia e Metalomecânica
8h

Manutenção de Sistemas de Bombagem

Duração: 8 horasNível: Nível 9Modalidade: Outras acções de formação contínua não inseridas no Catálogo Nacional de Qualificações

Metalorgia e Metalomecânica
8h

Manutenção de Sistemas de Bombagem (Online)

1. Definir os parâmetros necessários ao dimensionamento Caudal Altura manométrica / Pressão Influência do peso específico do fluído Influência da viscosidade cinemática e suas limitações 2. Qual o tipo de bomba mais indicada à aplicação – critérios de selecção a utilizar Tipo de instalação Tipo de bomba Tipo de impulsor Sistema de selagem mais adequado Materiais construtivos 3. Dimensionamento da bomba Critérios de seleção Conceito “Caudal óptimo” e suas implicações no desempenho do equipamento “Life Cycle Costs” como critério de avaliação e comparação de soluções Cavitação – causas e soluções 4. Variação de velocidade Considerações gerais e tendências Enquadramento legal (legislação “ErP”) Factores a ter em conta nesta opção Exemplos de cálculo e simulações de optimização energética 5. Optimização energética de instalações existentes “Ferramentas” e métodos de avaliação Apresentação de resultados – “Case Studies” 6. Cuidados no Transporte, armazenagem e Instalação Transporte seguro Preservação dos equipamentos em armazém Fixação ao maciço Alinhamentos finais 7. Operação e controlo de condição 8. Manutenção 9. Avarias: Causas e Soluções

Metalorgia e Metalomecânica
24h

Manutenção de Sistemas de Frio Comercial e Industrial

1. Princípios da termodinâmica aplicada à refrigeração por compressão 1.1. Ciclo expansão seca de 1 etapa Componentes e processos Níveis de pressão e temperaturas de trabalho Estado físico numa instalação ideal Conceitos de sobreaquecimento e subarrefecimento Estado físico numa instalação real Diagramas Ph de uma instalação real e ideal. 1.2. Ciclo expansão inundada de 1 etapa Componentes e processos Níveis de pressão e temperaturas de trabalho Sobreaquecimento e subarrefecimento Estado físico numa instalação real Diagramas Ph de uma instalação real 1.3. Parâmetros termodinâmicos dos ciclos Efeito frigorífico e potência frigorífica Trabalho especifico compressão e potência de compressão Rendimento isentrópico do compressor COP, hf, EER; ESEER 2. Equipamentos principais do sistema de compressão 2.1 Compressores (descrição e classificação) Forma de compressão (Alternativo; Scroll; Palhetas simples; Parafuso; Centrifugo) Estrutura envolvente (hermético, semi-hermeticos, abertos) Principais caraterísticas de compressores amoníaco Aspetos sobre a eficiência energética em compressores de refrigeração industrial 2.2. Evaporadores (classificação, descrição e funcionamento) De circulação a ar natural e forçada De fluidos líquidos De placas especiais Principais caraterísticas de evaporadores a amoníaco 2.3. Condensadores (classificação, descrição e funcionamento) De circulação a ar natural e forçada De fluidos líquidos Evaporativos Principais caraterísticas de condensador a amoníaco 3. Dispositivos de controlo de sistemas frigoríficos 3.1. Dispositivos de expansão (Constituição, funcionamento, Aplicação, características e afinação) Capilar Válvulas termostáticas Válvulas Eletrónicas Válvulas Manuais 3.2. Termostatos 3.3. Pressostatos Baixa e de Alta pressão Combinados Óleo 3.4. Válvulas não modelantes Válvulas de corte Válvulas de serviço Válvulas de retenção Válvulas de solenoide Válvulas inversoras de ciclo 3.5. Válvulas modelantes Válvula reguladora de pressão de evaporação Válvula reguladora de pressão de condensação Válvula reguladora de pressão de arranque Válvula reguladora de capacidade do compressor Válvula reguladora de capacidade do evaporador/descongelação de gás quente 3.6. Sistemas de segurança 4. Dispositivos Auxiliares 4.1. Depósitos de líquido 4.2. Separadores para instalações de expansão seca 4.3. Separadores para instalações de expansão inundada 4.4. Componentes do circuito de óleo Separador de óleo Depósito de óleo Regulador de nível 4.5. Filtros Secadores não recarregáveis Secadores recarregáveis Limpeza Não secadores 4.6. Visores de líquido 4.7. Permutadores de calor 5. Manutenção preventiva sistemática 5.1. Descrição 5.2. Produção de frio Compressores/Centrais térmicas: Níveis de óleo e fluido refrigerante; Pressão de óleo e do sistema; Resistências de cárter; Solenoides de capacidade; Antivibráticos e filtros Condensadores a ar: Superfícies alhetadas; Ventiladores; Exposição solar. Condensadores evaporativos: Nível operacional; Desgaste e a tensão nas correias de acionamento; Funcionamento dos ventiladores e bombas; Funcionamento dos eixos e lubrificação dos rolamentos; Lubrificação da base do motor 5.3. Transporte do frio Fugas de fluido na instalação Estado do isolamento 5.4. Uso final do frio Funcionamento dos ventiladores dos evaporadores Estado dos evaporadores (desbloquear se necessário) Obstáculos à circulação do ar nos evaporadores e limites de carga Funcionamento das válvulas de solenoide Funcionamento das válvulas de expansão Grelhas da distribuição de ar e pás dos motoventiladores Funcionamento das portas e dos fechos Funcionamento do sistema de iluminação 6. Sintomas e avarias 6.1. Válvula de expansão Colada na posição aberta Bolbo termostático perdeu a carga Mal regulada Obstruída 6.2. Válvula de solenoide Obstruída Não veda bem 6.3. Falta de fluido refrigerante 6.4. Excesso de fluido refrigerante 6.5. Compressores alternativos-Falhas Retorno de líquido e Golpe de líquido. Lubrificação Temperaturas de descarga Contaminação do sistema Queima de motor elétrico 7. Oportunidades de melhorias energéticas 7.1. Produção de frio Temperatura de evaporação Temperaturas de condensação Sobreaquecimento Subarrefecimento Rendimento isentrópico do compressor Escalonamento da instalação (Ciclos) Regulação da capacidade dos compressores Economizador Controlo modelante da temperatura de condensação Eficiência dos motores dos compressores, ventiladores e bombas Acoplamentos diretos vs transmissão por correias Aproveitamento do calor de rejeição. Fluidos Frigoríficos 7.2. Transporte do frio Ganhos de calor Fugas de fluido frigorígenio Perdas de carga tubagens

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