Agricultura, Silvicultura e Pescas - programas não classificados noutra área de formação

PÓS-GRADUAÇÃO INTERNACIONAL EM FLORESTA URBANA (3ª Edição) 2025/2026

HORAS ECTS SEG TER QUA QUI SEX SAB DISCIPLINAS Aula Aula Aula Aula Aula Avaliação 21/out Abertura e esclarecimentos ——–22/out 23/out 24/out 25/out 1.1 Floresta urbana: conceito, função, manejo e conservação 15 2 ——–29/out 30/out 31/out 01/nov 1.2 Clima urbano 15 2 ——–05/nov 06/nov 07/nov 08/nov 1.3 Geomática aplicadas à floresta urbana 15 2 08/nov —————-15/nov PAUSA LETIVA ——–26/nov 27/nov 28/nov 29/nov 1.4 Gestão e manutenção de bacias hidrográficas urbanas 15 2 ——–03/dez 04/dez 05/dez 06/dez 1.5 Ecologia urbana 15 2 ——–10/dez 11/dez 12/dez 13/dez 1.6 Urbanismo, paisagismo e infraestrutura verde 15 2 22/dez —————-09/jan PAUSA LETIVA DE FINAL DE ANO 13/jan 14/jan 15/jan —-Aulas de campo (Disciplinas 1.1 a 1.6), UTAD, PT 20 10/jan —————————-16/jan Final da Avaliação Módulo I CRONOGRAMA DE AULAS 2025-2026 Módulo I (2025-2026)
——–21/jan 22/jan 23/jan 24/jan 2.1 Solos urbanos 15 2 ——–28/jan 29/jan 30/jan 31/jan 2.2 Biologia da árvore 15 2 ——–04/fev 05/fev 06/fev 07/fev 2.3 Inventário e avaliação econômica em floresta urbana 15 2 07/fev —————————-20/fev PAUSA LETIVA E CARNAVAL ——–25/fev 26/fev 27/fev 28/fev 2.4 Planeamento e gestão em floresta urbana 15 2 ——–04/mar 05/mar 06/mar 07/mar 2.5 Seleção de espécies, plantações e manutenção em FU 15 2 ——–11/mar 12/mar 13/mar 14/mar 2.6 Manutenção e transplante de árvores 15 2 14/mar —————————-21/mar PAUSA LETIVA 25/mar 26/mar 27/mar ——-Aulas de campo (Disciplinas 2.1 a 2.6), UTAD, PT 20 28/mar —————————-06/abr Final da Avaliação Módulo II Módulo II (2026)
—-07/abr 08/abr 09/abr 10/abr 11/abr 3.1 Fitossanidade, diagnóstico e medidas de controle 15 2 —-14/abr 15/abr 16/abr 17/abr 18/abr 3.2 Escalada, sistemas de suportes e proteção em árvores 15 2 20/abr —————————-02/mai PAUSA LETIVA (Feriados: Tiradentes e Dia do Trabalho) —-05/mai 06/mai 07/mai 08/mai 09/mai 3.3 Avaliação e gestão de riscos de árvores 15 2 —-12/mai 13/mai 14/mai 15/mai 16/mai 3.4 Gestão de resíduos do manejo de árvores urbanas 15 2 —-11/mai 12/mai 13/mai 14/mai 15/mai 3.5 Tópicos especiais em Floresta Urbana 15 2 18/mai —————————-23/mai PAUSA LETIVA —-26/mai 27/mai 28/mai 29/mai 30/mai 3.6 Seminários em Floresta Urbana 15 2 04/jun 05/jun ——-Aulas de campo (Disciplinas 3.1 a 3.6), UTAD, PT 15 08/jun —————————-20/jun PAUSA LETIVA 22/jun 23/jun 24/jun 25/jun 26/jun 27/jun Aulas de campo (todos os temas), UFRRJ, BR 29/jun —————————-04/jul Final Avaliação Módulo III 04/jul 05/jul 06/jul 07/jul 08/jul 09/jul Recuperação 1,2,3 (Máximo 03 disciplinas, avaliações individuais) Módulo III (2026)
Online Brasil, Horário sincronizado, 18:00-20:0 h (3ª; 4ª; 5ª; 6ª); 07:00-10:00 h (Sáb) Portugal, Horário sincronizado, 21:00-23:00 h; 10:00-13:00 h (Sáb) Gravadas Brasil e Portugal – Horário não sincronizado Presenciais Portugal, 09:00-12:30 H; 14:00-17:30 h Brasil, 8.00-18:00 H (2ª, 3ª, 4ª; 5ª e 6ª); 08.00-17:00 h (Sáb) Módulo IV (2026/2027) Monografia 60 12 Horário Aulas

Curso Prático de Análise Sensorial do Mel

Formação Teórica
– O Mel: origem e composição
– Enquadramento normativo e metodológico de análise da qualidade do mel. Variabilidade nos parâmetros e seu significado.
– Fisiologia da perceção sensorial
– Princípios de boas práticas na análise sensorial
– Harmonização de procedimentos na análise sensorial do mel
– Flora apícola portuguesa com potencial de produção de méis monoflorais e respetivas características sensoriais

Formação Prática
– Fatores de composição que influenciam na análise sensorial: Humidade, cor, sais minerais, aromas, odores e tato.
– Análise sensorial de méis, técnicas de trabalho, condições do ambiente e do provador.
– Fatores de apreciação visual: humidade, cor, limpeza e cristalização
– Fatores de apreciação olfativa: aromas diretos, retronasais, gerais e específicos, intensidade, persistência, aromas estranhos
– Fatores de apreciação gustativa: sabores gerais e específicos
– Fatores de apreciação tátil: cristalização

Análise sensorial de méis representativos dos grupos mais frequentes.
Méis de primavera-verão
– Rosmaninho
– Alecrim
– Laranjeira
– Eucalipto
– Tomilho
– Poejo

Méis de verão-outono
– Urzes
– Meladas do género Quercus
– Castanheiro
– Medronho

Méis de com defeito
– Mel com fumo
– Mel fermentado
– Mel muito aquecido
– Mel com cristalização fracionada

Utilização de fichas de avaliação do mel

Curso Prático de Alimentação Artificial em Apicultura

17 de junho de 2023

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
9-13h
Exposição teórica em sala de aula (laboratório)
– Conceitos de nutrição e Alimentação
– Anatomia e fisiologia do sistema digestivo das abelhas
– Necessidades nutritivas das castas da colónia
– Quando e como alimentar as abelhas
– Alimentos energéticos
– Alimentos proteicos
– Componentes tóxicos presentes nos alimentos
– Avaliação nutricional dos alimentos
– Principais conclusões do projeto ApisCibus quanto aos alimentos comerciais.

14:30h-18:30h
No laboratório
– Preparação de alimentos energéticos
– Preparação de alimentos proteicos

No apiário
– Demonstração da aplicação dos alimentos nas colónias
– Cuidados a ter na aplicação dos alimentos para evitar a pilhagem.

Curso prático de produção de abelhas rainhas

Parte da manhã
Exposição teórica das técnicas.
Visualização e descrição do equipamento utilizado na produção de abelhas rainha.

Parte da tarde (Apiário)
Demonstração da preparação de uma colónia criadora
Demonstração e execução de translarve
Transferência dos quadros porta cúpulas para uma incubadora climatizada
Demonstração do processo de produção de cândi
Enjaulamento de abelhas rainhas

Curso Prático em Patologia Apícola

3 de junho de 2023

Parte da manhã
Exposição teórica do ciclo biológico dos principais patógenos apícolas
Recolha de amostras no apiário

Parte da tarde
Quantificação de varroas em abelhas e em favos
Observação e quantificação de esporos de Nosema ao microscópio

Curso prático de Produção de Pólen Apícola

9-13h
Exposição teórica em sala de aula;
– Valor nutricional do Pólen Apícola;
– Técnicas para estimular a produção;
– Procedimentos técnicos para boas práticas de produção;
– Sistemas de acondicionamento e conservação;
– Estratégias de comercialização.

14:30h-18:30h
No apiário e laboratório
– Instalação de vários modelos de capta pólen
– Cuidados na recolha
– Sistema de secagem
– Prova sensorial de diversos pólenes

VII Curso de Melissopalinologia

1.1. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
9-10h
Exposição teórica
O Mel: origem e composição.
Calendário de floração das principais espécies da flora apícola portuguesa.
Informação passível de obter por uma análise melissopalinógica (vantagens e limites).
Caracterização morfológica do pólen e uso de chaves dicotómicas.

11h-13h
Prática laboratorial
Elaboração de preparações microscópicas de méis portugueses mais relevantes (com e sem acetólise).

14:30h-18:30h
Prática laboratorial
Demonstração do procedimento da análise melissopalinológica recorrendo à projeção em tempo real da imagem obtida no microscópio.
Análise das preparações microscópicas pelos formandos (disponibilidade de um microscópio por cada dois formandos). Será oferecida uma preparação microscópica de cada tipo de mel aos formandos.

Nota: Os méis portugueses considerados relevantes são os méis de Rosmaninho, de Urzes, de Castanheiro, de Eucalipto, de Laranjeira e de Meladas do género Quercus. Adicionalmente poderão ser feitas preparações microscópicas de méis trazidos pelos formandos.

Curso prático de Produção de Pão de Abelha

26 de abril de 2023

5.4. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
9-13h
Exposição teórica em sala de aula
– Enquadramento legal;
– Flora melífera e calendário de floração;
– Valor nutracêutico do pão de abelha;
– Microbiologia do pão de abelha
– Técnicas de estimulação da produção;
– Equipamentos usados na produção;
– Procedimentos técnicos para boas práticas de produção;
– Estratégias de comercialização.

14:30h-18:30h
No apiário e laboratório
– Demonstração da técnica de produção
– Recolha e acondicionamentos dos favos
– Sistemas de extração do pão de abelha dos favos
– Sistema de secagem
– Avaliação da qualidade do pão de abelha

Curso de Apicultura

1- CARACTERIZAÇÃO GERAL
1.1- História da apicultura
1.2- Apicultura nacional
1.3. Enquadramento legal
1.4- Sistemática do género Apis
2- BIOLOGIA DA ABELHA
2.1- Organização da colónia
2.2- Anatomia e morfologia
2.3- Ciclo biológico das castas
2.4- Comportamento e comunicação
3- TÉCNICAS DE CRIAÇÃO
3.1- Instalação de um apiário
3.2- Equipamento apícola
3.3- Fixismo e mobilismo
3.4- Modelos de colmeia
3.5- Povoamento e condução das colónias
3.6- Produção de rainhas e de enxames
3.7- Alimentação artificial
4- PRODUTOS APÍCOLAS
4.1- Mel
4.2- Cera
4.3- Própolis
4.4- Geleia real
4.5- Veneno
4.6- Pólen
5- FLORA APÍCOLA
5.1- Principais espécies nacionais e sua distribuição geográfica
5.2- Matérias-primas recolhidas pelas abelhas
5.3- O pólen como marcador da origem botânica e geográfica do mel
6- SANIDADE E PATOLOGIA APÍCOLAS
6.1- Maneio preventivo
6.2- Doenças
6.3- Pragas
6.4- Predadores
7- POLINIZAÇÃO
7.1- Tipos de polinização
7.2- Fatores determinantes da eficiência de polinização
7.3- Maneio de colónias para polinização

Curso de Apicultura (2022)

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1- CARACTERIZAÇÃO GERAL
1.1- História da apicultura
1.2- Apicultura nacional
1.3. Enquadramento legal
1.4- Sistemática do género Apis
2- BIOLOGIA DA ABELHA
2.1- Organização da colónia
2.2- Anatomia e morfologia
2.3- Ciclo biológico das castas
2.4- Comportamento e comunicação
3- TÉCNICAS DE CRIAÇÃO
3.1- Instalação de um apiário
3.2- Equipamento apícola
3.3- Fixismo e mobilismo
3.4- Modelos de colmeia
3.5- Povoamento e condução das colónias
3.6- Produção de rainhas e de enxames
3.7- Alimentação artificial
4- PRODUTOS APÍCOLAS
4.1- Mel
4.2- Cera
4.3- Própolis
4.4- Geleia real
4.5- Veneno
4.6- Pólen
5- FLORA APÍCOLA
5.1- Principais espécies nacionais e sua distribuição geográfica
5.2- Matérias-primas recolhidas pelas abelhas
5.3- O pólen como marcador da origem botânica e geográfica do mel
6- SANIDADE E PATOLOGIA APÍCOLAS
6.1- Maneio preventivo
6.2- Doenças
6.3- Pragas
6.4- Predadores
7- POLINIZAÇÃO
7.1- Tipos de polinização
7.2- Fatores determinantes da eficiência de polinização
7.3- Maneio de colónias para polinização

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