Catálogo de Formações
11.713 formações disponíveis
Boas Práticas de auditorias ISO 19011:2018 – Case study CdR FSC® PEFC™
1. A ISO 19011 2.Definição das Equipas Auditoras 3. Comportamentos em situação de auditoria 4. Apresentação do Case Study 5. Preparação do Plano de Auditoria e da Lista de Comprovação 6. Execução da auditoria (reunião de abertura; auditoria; reunião de encerramento) 7. Elaboração do relatório da auditoria 8. Atividades de seguimento da auditoria 9. Análise das auditorias 10. Avaliação Escrita * São da responsabilidade do formando os custos associados à realização da auditoria. No caso de impossibilidade de realização da auditoria em treino em contexto real numa distância inferior a 50 km esta pode ser substituída pela simulação de um caso prático em sala.
Boas Práticas de Auditorias ISO 19011:2018- Case Study NP4427:2018
1. A ISO 19011 2. Definição das Equipas Auditoras 3. Comportamentos em situação de auditoria 4. Apresentação do Case Study 5. Preparação do Plano de Auditoria e da Lista de Comprovação 6. Execução da auditoria (reunião de abertura; auditoria; reunião de encerramento) 7. Elaboração do relatório da auditoria 8. Atividades de seguimento da auditoria 9. Análise das auditorias 10. Avaliação Escrita.
Boas Práticas de auditorias ISO 19011:2018– Case study (ISO 9001:2018 e MQRS)
1. A ISO 19011 e Modelos de Avaliação de Qualidade dos MQRS 2. Definição das Equipas Auditoras 3. Comportamentos em situação de auditoria 4. Apresentação do Case Study 5. Preparação do Plano de Auditoria e da Lista de Comprovação 6. Execução da auditoria (reunião de abertura; auditoria; reunião de encerramento) 7. Elaboração do relatório da auditoria 8. Atividades de seguimento da auditoria 9. Análise das auditorias 10. Avaliação escrita
Boas Práticas de Auditorias ISO19011:2018 – Case Study Sistema Integrado Qualidade, Ambiente e Segurança
1. Gestão de sistemas integrados- compatibilidade dos requisitos normativos: 2. A ISO 19011 3. Definição das Equipas Auditoras 4. Comportamentos em situação de auditoria 5. Apresentação do Case Study 6. Preparação do Plano de Auditoria e da Lista de Comprovação 7. Execução da auditoria (reunião de abertura; auditoria; reunião de encerramento) 8. Elaboração do relatório da auditoria 9. Atividades de seguimento da auditoria 10. Análise das auditorias
Boas Práticas de Auditorias ISO19011:2018 – Case Study Sistema Integrado Qualidade, Ambiente e Segurança
1. Gestão de sistemas integrados- compatibilidade dos requisitos normativos: 2. A ISO 19011 3. Definição das Equipas Auditoras 4. Comportamentos em situação de auditoria 5. Apresentação do Case Study 6. Preparação do Plano de Auditoria e da Lista de Comprovação 7. Execução da auditoria (reunião de abertura; auditoria; reunião de encerramento) 8. Elaboração do relatório da auditoria 9. Atividades de seguimento da auditoria 10. Análise das auditorias
Boas Práticas de Auditorias ISO19011:2018 – Case Study Sistema Integrado Qualidade, Ambiente e Segurança
1. Gestão de sistemas integrados- compatibilidade dos requisitos normativos: 2. A ISO 19011 3. Definição das Equipas Auditoras 4. Comportamentos em situação de auditoria 5. Apresentação do Case Study 6. Preparação do Plano de Auditoria e da Lista de Comprovação 7. Execução da auditoria (reunião de abertura; auditoria; reunião de encerramento) 8. Elaboração do relatório da auditoria 9. Atividades de seguimento da auditoria 10. Análise das auditorias
Boas Práticas de Auditorias ISO19011:2018- Case Study NP4427:2018
1. A ISO 19011 2. Definição das Equipas Auditoras 3. Comportamentos em situação de auditoria 4. Apresentação do Case Study 5. Preparação do Plano de Auditoria e da Lista de Comprovação 6. Execução da auditoria (reunião de abertura; auditoria; reunião de encerramento) 7. Elaboração do relatório da auditoria 8. Atividades de seguimento da auditoria 9. Análise das auditorias 10. Avaliação Escrita.
Boas Práticas de distribuição por grosso de medicamentos e dispositivos médicos
- Enquadramento Legal: 1. GDP – Contexto europeu 2. Deliberação 47/CD/2015 Infarmed – Contexto nacional 3. Portaria 256/2016 - Análise dos Requisitos - Gestão da qualidade: 1. Pessoal 2. Instalações e equipamento 3. Documentação 4. Operações 5. Vigilância 6. Reclamações, devoluções, suspeitas de medicamentos falsificados e medicamentos retirados 7. Atividades subcontratadas 8. Autoinspeções 9. Transporte 10. Intermediários - Exercícios Práticos ao longo de toda a sessão
Boas Práticas de Higiene e Segurança Alimentar
Módulo I - Noções Gerais de Segurança Alimentar Módulo II - Noções Básicas Microbiologia Alimentar Módulo III - Higiene e Manipulação de Alimentos Módulo IV - Higiene das Instalações, Equipamentos e Utensílios Módulo V - Controlo de Pragas Módulo VI - Higiene Alimentar Módulo VII - Breve Abordagem ao Sistema HACCP
Boas Práticas de Higienização e Prevenção da Contaminação Cruzada
Duração: 4 horasNível: Nível 9Modalidade: Outras acções de formação contínua não inseridas no Catálogo Nacional de Qualificações
Boas Práticas de Manutenção para a Redução de Consumos Energéticos
1. Introdução à eficiência energética: Vantagens e Motivações. 2. Obrigações Legais em Portugal para Indústria 3. Conhecer a realidade Energética da empresa 4. Definição de um sistema de Gestão de Energia e a sua divulgação no chão de fábrica 5. Definição do primeiro passo: Investimento otimização dos sistemas existentes. 6. O Lean e a eficiência energética: Valor e desperdício; A causa raiz dos desperdícios; PDCA nos projetos de eficiência energética. 7. Identificação de desperdícios energéticos: Sistemas de ar comprimido; Sistemas de vácuo; Sistemas de aquecimento e refrigeração; Acionamentos e transporte; Iluminação; Comportamentos. 8. Implementação de um sistema de Gestão da Manutenção para otimizar e manter a eficiência energética da empresa: Manutenção Corretiva; Manutenção Preventiva; Manutenção Preditiva; Manutenção Autónoma. 9. Conhecer as necessidades reais e definir investimentos 10. Casos Práticos
Boas Práticas de Manutenção para a Redução de Consumos Energéticos
1. Introdução à eficiência energética: Vantagens e Motivações. 2. Obrigações Legais em Portugal para Indústria 3. Conhecer a realidade Energética da empresa 4. Definição de um sistema de Gestão de Energia e a sua divulgação no chão de fábrica 5. Definição do primeiro passo: Investimento otimização dos sistemas existentes. 6. O Lean e a eficiência energética: Valor e desperdício; A causa raiz dos desperdícios; PDCA nos projetos de eficiência energética. 7. Identificação de desperdícios energéticos: Sistemas de ar comprimido; Sistemas de vácuo; Sistemas de aquecimento e refrigeração; Acionamentos e transporte; Iluminação; Comportamentos. 8. Implementação de um sistema de Gestão da Manutenção para otimizar e manter a eficiência energética da empresa: Manutenção Corretiva; Manutenção Preventiva; Manutenção Preditiva; Manutenção Autónoma. 9. Conhecer as necessidades reais e definir investimentos 10. Casos Práticos
