UFCD 6560 – Comunicação na interação com o utente, cuidador e/ou família
Enquadramento
Objetivos Gerais
Objetivos Específicos
Conteúdo Programático
Metodologia
Avaliação
Certificação
Recursos e Materiais
Documentação Necessária
Sessões e Ações de Formação
Enquadramento
Apesar dos progressos alcançados nas últimas décadas, no que respeita à qualificação dos portugueses, persiste ainda uma grande carência ao nível da educação, formação e qualificação da população ativa em geral, fenómeno que limita o potencial de inovação e competitividade da economia em Portugal.
Pretendemos, portanto, através da presente formação aumentar a base formativa qualificante dos formandos, nomeadamente, ativos empregados e desempregados, promovendo o seu (re)ingresso no mercado de trabalho.
Note-se também que, um dos pilares do Programa XXI Governo Constitucional e do Programa Nacional de Reformas diz respeito ao alargamento da Qualificação dos Portugueses.
Objetivos
– Identificar possíveis estratégias para ultrapassar as barreiras na comunicação e interação com utente.
– Identificar mitos e crenças comuns nas populações migrantes e minorias étnicas em Portugal.
– Identificar os aspetos de natureza cultural, de género e de vulnerabilidade que podem consistir obstáculo à comunicação e à interação.
– Explicar que as tarefas que se integram no âmbito de intervenção do/a Técnico/a Auxiliar de Saúde terão de ser sempre executadas com orientação e supervisão de um profissional de saúde.
– Identificar as tarefas que têm de ser executadas sob supervisão direta do profissional de saúde e aquelas que podem ser executadas sozinho.
– Aplicar técnicas de comunicação na interação com o utente, cuidador e/ou família com alterações de comportamento ou alterações ou perturbações mentais.
– Aplicar técnicas de comunicação na interação com utentes com alterações sensoriais.
– Explicar a importância de comunicar de forma clara, precisa e assertiva.
– Explicar a importância de demonstrar interesse e disponibilidade na interação com utentes, familiares e/ou cuidadores.
– Explicar a importância de manter autocontrolo em situações críticas e de limite.
– Explicar o dever de agir em função das orientações do Profissional de saúde.
– Explicar o impacte das suas ações na interação e bem-estar emocional de terceiros.
– Explicar a importância de respeitar os princípios de ética no desempenho das suas funções de Técnico/a Auxiliar de Saúde.
– Explicar a importância de adequar a sua ação profissional a diferentes públicos e culturas.
– Explicar a importância de adequar a sua ação profissional a diferentes contextos institucionais no âmbito dos cuidados de saúde.
– Explicar a importância da cultura no agir profissional.
Objetivos Específicos
– Identificar possíveis estratégias para ultrapassar as barreiras na comunicação e interação com utente.
– Identificar mitos e crenças comuns nas populações migrantes e minorias étnicas em Portugal.
– Identificar os aspetos de natureza cultural, de género e de vulnerabilidade que podem consistir obstáculo à comunicação e à interação.
– Explicar que as tarefas que se integram no âmbito de intervenção do/a Técnico/a Auxiliar de Saúde terão de ser sempre executadas com orientação e supervisão de um profissional de saúde.
– Identificar as tarefas que têm de ser executadas sob supervisão direta do profissional de saúde e aquelas que podem ser executadas sozinho.
– Aplicar técnicas de comunicação na interação com o utente, cuidador e/ou família com alterações de comportamento ou alterações ou perturbações mentais.
– Aplicar técnicas de comunicação na interação com utentes com alterações sensoriais.
– Explicar a importância de comunicar de forma clara, precisa e assertiva.
– Explicar a importância de demonstrar interesse e disponibilidade na interação com utentes, familiares e/ou cuidadores.
– Explicar a importância de manter autocontrolo em situações críticas e de limite.
– Explicar o dever de agir em função das orientações do Profissional de saúde.
– Explicar o impacte das suas ações na interação e bem-estar emocional de terceiros.
– Explicar a importância de respeitar os princípios de ética no desempenho das suas funções de Técnico/a Auxiliar de Saúde.
– Explicar a importância de adequar a sua ação profissional a diferentes públicos e culturas.
– Explicar a importância de adequar a sua ação profissional a diferentes contextos institucionais no âmbito dos cuidados de saúde.
– Explicar a importância da cultura no agir profissional.
Conteúdo Programático
• A comunicação na interação com o utente, cuidador e/ou família
A comunicação na interação com indivíduos em situações de vulnerabilidade
A comunicação na interação com indivíduos com alterações de comportamento:
– Agressividade
– Agitação
– Conflito
A comunicação na interação com indivíduos com alterações ou perturbações mentais
• A comunicação na interação com o utente com alterações sensoriais
A comunicação não verbal
Outras linguagens
• Comunicação e Interculturalidade em saúde
Barreiras interculturais na comunicação
Mitos e factos sobre saúde e (i)migração
• A Comunicação e o Género em saúde
• A comunicação na interação com populações mais vulneráveis
• Tarefas que em relação a esta temática se encontram no âmbito de intervenção do/a Técnico/a Auxiliar de Saúde
Tarefas que, sob orientação de um profissional de saúde, tem de executar sob sua supervisão direta
Tarefas que, sob orientação e supervisão de um profissional de saúde, pode executar sozinho
Metodologia
A metodologia da formação é predominantemente participativa e assenta na realização de situações práticas, análise de situações concretas, assim como na troca de experiências entre formandos(as) e formadores(as).
Os métodos pedagógicos a utilizar serão o expositivo e participativo/ativo.
Certificação
CERTIFICAÇÃO:
A frequência com aproveitamento confere ao formando o direito a receber um Certificado de Qualificações que descrimina a(s) unidade(s) de formação de curta duração concluída(s) com aproveitamento, para além do registo das mesmas na Caderneta Individual de Competências, nos termos da legislação aplicável.
O Certificado será imitido de acordo com a Portaria nº 474/2010 de 8 de julho, a qual estabelece o modelo de certificado de formação profissional que, no âmbito do Sistema Nacional de Qualificações, aprovado pelo Decreto-Lei nº 396/2007, de 31 de dezembro, se destina a certificar a conclusão com aproveitamento de uma ação de formação certificada inserida no Catálogo Nacional de Qualificações.
