Tecnologia de Protecção do Ambiente

As Diretivas CSRD e VSME. As Normas EFRAG. Elaboração de Relatos de Sustentabilidade

Estrutura, âmbito das diretivas CSRD e VSME
Identificação de stakeholders e sua auscultação
Mapeamento da cadeia de valor
Identificação de riscos e oportunidades. Métodos de identificação e avaliação; ligação entre riscos, oportunidades e decisões estratégicas
Conceito de materialidade. Tipos de materialidade; processos participativos; critérios para validação de temas materiais
Aplicação prática dos critérios de materialidade Exercício de seleção e priorização de temas para o relato com base em evidência e stakeholders
Formulação de metas mensuráveis; escolha de KPIs quantitativos e qualitativos; alinhamento com objetivos estratégicos
Mapeamento de processos, fontes de dados, responsabilidades e controles; garantias de rastreabilidade.
Estrutura do relato, seleção de conteúdos, evidências de suporte e Ferramentas e templates para recolha, consolidação e apresentação de dados. Checklists e soluções práticas para operacionalizar o relato
Exercício prático integrado (caso realista)

A CSRD, VSME e ESG do Relato de Sustentabilidade à Estratégia Empresarial

Definição de ESG; evolução histórica dos conceitos; benefícios da implementação; vantagens competitivas e impacto na reputação e valor das marcas
Desagregação dos três pilares; objetivos e elementos a analisar em cada dimensão; exemplos de indicadores por pilar
Análise comparada das principais frameworks e normas (EFRAG, GRI, SASB, entre outras); implicações práticas para a preparação de informação não financeira
Metodologias de alinhamento entre ESG e modelo de negócio; tradução de prioridades em objetivos estratégicos; governação e papéis internos
Ferramentas de avaliação (matriz de materialidade, mapeamento de stakeholders, análise de riscos e impactos); sistemas de recolha de dados; quadros de indicadores e scorecards.
Revisão crítica de relatórios e estratégias reais; identificação de boas práticas e lacunas; exercícios práticos de aplicação das ferramentas aprendidas

Emissões Difusas de COV: Enquadramento Legal, Plano de Gestão de Solventes e Monitorização de Efluentes Gasosos

Enquadramento legal

Regime da prevenção e controlo das emissões de poluentes para a atmosfera
Regime de emissões industriais
Prevenção e controlo das emissões

Instalações e atividades abrangidas
Limiares de consumo de solventes
Substituição das substâncias perigosas
Valores limite das emissões (VLE) difusas e das emissões totais
Plano de gestão de solventes – casos práticos
Monitorização e cumprimento dos VLE nos efluentes gasosos

Estabelecimento do regime de monitorização – casos práticos
Valores limite das emissões pontuais
Avaliação do cumprimento dos VLE nos efluentes gasosos – casos práticos
Informações a notificar à Agência Portuguesa de Ambiente

Registo nacional
Pedidos de exclusão da sujeição ao regime das instalações e atividades que utilizam solventes orgânicos
Prestação de informação
Alteração substancial de instalações existentes

Sustentabilidade Empresarial – O Novo Vetor Estratégico da Gestão

Introdução e Conceitos Fundamentais da Sustentabilidade
Sustentabilidade como Estratégia Empresarial e Agenda 2030
Utilização dos ODS como Ferramenta Estratégica
Roadmap 2030/2050
Enquadramento Europeu Acordo Verde
Taxonomia Europeia, Papel da Banca e Ativos Financeiros Verdes
Interpretação de Relatórios de Sustentabilidade
Conceção de Objetivos Estratégicos Integrados com o Plano de Negócio
Análise de exemplos

Utilização de Substâncias Cancerígenas, Mutagénicas e Tóxicas para a Reprodução (CMR) | Principais Obrigações Legais a Cumprir – Nacionais e Europeias

Legislação aplicável às substâncias CMR.
O que são substâncias CMR? As classes e categorias e principais efeitos na saúde.
Elementos do rótulo aplicáveis às substâncias CMR.
Avaliação e gestão do risco.
Medidas de prevenção e proteção aplicáveis.
Vigilância da saúde.
Registos associados, informação e formação ao trabalhador.
Avaliação.

A SUSTENTABILIDADE, A ECONOMIA CIRCULAR E OS RELATÓRIOS ESG NAS PME´S

Introdução à Sustentabilidade. Os Desafios atuais: Riscos, oportunidades e tendências. Os fundamentos da sustentabilidade. A importância da sustentabilidade como estratégia empresarial. As 4 dimensões da sustentabilidade: People, Profit, Purpose e Planet.
Introdução à Economia Circular. Princípios da economia circular. Modelos de negócio e economia circular. Boas práticas de economia circular aplicadas à atividade corrente das empresas. Apresentação de casos práticos.
Introdução aos ESG. Fundamentos dos relatórios ESG. Benefícios e desafios da adoção de ESG. Relatórios ESG: Estrutura e Normas. A importância do mapeamento de stakeholders e a cadeia de valor. Conceito de materialidade e dupla materialidade. Identificação de impactos financeiros (materialidade financeira). Avaliação de impactos ambientais, sociais e de governança (materialidade de impacto). Apresentação de casos práticos.
Estratégia de Sustentabilidade. A Jornada para a sustentabilidade. A Cadeia de valor / As partes interessadas. (Stakeholders) / Materialidade. Conceitos de estratégia em sustentabilidade. Componentes da estratégia de sustentabilidade. Boas Práticas para a definição da estratégia. Apresentação de casos práticos

Determinação da Pegada de Carbono – Nível 1

Módulo 1 – Introdução e Enquadramento

O objetivo deste primeiro módulo é o de familiarizar os formandos com diversos temas relacionados com a pegada de carbono. Neste contexto serão abordados os seguintes temas:
o fenómeno do efeito de estufa;
as emissões atmosféricas antropogénicas e o efeito de estufa;
a evolução do conceito de pegada carbónica e pegada ecológica;
o acordo de Paris, objetivos e implicações;
a evolução do contexto legal (internacional, europeu e nacional);
a neutralidade carbónica, o roteiro definido e respetivos desafios tecnológicos.
Módulo 2 – A Análise de Ciclo de Vida e a Pegada de Carbono

O ciclo de vida de um produto é, geralmente, entendido como todas as etapas desde a extração de matérias-primas, processamento de materiais, fabricação, distribuição uso e descarte. A análise de ciclo de vida ou “Life Cycle Assessment” (LCA) é uma metodologia que avalia os diversos impactes ambientais ao longo de todas as etapas associadas a um produto.
Neste módulo serão analisados os seguintes temas:
fatores complementares e distintivos entre a análise de ciclo de vida e a determinada de pegada de carbono;
principais aspetos das metodologias de análise de ciclo de vida, designadamente o documento normativo ISO 14 044;
as abordagens:
cradle to grave;
cradle to gate;
gate to gate.
análise de exemplos.
Módulo 3 – Ferramentas de Abordagem na Determinação da Pegada de Carbono

Nesta parte do curso serão focados os principais aspetos relacionados com a determinação da Pegada de carbono, descritos os principais documentos referenciais e protocolos, esquemas proprietários e de “labelling” bem como as principais ferramentas de cálculo. Os temas a abordar serão os seguintes:
pegada de carbono versus pegada ecológica;
principais conceitos associados aos esquemas proprietários e de “labelling”;
identificação e analise dos principais documentos referenciais, na determinação da pegada de carbono, principais definições terminológicas e respetiva análise de requisitos, designadamente:
protocolo GHC;
normas ISO 14 064; 14065, 140 66 e 14 067;
PAS 2050:2011;
PAS 2060:2014
Conceito de emissões diretas e indiretas e inventário de gases de efeito de estufa (GEE);
definição do âmbito de aplicação do cálculo da pegada de carbono (scope);
os principais processos de verificação da declaração da pegada de carbono;
análise de exemplos.
Módulo 4 – Neutralidade Carbónica. Desafios e Tendências

Este módulo tem como principal objetivo analisar, de forma sucinta, o roteiro nacional para a neutralidade carbónica, as suas implicações a nível tecnológico, organizativo e financeiro nas empresas dos diversos setores do tecido económico. Será, também, efetuada uma análise do posicionamento de diversas empresas, de carácter internacional e nacional, neste domínio, suas decisões e políticas de comunicação com o mercado.

Tratamento de Água por Osmose Inversa – Dessalinização

1. Introdução á Dessalinização

2. Técnicas de Dessalinização

A Osmose Inversa;
A destilação.
3. Conceitos base de dessalinização por Osmose Inversa

Princípios fundamentais da Osmose Inversa.
4. Lay-out de Centrais Dessalinizadoras por Osmose Inversa

5. Captação de água salgada

Captação de água subterrânea – estruturas tipo de captação;
Captação de água superficial- estruturas tipo de captação.
6. Sistemas de pré-tratamento

Sistemas de pré-tratamento em captações subterrâneas;
Sistemas de pré-tratamento em captações superficiais.
7. Configurações de unidade de Osmose Inversa

Lay-out de uma unidade de Osmose Inversa;
Configuração de duplo andar de permeação;
Configuração de dupla passagem;
Sistemas com turbina;
Sistemas com turbocharger;
Sistemas com permutadores de pressão.
8. Equipamentos de bombagem e Sistemas de Recuperação de energia

Bombas centrífugas de baixa pressão;
Bombas centrífugas de alta pressão;
Bombas de deslocamento positivo;
Permutadores de pressão;
Turbinas e turbochargers.
9. Pós tratamento de água dessalinizada

Mineralização percolação brita calcária vs leite de cal;
Doseamento CO2;
Desinfeção.
10. Instrumentação e Materiais

11. Rotinas de exploração e manutenção

12. Custos: Capex e Opex

Tratamento de Água por Osmose Inversa – Dessalinização

1. Introdução á Dessalinização

2. Técnicas de Dessalinização

A Osmose Inversa;
A destilação.
3. Conceitos base de dessalinização por Osmose Inversa

Princípios fundamentais da Osmose Inversa.
4. Lay-out de Centrais Dessalinizadoras por Osmose Inversa

5. Captação de água salgada

Captação de água subterrânea – estruturas tipo de captação;
Captação de água superficial- estruturas tipo de captação.
6. Sistemas de pré-tratamento

Sistemas de pré-tratamento em captações subterrâneas;
Sistemas de pré-tratamento em captações superficiais.
7. Configurações de unidade de Osmose Inversa

Lay-out de uma unidade de Osmose Inversa;
Configuração de duplo andar de permeação;
Configuração de dupla passagem;
Sistemas com turbina;
Sistemas com turbocharger;
Sistemas com permutadores de pressão.
8. Equipamentos de bombagem e Sistemas de Recuperação de energia

Bombas centrífugas de baixa pressão;
Bombas centrífugas de alta pressão;
Bombas de deslocamento positivo;
Permutadores de pressão;
Turbinas e turbochargers.
9. Pós tratamento de água dessalinizada

Mineralização percolação brita calcária vs leite de cal;
Doseamento CO2;
Desinfeção.
10. Instrumentação e Materiais

11. Rotinas de exploração e manutenção

12. Custos: Capex e Opex

Tratamento de Água por Osmose Inversa – Dessalinização

1. Introdução á Dessalinização

2. Técnicas de Dessalinização

A Osmose Inversa;
A destilação.
3. Conceitos base de dessalinização por Osmose Inversa

Princípios fundamentais da Osmose Inversa.
4. Lay-out de Centrais Dessalinizadoras por Osmose Inversa

5. Captação de água salgada

Captação de água subterrânea – estruturas tipo de captação;
Captação de água superficial- estruturas tipo de captação.
6. Sistemas de pré-tratamento

Sistemas de pré-tratamento em captações subterrâneas;
Sistemas de pré-tratamento em captações superficiais.
7. Configurações de unidade de Osmose Inversa

Lay-out de uma unidade de Osmose Inversa;
Configuração de duplo andar de permeação;
Configuração de dupla passagem;
Sistemas com turbina;
Sistemas com turbocharger;
Sistemas com permutadores de pressão.
8. Equipamentos de bombagem e Sistemas de Recuperação de energia

Bombas centrífugas de baixa pressão;
Bombas centrífugas de alta pressão;
Bombas de deslocamento positivo;
Permutadores de pressão;
Turbinas e turbochargers.
9. Pós tratamento de água dessalinizada

Mineralização percolação brita calcária vs leite de cal;
Doseamento CO2;
Desinfeção.
10. Instrumentação e Materiais

11. Rotinas de exploração e manutenção

12. Custos: Capex e Opex

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