Tecnologia de Protecção do Ambiente

Waste to Wow: Crafting Vases & Jars

Os objetivos específicos são:

1. Identificar diferentes tipos de resíduos que podem ser utilizados na criação de jarras e vasos, enfatizando a diversidade de materiais disponíveis para o processo de upcycling.
2. Familiarizar os participantes com técnicas de preparação e tratamento de resíduos, incluindo limpeza, seleção e processamento preliminar para garantir a adequada manipulação dos materiais.
3. Explorar alternativas sustentáveis para aditivos e materiais de suporte no processo de moldagem, destacando opções ecológicas que minimizem o impacto ambiental.
4. Demonstrar técnicas de acabamento e personalização dos objetos produzidos, incluindo pintura, texturização e aplicação de acabamentos protetores, para conferir um aspeto final atrativo e duradouro.
5. Estimular a criatividade dos participantes.
6. Promover a colaboração e o trabalho em equipe entre os participantes, incentivando a troca de ideias e experiências durante o processo.
7. Avaliar os resultados obtidos ao final do workshop, incentivando a reflexão sobre os desafios enfrentados, as soluções encontradas e o potencial de melhoria contínua nas técnicas e processos de fabricação sustentável.

REACH: Principais Responsabilidades do Utilizador a Jusante

1. Definições importantes no âmbito do Regulamento REACH.

2. Quem é um utilizador a jusante?

3. Responsabilidades dos utilizadores a jusante:

3.1 Comunicações ao longo da cadeia de fornecimento;
3.2 Cenários de exposição;
3.3 Adoção de medidas adequadas para gerir os riscos dos produtos químicos;
3.4 Requisitos relativos a autorização e restrição de substâncias.

4. Avaliação.

Gestão de Laboratórios Industriais – controlo e garantia da qualidade dos ensaios

1. INTRODUÇÃO À QUALIDADE EM LABORATÓRIOS

Reconhecimento de competência técnica
Conceitos e fundamentos da Qualidade em Laboratórios
Adequação dos requisitos e boas práticas aos laboratórios das empresas
Introdução ao Sistema Português da Qualidade
Acreditação vs. Certificação
Suportes do processo técnico para o pedido de acreditação (IPAC)
2. REQUISITOS DE COMPETÊNCIA PARA LABORATÓRIOS – ISO/IEC 17025:2017

Requisitos de Gestão

ISO 9001, ou
documentação do sistema de gestão
controlo de documentos e registos
riscos e oportunidades
melhoria
ações corretivas
auditorias internas
revisões de gestão
Recursos

Pessoal
Instalações
Equipamento
Rastreabilidade metrológica
Produtos e serviços externos
Requisitos Técnicos

Seleção, verificação e validação de métodos
Amostragem
Manuseamento
Registos técnicos
Validade de resultados
Incertezas
Apresentação de resultados
Reclamações
Trabalho não conforme
Controlo de dados e gestão da informação
Exercícios e casos práticos

Gestão de Laboratórios Industriais – controlo e garantia da qualidade dos ensaios

1. INTRODUÇÃO À QUALIDADE EM LABORATÓRIOS

Reconhecimento de competência técnica
Conceitos e fundamentos da Qualidade em Laboratórios
Adequação dos requisitos e boas práticas aos laboratórios das empresas
Introdução ao Sistema Português da Qualidade
Acreditação vs. Certificação
Suportes do processo técnico para o pedido de acreditação (IPAC)
2. REQUISITOS DE COMPETÊNCIA PARA LABORATÓRIOS – ISO/IEC 17025:2017

Requisitos de Gestão

ISO 9001, ou
documentação do sistema de gestão
controlo de documentos e registos
riscos e oportunidades
melhoria
ações corretivas
auditorias internas
revisões de gestão
Recursos

Pessoal
Instalações
Equipamento
Rastreabilidade metrológica
Produtos e serviços externos
Requisitos Técnicos

Seleção, verificação e validação de métodos
Amostragem
Manuseamento
Registos técnicos
Validade de resultados
Incertezas
Apresentação de resultados
Reclamações
Trabalho não conforme
Controlo de dados e gestão da informação

Exercícios e casos práticos

Água Residual – Qualidade e Processos de Tratamento

1. Águas residuais

História do tratamento;
Prevenção da contaminação ambiental.
2. Enquadramento legal

Decreto-Lei n.º 152/97;
Decreto-Lei n.º 348/98;
Decreto-Lei n.º 77/2021;
Portaria n.º 188/2021;
Decreto-Lei n.º 226-A/2007;
Nova Diretiva das Águas Residuais Urbanas.
3. Introdução à qualidade da água residual

Aspetos biológicos;
Aspetos químicos;
Aspetos físicos;
Poluentes emergentes.
4. Métodos de avaliação e monitorização

Amostragem de águas residuais e lamas;
Análises laboratoriais;
Análise de campo.
5. Tratamento de águas residuais urbanas

Efluentes urbanos – conceitos gerais. População servida, cargas poluentes;
Caracterização de uma água residual;
Bases de dimensionamento de uma ETAR. Objetivos de tratamento;
Operações unitárias/ Etapas de tratamento típicas de uma ETAR;
Linha líquida:
– Tratamento preliminar;
– Tratamento primário;;
– Tratamento biológico – processos de biomassa suspensa – lamas ativadas
– Tratamento biológico – processos de biomassa fixa e outros;
– Tratamentos terciários – processos de remoção de nutrientes.

Linha sólida:
– Espessamento e flotação;
– Digestão anaeróbica;
– Desidratação;
– Produção de biogás e recuperação de energia.

Tratamento de odores;
Balanços mássicos numa ETAR;
Planos de controlo operacional numa ETAR. Parâmetros críticos;
Instrumentação e controlo numa ETAR;
Exemplos de problemas operacionais mais comuns em ETAR e estratégias de resolução.
6. Tecnologias avançadas no tratamento de águas residuais urbanas

Processos de tratamento por membranas;
Processos com biomassa granular;
Processos avançados para remoção de azoto e recuperação de fósforo;
Soluções avançadas para gestão de lamas e recuperação de biogás;
Desafios futuros.
7. Tratamento de águas residuais industriais

Caracterização de uma água residual industrial e soluções de gestão;
Processos de tratamento físico-químicos:
– Equalização, neutralização e controlo de pH;
– Coagulação/floculação;
– Oxidação e precipitação química;
– Permuta iónica e descalcificação;
– Filtração em leito e por membranas.

Processos de tratamento biológicos:
– Discos biológicos;
– Lagunagem;
– Leitos de macrófitas.

Exemplos de tratamento de indústrias específicas.

Comunicações Ambientais Obrigatórias

Duração: 8 horasNível: Nível 9Modalidade: Outras acções de formação contínua não inseridas no Catálogo Nacional de Qualificações

Prevenção e Controlo da Legionella em Sistemas de Água – Análise de Risco e Elaboração de Planos de Prevenção e Controlo (Inclui Lei n.º 52/2018, Port

1. Bactérias do género Legionella

2. Meio ambiente e fatores de amplificação e disseminação

3. Riscos para a Saúde Pública

4. Requisitos normativos e legais

DL 69/2023 – Regime jurídico da qualidade da água para consumo humano;
DL 118/2013 – Sistema de Certificação Energético dos Edifícios;
Lei 52/2018 – Regime de prevenção e controlo da doença dos legionários;
Portaria 25/2021 e Despacho 1547/2022 – Regulamentação da Lei 52/2018.
5. Monitorização microbiológica de circuitos de água
Tipos de amostras;
Colheita;
Análises.
6. Tratamento e desinfeção da água
Limpeza e desinfeção preventiva e de choque;
Processos químicos de desinfeção;
Processos físicos de desinfeção.
7. Manutenção, limpeza e desinfeção de sistemas e equipamentos
Redes prediais de água quente e fria;
Sistemas de água para uso recreativo: piscinas e banheiras;
Sistemas de arrefecimento coletivo: torres de arrefecimento, condensadores evaporativos, humidificadores e sistemas de ar condicionado;
Sistemas de arrefecimento individual: ar condicionado/split e de arrefecimento por evaporação de pequena dimensão;
Outros sistemas: sistemas de combate a incêndios, chuveiros e lava-olhos, sistemas de rega por aspersão, fontes ornamentais, lavagem de veículos, navios, unidades dentárias, sistemas que utilizem água para uso terapêutico, etc.
8. Análise de gestão do risco
Avaliação do Risco;
Gestão do Risco;
Planos de Segurança da Água (OMS);
Etapas a considerar no desenvolvimento e aplicação do PSA;
NP 15975-2 – Segurança dos sistemas de abastecimento de água – Guia para a gestão do risco e da crise – Parte 2 – Gestão do risco;
UNE 100030:2023 – Prevenção e controlo da proliferação e disseminação de Legionella nas instalações;
Abordagem de gestão do risco.
9. Elaboração de Planos de Prevenção e Controlo
Elementos do Plano de Prevenção e Controlo:
– Estabelecimento da equipa;
– Descrição do sistema;
– Identificação das áreas onde a Legionella pode crescer e disseminar;
– Onde aplicar medidas de controlo e como monitoriza-las;
– Modos de intervenção quando os limites de controlo são ultrapassados;
– Garantia da eficácia do programa;
– Documentação e comunicação.
Ações a implementar face aos sistemas existentes na instalação de acordo com a avaliação de risco.

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