A Morte é já ali – vivências psicológicas na doença incurável

Outras acções de formação contínua não inseridas no Catálogo Nacional de Qualificações
Enquadramento
A prevalência de doenças incuráveis na sociedade de hoje, como as demências ou o cancro, é cada vez maior e tem, por isso, cada vez mais impacto sobre a vida das pessoas. Apesar de estas duas serem normalmente as mais referidas, existem várias condições clínicas que trazem consequências graves à vida das pessoas e que as podem limitar, a si e às suas famílias, tanto na sua autonomia como na sua qualidade de vida. A juntar a estas questões, temos a presença constante da ideia da morte e do sofrimento que surge associado a este futuro provável. Por tudo isto, é necessário construir respostas adequadas, com profissionais preparados para lidar com os aspetos mais desafiantes que estas situações podem trazer. Esta formação pretende preparar os formandos para intervir com pessoas com doenças incuráveis, e seus familiares, abordando especialmente as fases mais avançadas da doença. Serão discutidas as reações psicológicas mais comuns associadas a cada fase da doença e como podem ser alvo de intervenção, contribuindo assim para a melhoria da qualidade de vida e para o bem-estar de todos os envolvidos. Serão igualmente apresentadas estratégias para melhor comunicar com estas pessoas e famílias, identificando os temas mais delicados e os momentos mais difíceis da comunicação. Durante a formação, serão também abordadas questões que podem ser trabalhadas de forma a tornar todos os intervenientes mais capazes no desenvolvimento do seu trabalho neste contexto.
Objetivos Gerais
Saber identificar as reações psicológicas mais comuns existentes na vivência de uma doença grave e/ou incurável, especialmente em cada uma das fases do decorrer da doença. Saber utilizar as estratégias de intervenção mais adequadas, por forma a promover o bem-estar psicológico de todos os envolvidos, desde a pessoa doente aos seus familiares.
Objetivos Específicos
Saber saber Distinguir coping adaptativo de coping desadaptativo. Reconhecer as reações psicológicas mais comuns nas diferentes fases da doença. Reconhecer as principais diferenças que podem existir entre as vivências psicológicas da pessoa doente e dos seus familiares. Identificar sinais de luto antecipatório e de luto patológico, e distingui-los. Saber fazer Realizar avaliações prévias sobre os principais temas relacionados como processo de doença. Preparar o processo de intervenção, identificando quem será alvo da intervenção psicológica. Adaptar a intervenção psicológica ao contexto específico da doença grave e/ou incurável. Preparar a pessoa doente e a sua família para a evolução da doença, trabalhando as expetativas presentes. Saber ser Identificar os seus valores e ideias próprias quanto a esta temática e questionar qual o impacto dos mesmos sobre as suas intervenções. Motivar-se para encarar numa perspectiva de desenvolvimento pessoal e/ou profissional a forma como lida com a fase final da vida Adoptar um conjunto de estratégias de intervenção com que se identifique e utilizá-las em contexto de simulação
Metodologia
Métodos utilizados: expositivo, interrogativo e activo
Avaliação
Formativa – Observação da execução de exercícios práticos; formulação de questões orais.
Certificação
Não
Recursos e Materiais
Instalações e equipamentos específicos adequados à realização da formação.
Sessões e Ações de Formação

Enquadramento

A prevalência de doenças incuráveis na sociedade de hoje, como as demências ou o cancro, é cada vez maior e tem, por isso, cada vez mais impacto sobre a vida das pessoas. Apesar de estas duas serem normalmente as mais referidas, existem várias condições clínicas que trazem consequências graves à vida das pessoas e que as podem limitar, a si e às suas famílias, tanto na sua autonomia como na sua qualidade de vida. A juntar a estas questões, temos a presença constante da ideia da morte e do sofrimento que surge associado a este futuro provável.

Por tudo isto, é necessário construir respostas adequadas, com profissionais preparados para lidar com os aspetos mais desafiantes que estas situações podem trazer.

Esta formação pretende preparar os formandos para intervir com pessoas com doenças incuráveis, e seus familiares, abordando especialmente as fases mais avançadas da doença. Serão discutidas as reações psicológicas mais comuns associadas a cada fase da doença e como podem ser alvo de intervenção, contribuindo assim para a melhoria da qualidade de vida e para o bem-estar de todos os envolvidos. Serão igualmente apresentadas estratégias para melhor comunicar com estas pessoas e famílias, identificando os temas mais delicados e os momentos mais difíceis da comunicação. Durante a formação, serão também abordadas questões que podem ser trabalhadas de forma a tornar todos os intervenientes mais capazes no desenvolvimento do seu trabalho neste contexto.

Objetivos

Saber identificar as reações psicológicas mais comuns existentes na vivência de uma doença grave e/ou incurável, especialmente em cada uma das fases do decorrer da doença.

Saber utilizar as estratégias de intervenção mais adequadas, por forma a promover o bem-estar psicológico de todos os envolvidos, desde a pessoa doente aos seus familiares.

Objetivos Específicos

Saber saber

Distinguir coping adaptativo de coping desadaptativo.

Reconhecer as reações psicológicas mais comuns nas diferentes fases da doença.

Reconhecer as principais diferenças que podem existir entre as vivências psicológicas da pessoa doente e dos seus familiares.

Identificar sinais de luto antecipatório e de luto patológico, e distingui-los.

Saber fazer

Realizar avaliações prévias sobre os principais temas relacionados como processo de doença.

Preparar o processo de intervenção, identificando quem será alvo da intervenção psicológica.

Adaptar a intervenção psicológica ao contexto específico da doença grave e/ou incurável.

Preparar a pessoa doente e a sua família para a evolução da doença, trabalhando as expetativas presentes.

Saber ser

Identificar os seus valores e ideias próprias quanto a esta temática e questionar qual o impacto dos mesmos sobre as suas intervenções.

Motivar-se para encarar numa perspectiva de desenvolvimento pessoal e/ou profissional a forma como lida com a fase final da vida

Adoptar um conjunto de estratégias de intervenção com que se identifique e utilizá-las em contexto de simulação

Metodologia

Métodos utilizados: expositivo, interrogativo e activo

Certificação

Não

Duração: 7 horasNível: Nível 9Modalidade: Outras acções de formação contínua não inseridas no Catálogo Nacional de QualificaçõesOrganização:
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