Imunidade – o produto da interação entre sistemas orgânicos e microbiológicos

Outras acções de formação contínua não inseridas no Catálogo Nacional de Qualificações
Enquadramento
Nos 40 últimos anos a investigação científica tem desafiado a visão clássica da autonomia funcional do sistema imunitário. A progressiva compreensão da existência de interações imunológicas com outros sistemas orgânicos e microbiológicos sugere que os processos imunorreguladores fazem parte de um sistema de defesa integrado que compreende os sistemas nervoso, endócrino e imunitário e o microbioma. Compreender a imunidade como o produto da interação entre sistemas orgânicos e microbiológicos e conhecer os diversos fatores que a comprometem e respetivos impactos na saúde física e mental do utente, poderá ser uma mais valia para a prática farmacêutica. Este conhecimento permitirá ao Farmacêutico contribuir para a prevenção de “doenças imunitárias” através do aconselhamento de medidas não farmacológicas imunomodeladoras assentes em estilos de vida saudáveis.
Objetivos Gerais
Dotar os formandos de conhecimentos específicos, fornecendo as bases e fundamentos teóricos acerca da temática para que o formando, à luz do conhecimento científico mais atual, se possa destacar na sua prática enquanto agente promotor da literacia em imunidade.
Objetivos Específicos
Compreender os conceitos de neuroplasticidade e neurogénese; - Relacionar os principais neurotransmissores com as respetivas funções; - Classificar anatómica e funcionalmente os sistemas nervoso central e sistema nervoso periférico, respetivamente; - Identificar as principais funções do sistema límbico no organismo; - Reconhecer o sistema nervoso simpático, parassimpático, entérico e cardíaco como sendo constituintes do sistema nervoso autónomo; - Distinguir o sistema nervoso simpático do sistema nervoso parassimpático e respetivas respostas a eles associadas; - Identificar as principais glândulas endócrinas, as suas funções e hormonas por elas produzidas; - Descrever as funções do sistema imunitário, os diversos constituintes e respetivas funções; - Reconhecer a função de barreira que os órgãos do tubo digestivo exercem entre o meio interno e externo além do seu papel no processo digestivo; - Identificar o intestino como sendo o maior órgão imunitário e um órgão no qual ocorre a produção de uma percentagem significativa de diferentes tipos de neurotransmissores; - Interpretar a cor, forma e textura das fezes através da escala de Bristol e a partir dessa análise inferir acerca do trânsito intestinal e saúde digestiva; - Distinguir os principais distúrbios digestivos; - Diferenciar com clareza imunidade inata de imunidade adquirida; - Descrever os principais mecanismos de defesa não específicos e a sua importância para o organismo; - Distinguir inflamação aguda de inflamação crónica e as suas implicações para a saúde; - Compreender a febre como um mecanismo natural de defesa associado à resposta inflamatória; - Distinguir imunidade celular de imunidade humoral e respetivos processos imunológicos associados; - Classificar a resposta imunitária de acordo com os seus efeitos no organismo; - Distinguir com rigor os conceitos de microbioma e microbiota; - Enumerar as principais microbiotas que compõem o organismo humano; - Descrever como se adquire a microbiota intestinal e como esta evolui ao longo da vida; - Descrever o papel da microbiota intestinal no desenvolvimento do sistema imunitário; - Distinguir bactérias fermentativas de bactérias proteolíticas e microbiota residente de microbiota transitória; - Enumerar os seis filos dominantes da microbiota intestinal e as suas principais características; - Identificar as principais funções fisiológicas da microbiota intestinal; - Compreender a influência que a composição da microbiota intestinal tem no humor e na saúde mental; - Ordenar corretamente a sequência da evolução da doença infeciosa; - Definir qual a proteção conferida pela microbiota intestinal e pelo sistema imunitário local contra infeções no sistema gastrointestinal; - Analisar o efeito da microbiota intestinal na imunidade sistémica e na modulação da resposta imunitária a infeções do trato extragastrointestinal; - Relacionar a desregulação da interação microbiota-sistema imunitário com algumas doenças inflamatórias crónicas; - Enunciar a Psiconeuroimunologia (PNI) como sendo o campo da ciência que investiga interações entre o sistema nervoso, o sistema endócrino, o comportamento e a imunidade; - Compreender a evolução histórica da Psiconeuroimunologia; - Relacionar as comunicações bidirecionais entre os sistemas nervoso, endócrino e imunitário com as implicações clínicas e contributos para a saúde física e mental; - Classificar anatomicamente o nervo vago como sendo o nervo craniano mais longo do corpo e descrever as suas principais funções; - Reconhecer as propriedades anti-inflamatórias do nervo vago; - Identificar o nervo vago como uma componente chave dos eixos neuroimune e cérebro-intestino; - Enumerar as três vias através das quais o nervo vago envia sinais anti-inflamatórios a outras partes do corpo; - Relacionar a inervação vagal do intestino com a homeostasia imunitária; - Identificar a imunossenescência como um dos principais motores da detioração imunitária associada ao envelhecimento celular; - Reconhecer o jejum como uma resposta natural do corpo no combate a uma infeção; - Analisar o efeito imunomodelador do jejum, em particular do jejum intermitente, e os mecanismos subjacentes; - Enumerar as principais funções da autofagia no organismo; - Compreender o papel da autofagia na inflamação, infeção e no metabolismo imunitário; - Descrever os benefícios do condicionamento hipertérmico e da terapia da sauna; - Compreender de que forma a exposição ao frio poderá afetar a imunidade; - Enunciar os principais fatores que podem comprometer a imunidade do organismo; - Descrever de forma clara e com rigor o modo como a alimentação, a qualidade do sono, o estado de hidratação, os níveis de stress e a reduzida atividade física e ao ar livre podem impactar negativamente a imunidade do organismo; - Definir com clareza o conceito de resiliência imunológica.
Conteúdo Programático
I. O Organismo e os seus Sistemas: noções gerais II. Mecanismos de Defesa e Tipos de Imunidade III. O Microbioma Humano IV. A interação entre a microbiota intestinal e o sistema imunitário no contexto das doenças infeciosas V. O sistema imunitário, a microbiota e as doenças inflamatórias crónicas VI. Psiconeuroimunologia: interações entre o sistema nervoso, o sistema endócrino, o comportamento, a imunidade e as suas implicações clínicas VII. O nervo vago e a homeostasia imunitária/intestinal VIII. O jejum, a autofagia e a imunossenescência IX. Terapia quente/frio e a imunidade X. Fatores que podem comprometer a imunidade Resiliência imunológica
Metodologia
Este curso encontra-se estruturado na modalidade de ensino à distância no formato E-learning. É um curso composto por sessões assíncronas e síncronas, onde existirá um/a e-formador/a responsável por toda a dinamização e acompanhamento do mesmo. Os métodos a serem utilizados nas sessões síncronas são o método expositivo conjugado com o interrogativo. Através do método expositivo pretende-se que o formador, de uma forma atrativa e motivadora, desenvolva oralmente o tema dando todo o conteúdo, estruturando o raciocínio, assim como o resultado a obter. Com o método interrogativo, nomeadamente através da técnica das perguntas, pretende-se arrancar com a discussão, promover a reflexão por parte dos formandos utilizando desde perguntas fechadas, a abertas e de escolha orientada. Procura-se promover assim a envolvência do formando no tema. À data de início do curso, será disponibilizado o acesso à Plataforma Moodle, por forma a poderem explorar todas as suas funcionalidades, bem como iniciarem a leitura dos documentos de suporte ao manuseamento da mesma. Neste momento terão também acesso ao teste de avaliação diagnóstica. O resultado da avaliação diagnóstica não será contabilizado para a avaliação final, uma vez que esta, visa essencialmente avaliar os conhecimentos prévios sobre os conteúdos abordados durante o curso. Depois de realizar o teste de avaliação diagnóstica serão disponibilizados os recursos pedagógicos de suporte ao estudo, sendo que em cada sessão síncrona será disponibilizada uma apresentação dinâmica dos conteúdos. O E-Formador estará disponível para o esclarecimento das dúvidas dos formandos através do chat da plataforma de e-learning e/ou através do e-mail num horário previamente definido. Poderão também ser disponibilizados recursos complementares (ex.: bibliografia recomendada) de forma a enriquecer a experiência formativa. Priorizamos metodologias dinâmicas e interativas por forma a que o/a formando/a tenha um percurso formativo o mais didático possível, impedindo a sua desmotivação para a aprendizagem. Ao longo do curso recomenda-se a leitura e a reflexão individual de todos os materiais pedagógicos disponibilizados, de forma a garantir o sucesso do processo de aprendizagem do formando.
Avaliação
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA OU INICIAL No início do curso será realizado um breve teste de avaliação diagnóstico por forma a aferir o nível de conhecimentos prévios dos/as formandos/as face às temáticas a desenvolver durante o mesmo. Desta forma será possível avaliar a evolução na aquisição de conhecimentos e/ou competências. AVALIAÇÃO SUMATIVA OU FINAL O(a) formando(a) terá que realizar um teste de avaliação cujas questões incidem sobre todos os conteúdos explorados durante os mesmos. A realização do teste tem uma duração máxima de 90 minutos. As notas serão atribuídas segundo a escala 0 a 20 valores. ESCALA DE AVALIAÇÃO/APROVEITAMENTO Considera-se o formando como aprovado, sempre que a nota obtida for no mínimo de 10 valores.É necessário que o formando participe, no mínimo, em 90% das sessões síncronas lecionadas. Critérios de Avaliação do Curso - Teste de Avaliação de Conhecimentos | 60%: os formandos têm que ter uma classificação igual ou superior a 10 valores; - Participação em 90% das sessões síncronas | 40%
Certificação
A frequência com aproveitamento confere ao formando o direito a receber um Certificado de Formação Profissional com uma nota final igual à classificação obtida na avaliação final da aprendizagem.
Recursos e Materiais
- Manual de apoio pedagógico; - PowerPoint da aula; - Entre outros materiais.
Documentação Necessária
- Documento de Identificação; - Certificado de Habilitações.
Sessões e Ações de Formação

Enquadramento

Nos 40 últimos anos a investigação científica tem desafiado a visão clássica da autonomia funcional do sistema imunitário. A progressiva compreensão da existência de interações imunológicas com outros sistemas orgânicos e microbiológicos sugere que os processos imunorreguladores fazem parte de um sistema de defesa integrado que compreende os sistemas nervoso, endócrino e imunitário e o microbioma.
Compreender a imunidade como o produto da interação entre sistemas orgânicos e microbiológicos e conhecer os diversos fatores que a comprometem e respetivos impactos na saúde física e mental do utente, poderá ser uma mais valia para a prática farmacêutica. Este conhecimento permitirá ao Farmacêutico contribuir para a prevenção de “doenças imunitárias” através do aconselhamento de medidas não farmacológicas imunomodeladoras assentes em estilos de vida saudáveis.

Objetivos

Dotar os formandos de conhecimentos específicos, fornecendo as bases e fundamentos teóricos acerca da temática para que o formando, à luz do conhecimento científico mais atual, se possa destacar na sua prática enquanto agente promotor da literacia em imunidade.

Objetivos Específicos

Compreender os conceitos de neuroplasticidade e neurogénese;
– Relacionar os principais neurotransmissores com as respetivas funções;
– Classificar anatómica e funcionalmente os sistemas nervoso central e sistema nervoso periférico, respetivamente;
– Identificar as principais funções do sistema límbico no organismo;
– Reconhecer o sistema nervoso simpático, parassimpático, entérico e cardíaco como sendo constituintes do sistema nervoso autónomo;
– Distinguir o sistema nervoso simpático do sistema nervoso parassimpático e respetivas respostas a eles associadas;
– Identificar as principais glândulas endócrinas, as suas funções e hormonas por elas produzidas;
– Descrever as funções do sistema imunitário, os diversos constituintes e respetivas funções;
– Reconhecer a função de barreira que os órgãos do tubo digestivo exercem entre o meio interno e externo além do seu papel no processo digestivo;
– Identificar o intestino como sendo o maior órgão imunitário e um órgão no qual ocorre a produção de uma percentagem significativa de diferentes tipos de neurotransmissores;
– Interpretar a cor, forma e textura das fezes através da escala de Bristol e a partir dessa análise inferir acerca do trânsito intestinal e saúde digestiva;
– Distinguir os principais distúrbios digestivos;
– Diferenciar com clareza imunidade inata de imunidade adquirida;
– Descrever os principais mecanismos de defesa não específicos e a sua importância para o organismo;
– Distinguir inflamação aguda de inflamação crónica e as suas implicações para a saúde;
– Compreender a febre como um mecanismo natural de defesa associado à resposta inflamatória;
– Distinguir imunidade celular de imunidade humoral e respetivos processos imunológicos associados;
– Classificar a resposta imunitária de acordo com os seus efeitos no organismo;
– Distinguir com rigor os conceitos de microbioma e microbiota;
– Enumerar as principais microbiotas que compõem o organismo humano;
– Descrever como se adquire a microbiota intestinal e como esta evolui ao longo da vida;
– Descrever o papel da microbiota intestinal no desenvolvimento do sistema imunitário;
– Distinguir bactérias fermentativas de bactérias proteolíticas e microbiota residente de microbiota transitória;
– Enumerar os seis filos dominantes da microbiota intestinal e as suas principais características;
– Identificar as principais funções fisiológicas da microbiota intestinal;
– Compreender a influência que a composição da microbiota intestinal tem no humor e na saúde mental;
– Ordenar corretamente a sequência da evolução da doença infeciosa;
– Definir qual a proteção conferida pela microbiota intestinal e pelo sistema imunitário local contra infeções no sistema gastrointestinal;
– Analisar o efeito da microbiota intestinal na imunidade sistémica e na modulação da resposta imunitária a infeções do trato extragastrointestinal;
– Relacionar a desregulação da interação microbiota-sistema imunitário com algumas doenças inflamatórias crónicas;
– Enunciar a Psiconeuroimunologia (PNI) como sendo o campo da ciência que investiga interações entre o sistema nervoso, o sistema endócrino, o comportamento e a imunidade;
– Compreender a evolução histórica da Psiconeuroimunologia;
– Relacionar as comunicações bidirecionais entre os sistemas nervoso, endócrino e imunitário com as implicações clínicas e contributos para a saúde física e mental;
– Classificar anatomicamente o nervo vago como sendo o nervo craniano mais longo do corpo e descrever as suas principais funções;
– Reconhecer as propriedades anti-inflamatórias do nervo vago;
– Identificar o nervo vago como uma componente chave dos eixos neuroimune e cérebro-intestino;
– Enumerar as três vias através das quais o nervo vago envia sinais anti-inflamatórios a outras partes do corpo;
– Relacionar a inervação vagal do intestino com a homeostasia imunitária;
– Identificar a imunossenescência como um dos principais motores da detioração imunitária associada ao envelhecimento celular;
– Reconhecer o jejum como uma resposta natural do corpo no combate a uma infeção;
– Analisar o efeito imunomodelador do jejum, em particular do jejum intermitente, e os mecanismos subjacentes;
– Enumerar as principais funções da autofagia no organismo;
– Compreender o papel da autofagia na inflamação, infeção e no metabolismo imunitário;
– Descrever os benefícios do condicionamento hipertérmico e da terapia da sauna;
– Compreender de que forma a exposição ao frio poderá afetar a imunidade;
– Enunciar os principais fatores que podem comprometer a imunidade do organismo;
– Descrever de forma clara e com rigor o modo como a alimentação, a qualidade do sono, o estado de hidratação, os níveis de stress e a reduzida atividade física e ao ar livre podem impactar negativamente a imunidade do organismo;
– Definir com clareza o conceito de resiliência imunológica.

Conteúdo Programático

I. O Organismo e os seus Sistemas: noções gerais
II. Mecanismos de Defesa e Tipos de Imunidade
III. O Microbioma Humano
IV. A interação entre a microbiota intestinal e o sistema imunitário no contexto das doenças infeciosas
V. O sistema imunitário, a microbiota e as doenças inflamatórias crónicas
VI. Psiconeuroimunologia: interações entre o sistema nervoso, o sistema endócrino, o comportamento, a imunidade e as suas implicações clínicas
VII. O nervo vago e a homeostasia imunitária/intestinal
VIII. O jejum, a autofagia e a imunossenescência
IX. Terapia quente/frio e a imunidade
X. Fatores que podem comprometer a imunidade
Resiliência imunológica

Metodologia

Este curso encontra-se estruturado na modalidade de ensino à distância no formato E-learning. É um curso composto por sessões assíncronas e síncronas, onde existirá um/a e-formador/a responsável por toda a dinamização e acompanhamento do mesmo. Os métodos a serem utilizados nas sessões síncronas são o método expositivo conjugado com o interrogativo.
Através do método expositivo pretende-se que o formador, de uma forma atrativa e motivadora, desenvolva oralmente o tema dando todo o conteúdo, estruturando o raciocínio, assim como o resultado a obter.
Com o método interrogativo, nomeadamente através da técnica das perguntas, pretende-se arrancar com a discussão, promover a reflexão por parte dos formandos utilizando desde perguntas fechadas, a abertas e de escolha orientada. Procura-se promover assim a envolvência do formando no tema.
À data de início do curso, será disponibilizado o acesso à Plataforma Moodle, por forma a poderem explorar todas as suas funcionalidades, bem como iniciarem a leitura dos documentos de suporte ao manuseamento da mesma. Neste momento terão também acesso ao teste de avaliação diagnóstica. O resultado da avaliação diagnóstica não será contabilizado para a avaliação final, uma vez que esta, visa essencialmente avaliar os conhecimentos prévios sobre os conteúdos abordados durante o curso.
Depois de realizar o teste de avaliação diagnóstica serão disponibilizados os recursos pedagógicos de suporte ao estudo, sendo que em cada sessão síncrona será disponibilizada uma apresentação dinâmica dos conteúdos.
O E-Formador estará disponível para o esclarecimento das dúvidas dos formandos através do chat da plataforma de e-learning e/ou através do e-mail num horário previamente definido.
Poderão também ser disponibilizados recursos complementares (ex.: bibliografia recomendada) de forma a enriquecer a experiência formativa.
Priorizamos metodologias dinâmicas e interativas por forma a que o/a formando/a tenha um percurso formativo o mais didático possível, impedindo a sua desmotivação para a aprendizagem.
Ao longo do curso recomenda-se a leitura e a reflexão individual de todos os materiais pedagógicos disponibilizados, de forma a garantir o sucesso do processo de aprendizagem do formando.

Certificação

A frequência com aproveitamento confere ao formando o direito a receber um Certificado de Formação Profissional com uma nota final igual à classificação obtida na avaliação final da aprendizagem.

Duração: 22 horasNível: Nível 4Modalidade: Outras acções de formação contínua não inseridas no Catálogo Nacional de QualificaçõesOrganização:

Sessões Disponíveis

15/05/2025 – 06/07/2025 | Rua São Bento das Peras nº 253 ,4435-432Rio Tinto, Rio Tinto, Porto | Misto
Início: 15/05/2025Fim: 06/07/2025Local: Rua São Bento das Peras nº 253 ,4435-432Rio Tinto, Rio Tinto, PortoRegime: MistoDuração: 52 hVagas: 15
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