Metalorgia e Metalomecânica

Manutenção e Avaliação de Sistemas AVAC e de Frio

1. Principais Tipos de Sistemas AVAC

1.1. Sistemas Ar-Ar:

Rooftop;
Unidade de Tratamento de Ar (UTA).
1.2. Sistemas Ar-Água:

Ventiloconvectores;
Radiadores;
Aerotermos.
1.3. Sistemas Água-Água:

Unidade de climatização de condensação a água;
Bombas de calor geotérmicas.
1.4. Sistemas de Expansão Direta:

Splits;
Multi-splits;
VRV e VRF.
2. Equipamentos dos sistemas AVAC

2.1. Produção:

Chiller, Chiller Bomba de Calor, Chiller com recuperação, chiller 4 tubos;
Caldeira – gás, gasóleo e biomassa;
VRV / VRF;
Rooftop;
Torre de Arrefecimento;
Ventiladores.
2.2. Transporte de Fluidos:

Tubagem;
Condutas.
2.3. Difusão:

Difusores – alcançe, velocidade de zona ocupada e temperatura de zona ocupada;
Grelhas;
Condutas têxteris microperfuradas;
Ventiloconvectores (aerotermos);
Radiadores;
Vigas arrefecidas;
Piso Radiante.
3. Oportunidades para optimização da eficiência

Freecooling;
Temperatura necessária para água de um chiller;
Sistemas de baixa temperatura no aquecimento;
Variação de velocidade das bombas circuladoras em função da pressão ou temperatura;
Variação de velocidade dos ventiladores em função da pressão ou temperatura;
Sistemas predictivos em função do horário, condições exteriores e inércia do edifício;
Regulação da banda morta;
Acumulação em períodos de maior eficiência e menor custo energético;
Indumentária.
4. Circuito de Refrigeração por Compressão

4.1. Princípio básico de funcionamento;

4.2. Principais equipamentos utilizados na sua construção;

Compressor:
– Aberto, Semi-hermético e Hermético.

Evaporador:
– Forçado ou Estático;
– Ar, água ou outro fluido.

Condensador:
– Forçado ou Estático;
– Ar, água ou outro fluido.

Dispositivo de Laminagem:
– Mecânico ou Electromecânico e electrónico.
– Elementos do circuito (filtro secador, válvula solenóide, etc..)

4.3. Eficiência do ciclo (COP, EER, SEER);

4.4. Oportunidades para optimização da sua eficiência:

Sobreaquecimento;
Subarrefecimento;
Rendimento isentrópico do compressor;
Temperatura de Condensação;
Temperatura de Evaporação;
Recuperação de calor de descarga do compressor (sensível);
Recuperação de calor de condensação;
Escalonamento da instalação – requisitos de capacidade variam ao longo do ano;
Controlo modulante da pressão de condensação;
Eficiência dos motores dos compressores, ventiladores ou bombas;
Acoplamentos directos vs transmissão por correias.
5. Manutenção

5.1. Introdução à Manutenção Preventiva (Sistemática e Predictiva) e Manutenção Curativa:

Vida útil de uma instalação AVAC – custo de instalação vs custo de exploração;
Custos de exploração vs custos da manutenção;
Identificação dos equipamentos e localização – Ordens de Trabalho (OT);
Telas Finais das especialidades hidráulica, aeráulica e eléctrica com a respetiva identificação.
5.2. Manutenção Preventiva – Preditiva:

Termografia;
Ultrasons;
Análise de Vibrações;
Detetor de fugas electrónico;
Monitorização:
– Sondas de temperatura;
– Sondas de pressão (transdutores de pressão);
– Sondas de velocidade;
– Pressostatos diferenciais;
– Analisador de energia elétrica;
– Contador de Energia Térmica (entálpico);
– Contador de consumo – água, gás, …
– Aquisição de dados e possível ligação à GTC.

5.3. Manutenção Sistemática:

Ventiladores:
– Transmissão por correias:Tensionamento (Alinhamento; Escorregamento; Chumaceiras)

Acoplamento direto:
– Alinhamento;
– Chumaceira.

Filtros de ar:
– Substituição de filtros colmatados (perda de carga);
– Hermeticidade da caixa e entre filtos;
– Lavagem de filtros (plásticos ou metálicos).

Caldeira:
– Admissão de ar;
– Esgoto de condensados;
– Pressão de alimentação do gás (redutor de pressão);
– Pressão de alimentação do gasóleo (filtro da bomba);
– Humidade presente na Biomassa;
– Afinação da combustão – analisador de gases de combustão;
– Isolamento do corpo da caldeira;
– Detetor de combustível em caso de fuga;
– Limpeza da zona de combustão.

Permutadores (permutador a água, permutador de expansão directa, permutador de placas, permutador “shell&tube”):
– Estado de conservação à corrosão;
– Estado das alhetas;
– Incrustações;
– Filtros.

Termostatos de Pressostatos:
– Controlo (Verificar desvio face ao valor pedido; Verificar actuação segundo o diferencial regulado)
– Segurança (Válvula de segurança por pressão; Termostatos de segurança; Válvulas redutoras de pressão)

Tubagens:
– Isolamento;
– Ligações flexíveis.

Válvulas, Registos e Actuaradores:
– Comutação das válvulas sem fuga interna entre canais;
– Posicionamento dos Registos;
– Posicionamento dos Actuadores.

Sistema de Tratamento de água:
– Doseamento por impulsos;
– Anti-calcário;
– Análise à água do circuito fechado;
– Análise à água de alimentação.

Motores e Alimentação elétrica:
– Valor dos enrolamentos;
– Nº de arranques (mesmo com arrancador suave ou variador de velocidade);
– Regime de funcionamento com variador de velocidade;
– Sobretensão;
– Subtensão;
– Desíquilibrio de fases;
– Harmónicos;
– Cavas;
– Flickers.
– Chiller, Rooftops e VRV:
– Sobreaquecimento;
– Subarrefecimento;
– Temperatura de Descarga do compressor;
– Acidez de óleo do compressor.

Evaporador:
– Limpeza (incrustações);
– Descongelação (sistema de descongelação);
– Ventiladores (se não for estático);
– Bloqueio da circulação do ar pelos produtos armazenados – curto circuito de ar;
– Alhetas irregulares impedindo o fluxo de ar.

Condensador:
– Limpeza (incrustações);
– Ventiladores (se não for estático);
– Exposição solar (sombreamento);
– Bloqueadores de fluxo;
– Alhetas irregulares impedindo o fluxo de ar.

Compressor:
– Nível Óleo;
– Componente elétrica de potência;
– Acidez do óleo;
– Resistência elétrica de cárter;
– Válvulas solenóide para o sistema de regulação de capacidade;
– Apoios antivibráticos;
– Pressostato diferencial da bomba de óleo (no caso dos compressores com circulação forçada).

Dispositivo de Laminagem:
– Válvula de expansão termostática (mecânica) vs Válvula de expansão electrónica;
– Colocação do Bulbo da válvula de expansão.

Termostatos de Pressostatos:
– Controlo (Verificar desvio face ao valor pedido; Verificar actuação segundo o diferencial regulado).
– Segurança (Forçar e verificar a sua actuação).

Tubagens:
– Isolamento;
– Vibrações;
– Ligações flexíveis.

Visor de líquido e indicador de humidade:
– Verificar se há indicação de humidade;
– Verificar se o fluído está a borbulhar.

Filtro Secador:
– Diferencial de temperatura.

Válvulas de Segurança:
– Verificar o selo de segurança;
– Verificar existência de óleo na proximidade.

5.4. Sintomas de Avaria e Causas Prováveis:

Pressão e Condensação muito alta;
Pressão e Condensação muito baixa;
Temperatura de descarga do compressor elevada;
Camada de gelo após o filtro secador.

Manutenção e Avaliação de Sistemas AVAC e de Frio

1. Principais Tipos de Sistemas AVAC

1.1. Sistemas Ar-Ar:

Rooftop;
Unidade de Tratamento de Ar (UTA).
1.2. Sistemas Ar-Água:

Ventiloconvectores;
Radiadores;
Aerotermos.
1.3. Sistemas Água-Água:

Unidade de climatização de condensação a água;
Bombas de calor geotérmicas.
1.4. Sistemas de Expansão Direta:

Splits;
Multi-splits;
VRV e VRF.
2. Equipamentos dos sistemas AVAC

2.1. Produção:

Chiller, Chiller Bomba de Calor, Chiller com recuperação, chiller 4 tubos;
Caldeira – gás, gasóleo e biomassa;
VRV / VRF;
Rooftop;
Torre de Arrefecimento;
Ventiladores.
2.2. Transporte de Fluidos:

Tubagem;
Condutas.
2.3. Difusão:

Difusores – alcançe, velocidade de zona ocupada e temperatura de zona ocupada;
Grelhas;
Condutas têxteris microperfuradas;
Ventiloconvectores (aerotermos);
Radiadores;
Vigas arrefecidas;
Piso Radiante.
3. Oportunidades para optimização da eficiência

Freecooling;
Temperatura necessária para água de um chiller;
Sistemas de baixa temperatura no aquecimento;
Variação de velocidade das bombas circuladoras em função da pressão ou temperatura;
Variação de velocidade dos ventiladores em função da pressão ou temperatura;
Sistemas predictivos em função do horário, condições exteriores e inércia do edifício;
Regulação da banda morta;
Acumulação em períodos de maior eficiência e menor custo energético;
Indumentária.
4. Circuito de Refrigeração por Compressão

4.1. Princípio básico de funcionamento;

4.2. Principais equipamentos utilizados na sua construção;

Compressor:
– Aberto, Semi-hermético e Hermético.

Evaporador:
– Forçado ou Estático;
– Ar, água ou outro fluido.

Condensador:
– Forçado ou Estático;
– Ar, água ou outro fluido.

Dispositivo de Laminagem:
– Mecânico ou Electromecânico e electrónico.
– Elementos do circuito (filtro secador, válvula solenóide, etc..)

4.3. Eficiência do ciclo (COP, EER, SEER);

4.4. Oportunidades para optimização da sua eficiência:

Sobreaquecimento;
Subarrefecimento;
Rendimento isentrópico do compressor;
Temperatura de Condensação;
Temperatura de Evaporação;
Recuperação de calor de descarga do compressor (sensível);
Recuperação de calor de condensação;
Escalonamento da instalação – requisitos de capacidade variam ao longo do ano;
Controlo modulante da pressão de condensação;
Eficiência dos motores dos compressores, ventiladores ou bombas;
Acoplamentos directos vs transmissão por correias.
5. Manutenção

5.1. Introdução à Manutenção Preventiva (Sistemática e Predictiva) e Manutenção Curativa:

Vida útil de uma instalação AVAC – custo de instalação vs custo de exploração;
Custos de exploração vs custos da manutenção;
Identificação dos equipamentos e localização – Ordens de Trabalho (OT);
Telas Finais das especialidades hidráulica, aeráulica e eléctrica com a respetiva identificação.
5.2. Manutenção Preventiva – Preditiva:

Termografia;
Ultrasons;
Análise de Vibrações;
Detetor de fugas electrónico;
Monitorização:
– Sondas de temperatura;
– Sondas de pressão (transdutores de pressão);
– Sondas de velocidade;
– Pressostatos diferenciais;
– Analisador de energia elétrica;
– Contador de Energia Térmica (entálpico);
– Contador de consumo – água, gás, …
– Aquisição de dados e possível ligação à GTC.

5.3. Manutenção Sistemática:

Ventiladores:
– Transmissão por correias:Tensionamento (Alinhamento; Escorregamento; Chumaceiras)

Acoplamento direto:
– Alinhamento;
– Chumaceira.

Filtros de ar:
– Substituição de filtros colmatados (perda de carga);
– Hermeticidade da caixa e entre filtos;
– Lavagem de filtros (plásticos ou metálicos).

Caldeira:
– Admissão de ar;
– Esgoto de condensados;
– Pressão de alimentação do gás (redutor de pressão);
– Pressão de alimentação do gasóleo (filtro da bomba);
– Humidade presente na Biomassa;
– Afinação da combustão – analisador de gases de combustão;
– Isolamento do corpo da caldeira;
– Detetor de combustível em caso de fuga;
– Limpeza da zona de combustão.

Permutadores (permutador a água, permutador de expansão directa, permutador de placas, permutador “shell&tube”):
– Estado de conservação à corrosão;
– Estado das alhetas;
– Incrustações;
– Filtros.

Termostatos de Pressostatos:
– Controlo (Verificar desvio face ao valor pedido; Verificar actuação segundo o diferencial regulado)
– Segurança (Válvula de segurança por pressão; Termostatos de segurança; Válvulas redutoras de pressão)

Tubagens:
– Isolamento;
– Ligações flexíveis.

Válvulas, Registos e Actuaradores:
– Comutação das válvulas sem fuga interna entre canais;
– Posicionamento dos Registos;
– Posicionamento dos Actuadores.

Sistema de Tratamento de água:
– Doseamento por impulsos;
– Anti-calcário;
– Análise à água do circuito fechado;
– Análise à água de alimentação.

Motores e Alimentação elétrica:
– Valor dos enrolamentos;
– Nº de arranques (mesmo com arrancador suave ou variador de velocidade);
– Regime de funcionamento com variador de velocidade;
– Sobretensão;
– Subtensão;
– Desíquilibrio de fases;
– Harmónicos;
– Cavas;
– Flickers.
– Chiller, Rooftops e VRV:
– Sobreaquecimento;
– Subarrefecimento;
– Temperatura de Descarga do compressor;
– Acidez de óleo do compressor.

Evaporador:
– Limpeza (incrustações);
– Descongelação (sistema de descongelação);
– Ventiladores (se não for estático);
– Bloqueio da circulação do ar pelos produtos armazenados – curto circuito de ar;
– Alhetas irregulares impedindo o fluxo de ar.

Condensador:
– Limpeza (incrustações);
– Ventiladores (se não for estático);
– Exposição solar (sombreamento);
– Bloqueadores de fluxo;
– Alhetas irregulares impedindo o fluxo de ar.

Compressor:
– Nível Óleo;
– Componente elétrica de potência;
– Acidez do óleo;
– Resistência elétrica de cárter;
– Válvulas solenóide para o sistema de regulação de capacidade;
– Apoios antivibráticos;
– Pressostato diferencial da bomba de óleo (no caso dos compressores com circulação forçada).

Dispositivo de Laminagem:
– Válvula de expansão termostática (mecânica) vs Válvula de expansão electrónica;
– Colocação do Bulbo da válvula de expansão.

Termostatos de Pressostatos:
– Controlo (Verificar desvio face ao valor pedido; Verificar actuação segundo o diferencial regulado).
– Segurança (Forçar e verificar a sua actuação).

Tubagens:
– Isolamento;
– Vibrações;
– Ligações flexíveis.

Visor de líquido e indicador de humidade:
– Verificar se há indicação de humidade;
– Verificar se o fluído está a borbulhar.

Filtro Secador:
– Diferencial de temperatura.

Válvulas de Segurança:
– Verificar o selo de segurança;
– Verificar existência de óleo na proximidade.

5.4. Sintomas de Avaria e Causas Prováveis:

Pressão e Condensação muito alta;
Pressão e Condensação muito baixa;
Temperatura de descarga do compressor elevada;
Camada de gelo após o filtro secador.

Bombas e Sistemas de Bombagem

Duração: 8 horasNível: Nível 9Modalidade: Outras acções de formação contínua não inseridas no Catálogo Nacional de Qualificações

Bombas e Sistemas de Bombagem

1. Definir os parâmetros necessários ao dimensionamento

Caudal;
Altura manométrica / Pressão;
Influência do peso específico do fluído;
Influência da viscosidade cinemática e suas limitações.
2. Qual o tipo de bomba mais indicada à aplicação – critérios de selecção a utilizar

Tipo de instalação;
Tipo de bomba;
Tipo de impulsor;
Sistema de selagem mais adequado;
Materiais construtivos.
3. Dimensionamento da bomba

Critérios de selecção;
Conceito “Caudal óptimo” e suas implicações no desempenho do equipamento;
“Life Cycle Costs” como critério de avaliação e comparação de soluções;
Cavitação – causas e soluções.
4. Variação de velocidade

Considerações gerais e tendências;
Enquadramento legal (legislação “ErP”);
Factores a ter em conta nesta opção;
Exemplos de cálculo e simulações de optimização energética.
5. Optimização energética de instalações existentes

“Ferramentas” e métodos de avaliação;
Apresentação de resultados – “Case Studies”.
6. Cuidados no Transporte, armazenagem e Instalação

Transporte seguro;
Preservação dos equipamentos em armazém;
Fixação ao maciço;
Alinhamentos finais.
7. Operação e controlo de condição

8. Manutenção

9. Avarias: Causas e Soluções

Bombas e Sistemas de Bombagem

1. Definir os parâmetros necessários ao dimensionamento

Caudal;
Altura manométrica / Pressão;
Influência do peso específico do fluído;
Influência da viscosidade cinemática e suas limitações.
2. Qual o tipo de bomba mais indicada à aplicação – critérios de selecção a utilizar

Tipo de instalação;
Tipo de bomba;
Tipo de impulsor;
Sistema de selagem mais adequado;
Materiais construtivos.
3. Dimensionamento da bomba

Critérios de selecção;
Conceito “Caudal óptimo” e suas implicações no desempenho do equipamento;
“Life Cycle Costs” como critério de avaliação e comparação de soluções;
Cavitação – causas e soluções.
4. Variação de velocidade

Considerações gerais e tendências;
Enquadramento legal (legislação “ErP”);
Factores a ter em conta nesta opção;
Exemplos de cálculo e simulações de optimização energética.
5. Optimização energética de instalações existentes

“Ferramentas” e métodos de avaliação;
Apresentação de resultados – “Case Studies”.
6. Cuidados no Transporte, armazenagem e Instalação

Transporte seguro;
Preservação dos equipamentos em armazém;
Fixação ao maciço;
Alinhamentos finais.
7. Operação e controlo de condição

8. Manutenção

9. Avarias: Causas e Soluções

10. Metodologia de Formação

Bombas e Sistemas de Bombagem

1. Definir os parâmetros necessários ao dimensionamento

Caudal;
Altura manométrica / Pressão;
Influência do peso específico do fluído;
Influência da viscosidade cinemática e suas limitações.
2. Qual o tipo de bomba mais indicada à aplicação – critérios de selecção a utilizar

Tipo de instalação;
Tipo de bomba;
Tipo de impulsor;
Sistema de selagem mais adequado;
Materiais construtivos.
3. Dimensionamento da bomba

Critérios de selecção;
Conceito “Caudal óptimo” e suas implicações no desempenho do equipamento;
“Life Cycle Costs” como critério de avaliação e comparação de soluções;
Cavitação – causas e soluções.
4. Variação de velocidade

Considerações gerais e tendências;
Enquadramento legal (legislação “ErP”);
Factores a ter em conta nesta opção;
Exemplos de cálculo e simulações de optimização energética.
5. Optimização energética de instalações existentes

“Ferramentas” e métodos de avaliação;
Apresentação de resultados – “Case Studies”.
6. Cuidados no Transporte, armazenagem e Instalação

Transporte seguro;
Preservação dos equipamentos em armazém;
Fixação ao maciço;
Alinhamentos finais.
7. Operação e controlo de condição

8. Manutenção

9. Avarias: Causas e Soluções

Elaboração de Planos de Manutenção – Estudo de Casos Práticos

Parte I – Sessões Síncronas para todos os Formandos

A – Como Organizar um Plano de Manutenção

Introdução à Manutenção
Tipos de Manutenção: Preventiva, Condicionada e Corretiva
Organização de um Plano de Manutenção;
Níveis do Planos de Manutenção: periodicidades e tipos de atividades
Regras praticas para elaborar um plano de manutenção eficaz
B – Selecionar as instruções a colocar no Plano de Manutenção

Como criar instruções para reduzir a taxa de avarias
Instruções do manual do fabricante – análise manuais
Como definir periodicidades de manutenção
O que fazer no caso de não haver manuais?
Atividades de cumprimento legal
Boas práticas
Indicadores para controlo da eficácia do plano de manutenção e sua execução prática
C – Requisitos Legais e Técnicos a observar

Segurança de Máquinas
Legislação Ambiental
Licenciamentos obrigatórios
Legislações especificas
Equipamentos de proteção e combate de incêndios
Sistemas automáticos de extinção de incêndio por água
Centrais de bombagem
Fontes abastecedoras de água
Sistemas de deteção de incêndio
Iluminação de emergência
Sistemas abrangidos pela legislação de Legionella
Torres de arrefecimento
Condensadores evaporativos
Humidificadores
Equipamentos ou sistemas que produzam aerossois
Chillers
Sistemas de aquecimento de águas
Instalações elétricas e quadros elétricos
Equipamentos de medição
Sistemas com óleo-hidráulica
Sistemas Pneumáticos e reservatórios de ar comprimido
Caldeiras de vapor
Sistemas AVAC
Redes de gás
Elevadores
Painéis solares
Equipamentos desportivos de uso público
Equipamentos de Segurança
Sistemas de back-up
Equipamentos informáticos

PARTE II – Opcional: Estudo de Casos Práticos com Mentoria Individual com o Formador – 2h por Formando

Suporte na elaboração de Planos de Manutenção dos formandos;
Apoio na organização prática no terreno e resolução de problemas.
As 2 horas de mentoria serão acertadas em horário conveniente para formador e formando.

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