Ciências da Vida

Curso de Certificação em Antropometria ISAK – Nível 1

AULAS TEÓRICAS (9 HORAS)
T1. Conceitos básicos de anatomia que suportam identificação dos pontos antropométricos
T2. Instrumentos de medição antropométrica (designação, manuseamento e calibração)
T3. Procedimentos éticos associados à avaliação antropométrica
T4. Precisão e validade das medidas antropométricas
T5. Limites de tolerância das medidas antropométricas
T6. Conceitos básicos de avaliação da composição corporal (índice de massa corporal, equações preditivas da massa gorda)

AULAS PRÁTICAS (18 HORAS)
P1. Conceitos básicos de tipologia morfológica
P2. Planos de referência, pontos antropométricos e procedimentos de localização
P3. Manuseamento dos instrumentos de avaliação antropométrica (fita antropométrica, adipómetro, antropómetro e compasso pequeno de pontas curvas)
P4. Determinação do erro técnico de medida

Curso Preparatório de Biologia e Geologia – Maiores de 23 anos

Módulo de Biologia

Diversidade biológica, intervenções antrópicas e dinâmica dos ecossistemas.
Hierarquia biológica e estrutura de ecossistemas.
Tipos de células: eucarióticas/procariótica, animais/vegetais.
Caracterização das biomoléculas (proteínas, glúcidos, lípidos e ácidos nucleicos).
Obtenção de matéria.
Ingestão e digestão (intracelular e extracelular).
Absorção em seres vivos heterotróficos.
Membrana celular (modelo do mosaico fluido) e processos de transporte transmembranar:
Transporte passivos (difusão, osmose…) e ativos.
Exocitose e endocitose.
Processos transmembranares e funções de organelos celulares.
Distribuição de matéria.
Mecanismos de transporte em plantas vasculares.
Mecanismos de abertura e fecho de estomas e de regulação de trocas gasosas com o meio externo.
Modelos de pressão radicular, adesão-coesão-tensão e fluxo de massa.
Sistemas de transporte em animais (insetos, anelídeos, peixes, anfíbios, aves, mamíferos).
Sistemas abertos e fechados,
Circulação simples/dupla e incompleta/completa.
Estruturas respiratórias (tegumento, traqueias, brânquias, pulmões) dos animais.
Adaptações do sistema de circulação às condições do meio em que vivem.
Composição de fluidos circulantes (sangue e linfa dos mamíferos) e sua função de transporte.
Transformação e utilização de energia pelos seres vivos.
Processos em células eucarióticas e procarióticas:
Fermentação (alcoólica e láctica).
Respiração aeróbia.
Crescimento, renovação e diferenciação celular.
Estrutura e função dos diferentes tipos de ácidos nucleicos.
Processos de replicação, transcrição e tradução de ácidos nucleicos.
Informação genética:

Expressão proteica e metabolismo celular;

Mutações génicas.

Ciclo celular:

Mitose e citocinese em células animais e vegetais.

Reprodução.
Reprodução sexuada e assexuada.
Reprodução assexuada – processos: propagação vegetativa, fragmentação ou gemulação, esporulação…).
Reprodução sexuada:

Meiose: acontecimentos e fases.

Variabilidade biológica,

Ciclos de vida haplonte, diplonte e haplodiplonte.
Evolução biológica.
Génese de células eucarióticas: modelo autogénico e endossimbiótico.
Lamarckismo, Darwinismo e Neodarwinismo.
Processos de evolução (convergente/divergente…).
Sistemática dos seres vivos.
Sistemas de classificação fenético e filogenético.
Sistemas de classificação de Whittaker modificado e sistemas mais recentes.
Regras de nomenclatura biológica.

Módulo de Geologia

1- Sismologia e estrutura interna da Terra

1.1- Origem dos Sismos. Ondas sísmicas. Localização de epicentros

1.2- Magnitude e previsão de sismos

1.3- Estrutura interna da Terra. Propriedades físicas do interior da Terra. Composição da Terra

1.4- Distribuição dos sismos no mundo

2- Dinâmica da Litosfera

2.1- Wegener e a deriva continental

2.2- Manifestações do calor interno da terra

2.3- Convecção no manto. Movimento da litosfera

2.4- Topografia dos fundos oceânicos

2.5- Expansão dos fundos oceânicos. Teoria da Tectónica de Placas

2.6- Margens divergentes. Paleomagnetismo e velocidades das placas

2.7- Margens convergentes

2.8- Falhas transformantes

3- Minerais e Rochas

3.1- Minerais formadores de rochas

3.1.1- Composição e estrutura interna. Propriedades físicas

3.1.2- Os silicatos: Olivina, Granada, Piroxenas, Anfíbolas, Feldspatos, Micas, Quartzo

3.1.3- Minerais de argila e outros minerais

3.1.4- Importância dos minerais na sociedade

3.2- Rochas ígneas

3.2.1- Origem e evolução do magma. Propriedades dos magmas

3.2.2- Textura e modos de jazida das rochas ígneas. Paisagens

3.2.3- Variedades de rochas ígneas

3.2.4- Séries de Bowen e diferentes famílias de rochas ígneas

3.2.5- Vulcanismo

3.3- Rochas metamórficas

3.3.1- Fatores e tipos de metamorfismo. Processos metamórficos

3.3.2- Classificação de rochas metamórficas

3.3.3- Zonas metamórficas e minerais indicadores

3.3.4- Rochas metamórficas e tectónica de placas

3.4- Rochas sedimentares

3.4.1- Natureza e tipos de rochas sedimentares

3.4.2- Estruturas sedimentares

3.4.3- Meteorização

3.4.4- Diagénese

Curso Preparatório de Biologia (miores de 23 anos)

UNIDADE 1 – DIVERSIDADE E UNIDADE NA BIOSFERA (2 aulas)
– Identificar seres vivos a partir de dados obtidos com a ajuda de instrumentos de laboratório e/ou pesquisa bibliográfica.
– Compreender a existência de diferentes modos de interação entre os seres vivos de um ecossistema.
– Prever a evolução de um determinado ecossistema se sujeito a alterações.
– Observar células ao microscópio ótico composto (MOC).
– Interpretar imagens e esquemas de células ao MOC.

– UNIDADE 2 – OBTENÇÃO DE MATÉRIA (2 aulas)
– Recolher, organizar e interpretar dados de natureza diversa (laboratoriais, bibliográficos, internet…) sobre estratégias de obtenção de matéria por diferentes seres heterotróficos.
– Interpretar procedimentos experimentais simples.
– Interpretar processos de transporte ao nível da membrana, de modo a compreender a sua importância para a manutenção da integridade celular.
– Organizar e interpretar dados sobre estratégias de obtenção de matéria.
– Interpretar dados experimentais de modo a compreender que os seres autotróficos sintetizam matéria orgânica na presença de luz.

– UNIDADE 3 – DISTRIBUIÇÃO DA MATÉRIA (2 aulas)
– Comparar a localização relativa dos tecidos de transporte nos diversos órgãos vegetais.
– Interpretar dados experimentais de modo a compreender as estratégias de transporte que a planta utiliza na distribuição de matéria a todas as suas células.
– Recolher, organizar e interpretar dados de natureza diversa (laboratoriais, bibliográficos, internet…) sobre estratégias de transporte nos animais.

– UNIDADE 4 – TRANSFORMAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE ENERGIA PELOS SERES VIVOS (3 aulas)
– Conceber, realizar e interpretar procedimentos experimentais simples.
– Organizar e interpretar dados de natureza diversa (laboratoriais, bibliográficos, internet…) sobre processos de transformação de energia a partir da matéria orgânica disponível.
– Comparar o rendimento energético da fermentação e da respiração aeróbia.
– Discutir a capacidade de alguns seres utilizarem diferentes vias metabólicas em função das condições do meio.
– Interpretar dados experimentais de modo a compreender os processos de abertura e fecho dos estomas.
– Comparar a complexidade das estruturas respiratórias de diferentes animais.
– Relacionar as estruturas respiratórias dos animais com a sua complexidade e adaptação ao meio.

– UNIDADE 5 – REGULAÇÃO NOS SERES VIVOS (3 aulas)
– Recolher, organizar e/ou interpretar dados de natureza diversa (laboratoriais, bibliográficos, internet, media…) sobre termorregulação e osmorregulação.
– Compreender circuitos de retroalimentação (regulação térmica no homem).
– Distinguir organismos osmorreguladores de osmoconformantes.
– Explicar o mecanismo de regulação hormonal da hormona antidiurética (ADH).
– Distinguir regulação por impulsos electroquímicos de regulação química.
– Recolher, organizar e interpretar dados de natureza diversa (laboratoriais, bibliográficos, internet…) sobre hormonas vegetais.

– UNIDADE 6 – CRESCIMENTO E RENOVAÇÃO CELULAR (3 aulas)
– Discutir a necessidade de constante renovação de alguns dos constituintes celulares (ex. proteínas).
– Explicar como a expressão da informação contida no DNA se relaciona com o processo de síntese de proteínas.
– Analisar e interpretar dados de natureza diversa (em tabelas, esquemas,…) relativos aos mecanismos de replicação, transcrição e tradução.
– Interpretar procedimentos laboratoriais e experimentais relacionados com estudos de síntese proteica e ciclo celular.
– Formular e avaliar hipóteses relacionadas com a influência de fatores ambientais sobre o ciclo celular.
– Interpretar procedimentos laboratoriais simples, de cultura biológica e técnicas microscópicas, conducentes ao estudo da mitose.
– Interpretar, esquematizar e/ou descrever imagens de mitose em células animais e vegetais, identificando acontecimentos celulares e reconstituindo a sua sequencialidade.
– Avaliar o papel da mitose nos processos de crescimento, reparação e renovação de tecidos e órgãos em seres pluricelulares.
– Explicar que o crescimento de seres multicelulares implica processos de diferenciação celular.
– Discutir a possibilidade dos processos de diferenciação celular poderem ser afetados por agentes ambientais (ex. raios x; drogas; infeções virais; …).

– UNIDADE 7 – REPRODUÇÃO (3 aulas)
– Recolher, interpretar e organizar dados de natureza diversa, relativamente a processos de reprodução as- sexuada em diferentes tipos de organismos.
– Relacionar a mitose com os processos de reprodução assexuada.
– Avaliar implicações da reprodução assexuada ao nível da variabilidade e sobre- vivência de populações.
– Prever em que tecidos de um ser vivo se poderão observar imagens de meiose.
– Interpretar, esquematizar e legendar imagens relativas aos principais acontecimentos da meiose.
– Discutir de que modo meiose e fecundação contribuem para a variabilidade dos seres vivos.
– Recolher e organizar dados de natureza diversa, relativamente às estratégias de reprodução utilizadas por seres hermafroditas.
– Aplicar conceitos básicos para interpretar diferentes tipos de ciclos de vida.
– Localizar e identificar os processos de reprodução presentes num ciclo de vida, prevendo a existência ou não de alternância de fases nucleares.

– UNIDADE 8 – EVOLUÇÃO BIOLÓGICA (2 aulas)
– Comparar e avaliar os modelos explicativos do aparecimento dos organismos unicelulares eucariontes.
– Discutir a origem da multicelularidade tendo em conta a progressiva especialização morfofisiológica dos seres coloniais.
– Relacionar a pluricelularidade com a diferenciação celular.
– Recolher, organizar e interpretar dados de natureza diversa relativos ao evolucionismo e aos argumentos que o sustentam, em oposição ao fixismo.
– Analisar, interpretar e discutir casos/situações que envolvam mecanismos de seleção natural e artificial.
– Relacionar a capacidade adaptativa de uma população com a sua variabilidade.

– UNIDADE 9 – SISTEMÁTICA DOS SERES VIVOS (2 aulas)
– Integrar e contrastar perspetivas e argumentos associados aos diferentes sistemas de classificação que foram sendo elaborados.
– Distinguir sistemas de classificação práticos/ racionais, artificiais/ naturais e filogenéticos.
– Utilizar chaves dicotómicas simples e regras básicas de nomenclatura.
– Comparar a classificação de Whittaker com outras antecedentes atendendo ao número de Reinos e aos critérios utilizados.
– Discutir razões de consensualidade desta classificação face a outras propostas apresentadas posteriormente.

Curso de Certificação em Antropometria ISAK – Nível 1

AULAS TEÓRICAS (6 horas)
T1. Conceitos básicos de anatomia que suportam identificação dos pontos antropométricos
T2. Instrumentos de medição antropométrica (designação, manuseamento e calibração)
T3. Procedimentos éticos associados à avaliação antropométrica
T4. Precisão e validade das medidas antropométricas
T5. Limites de tolerância das medidas antropométricas
T6. Conceitos básicos de avaliação da composição corporal (índice de massa corporal, equações preditivas da massa gorda)
AULAS PRÁTICAS (18 horas)
P1. Conceitos básicos de tipologia morfológica
P2. Planos de referência, pontos antropométricos e procedimentos de localização
P3. Manuseamento dos instrumentos de avaliação antropométrica (fita antropométrica, adipómetro, antropómetro e compasso pequeno de pontas curvas)
P4. Determinação do erro técnico de medida

Escrita Científica e Comunicação de Ciência (2ª edição)

– Escrita, organização e estrutura dum documento científico (relatório de estágio)
– Questões de forma (A escolha do título; organizar a capa; Sumário; Lista de abreviaturas; O índice; Bibliografia e normas de referenciação e citação)
– Utilização de ferramentas para organização e elaboração da bibliografia
– Recurso ao desenho vetorial para elaboração de resumo gráfico
– Critérios de seleção dos resultados a apresentar
– Preparação e organização da apresentação em PowerPoint
– Comunicação de resultados científicos

Escrita Científica e Comunicação de Ciência

CONTEÚDO PROGRAMÁTICOS:
– Escrita, organização e estrutura dum documento científico (relatório de estágio)
– Questões de forma (A escolha do título; organizar a capa; Sumário; Lista de abreviaturas; O índice; Bibliografia e normas de referenciação e citação)
– Utilização de ferramentas para organização e elaboração da bibliografia
– Recurso ao desenho vetorial para elaboração de resumo gráfico
– Critérios de seleção dos resultados a apresentar
– Preparação e organização da apresentação em PowerPoint
– Comunicação de resultados científicos

Curso preparatório Biologia (maiores de 23 anos)

UNIDADE 1. DIVERSIDADE E UNIDADE NA BIOSFERA
1.1. A biosfera – O conceito de Bioesfera.
1.1.1. Diversidade – A diversidade biológica nos ecossistemas.
1.1.2. Organização – Os níveis de organização biológica, de modo a permitir reconhecer que o mundo vivo se apresenta hierarquicamente estruturado.
1.1.3. Extinção e conservação – A importância da conservação das espécies e as causas de extinção.
1.2. A célula – A noção de célula: membrana celular, citoplasma e núcleo.
1.2.1. Unidade estrutural e funcional – A unidade biológica não se limita a características estruturais e funcionais, revela-se também a nível molecular.
1.2.2. Constituintes básicos – A importância biológica da água como constituinte fundamental de qualquer ser vivo. Os seres vivos são constituídos por macromoléculas formadas por um número reduzido de elementos químicos (C, O, H, N, P…). As funções principais das macromoléculas (estruturais, energéticas, enzimáticas, armazenamento e transferência de informação).

UNIDADE 2. OBTENÇÃO DE MATÉRIA
2.1. Obtenção de matéria pelos seres heterotróficos – O conceito de heterotrofia.
2.1.1. Unicelularidade vs pluricelularidade – Os organelos envolvidos no movimento de substâncias através da membrana celular e no seu processamento no meio interno. Os conceitos de endocitose e exocitose.
2.1.2. Ingestão, digestão e absorção – A distinção e complementaridade dos conceitos de ingestão, digestão e absorção. O estudo comparativo da digestão extracelular, em cavidades gastrovasculares (p.e. hidra), em tubos digestivos incompletos (p.e. planária) e completos de diferente complexidade (p.e. minhoca e homem).
2.2. Obtenção de matéria pelos seres autotróficos – A noção de autotrofia. A importância dos processos de autotrofia na hierarquia alimentar dos ecossistemas.
2.2.1. Fotossíntese – A fotossíntese como um processo de transformação de energia luminosa em energia química, que necessita da presença de pigmentos de captação de luz. O cloroplasto, como organito no qual ocorre a fotossíntese.
2.2.2. Quimiossíntese – Referência a organismos fotoautotróficos que não sejam plantas e a organismos quimioautotróficos.

UNIDADE 3. DISTRIBUIÇÃO DA MATÉRIA
3.1. O transporte nas plantas – O transporte nas plantas, enquanto mecanismo que permite a obtenção de substâncias necessárias à síntese de compostos orgânicos e sua posterior distribuição.
3.1.1. Transporte no xilema – As hipóteses “Pressão radicular” e “Adesão-coesão-tensão” como mecanismos que explicam os movimentos no xilema.
3.1.2. Transporte no floema – A hipótese “Fluxo de Massa de München” que explica movimentos no floema. Os sistemas radicular, caulinar e foliar, são evidências de adaptações ao meio terrestre.
3.2. O transporte nos animais – A comparação estrutural e funcional dos sistemas de transporte: aberto (p.e. inseto); fechado (p.e. minhoca).
3.2.1. Sistemas de transporte – A distinção do ponto de vista estrutural e funcional dos sistemas de transporte fechados: simples (p.e. peixe); duplo incompleto (p.e. anfíbio) e duplo completo (p.e. homem).
3.2.2. Fluidos circulantes – A linfa e o sangue como fluidos circulantes; a sua função como veículo de transporte e distribuição.

UNIDADE 4. TRANSFORMAÇÃO E UTILIZAÇÃO DE ENERGIA PELOS SERES VIVOS
4.1. Obtenção de energia – A existência de dois tipos de vias catabólicas para a produção de ATP. A análise do rendimento energético dessas duas vias metabólicas.
4.1.1. Fermentação – As células dos músculos esqueléticos podem realizar fermentação láctica.
4.1.2. Respiração aeróbia – A referência à mitocôndria como um protagonista da respiração aeróbia.
4.2. Trocas gasosas em seres multicelulares – A interdependência das características dos sistemas que asseguram e regulam as trocas gasosas.
4.2.1. Trocas gasosas nas plantas – A existência de estruturas que facilitam e regulam as trocas gasosas com o meio externo nas plantas (p. ex. estomas).
4.2.2. Trocas gasosas nos animais – As estruturas respiratórias numa perspetiva funcional, como adaptações decorrentes da multicelularidade em animais. A distinção estrutural e funcional das superfícies respiratórias de animais: tegumento (p.e. minhoca); traqueias (p.e. gafanhoto); brânquias (p.e. truta); pulmões (p. ex. homem).

UNIDADE 5. REGULAÇÃO NOS SERES VIVOS
5.1. Regulação nervosa e hormonal em animais – O impulso nervoso/neurotransmissor como sinal eletroquímico cujas vias de comunicação são os neurónios/sinapses/nervos.
5.1.1. Termorregulação – Nos animais endotérmicos existem sistemas homeostáticos complexos que envolvem circuitos de retroalimentação. A regulação da temperatura interna envolve alterações fisiológicas e comportamentais.
5.1.2. Osmorregulação – Exemplos de seres osmorreguladores e osmoconformantes: peixes de água doce e salgada, aves marinhas e seres terrestres. A noção de regulação hormonal, utilizando o exemplo da ADH, e de comunicação interna por sinais químicos. A salinidade e a temperatura como fatores limitantes.
5.2. Hormonas vegetais – Existência de substâncias químicas que afetam o desenvolvimento e o metabolismo das plantas.

UNIDADE 6. CRESCIMENTO E RENOVAÇÃO CELULAR
6.1. DNA e síntese proteica – As características estruturais e funcionais que permitem distinguir DNA de RNA. A importância da replicação do DNA para a manutenção da informação genética. A síntese de proteínas como um mecanismo importante para a manutenção da vida e da estrutura celular.
6.2. Mitose – A compreensão global de acontecimentos importantes para célula, nomeadamente, o encurtamento de cromossomas, a divisão do centrómero, a separação de cromatídeos, a formação de dois núcleos filhos e a divisão do citoplasma. A mitose como o processo que assegura a manutenção das características hereditárias ao longo das gerações e permite a obtenção de novas células. A sequência de acontecimentos que caracterizam o ciclo celular.
6.3. Crescimento e regeneração de tecidos vs diferenciação celular – As diferenças estruturais e funcionais que existem entre as células de um indivíduo resultam de processos de diferenciação. A diferenciação celular como processo que envolve regulação da transcrição e tradução de genes. A capacidade que uma célula tem de originar outros tipos de células especializadas é, em geral, tanto maior quanto menor for a sua diferenciação.

UNIDADE 7. REPRODUÇÃO
7.1. Reprodução assexuada – A reprodução assexuada origina organismos geneticamente idênticos aos seus parentes.
7.1.1. Estratégias reprodutoras – As semelhanças e diferenças entre vários casos de reprodução assexuada. As potencialidades e limitações biológicas dos processos de reprodução assexuada.
7.2. Reprodução sexuada – As divisões reducional e equacional da meiose e sua importância biológica.
7.2.1. Meiose e fecundação – Os aspetos que distinguem mitose de meiose. Os acontecimentos da meiose que contribuem para a variabilidade dos seres vivos.
7.2.2. Reprodução sexuada e variabilidade – A diversidade de gónadas/gametângios como locais onde ocorre produção de gâmetas. O hermafroditismo como condição que não implica a autofecundação.
7.3. Ciclos de vida: unidade e diversidade – O conceito de ciclo de vida aplicável a qualquer tipo de organismo. A identificação da alternância de fases nucleares pela localização da meiose e da fecundação num ciclo de vida. Os esporos e os gâmetas como células reprodutoras.

UNIDADE 8. EVOLUÇÃO BIOLÓGICA
8.1. Unicelularidade e multicelularidade – A transição de procarionte para eucarionte e de unicelularidade para multicelularidade.
8.1.1. Procariontes e eucariontes – As diferenças entre seres procariontes e eucariontes.
8.1.2. Unicelulares e pluricelulares – A especialização de células em organismos coloniais traduz um aumento de complexidade. A pluricelularidade implica uma maior organização e diferenciação celular.
8.2. Mecanismo de evolução – Os contributos de diferentes áreas científicas (ex. anatomia, citologia, química, paleontologia…) na fundamentação e consolidação do conceito de evolução.
8.2.1. Evolucionismo vs fixismo – As diferenças entre o pensamento de Lamarck e Darwin e a utilização do termo neodarwinismo.

8.2.2. Selecção natural, selecção artificial e variabilidade – A meiose como fonte de variabilidade e, por esse motivo, promotora da evolução. As populações como unidades evolutivas. A existência de fenómenos de evolução convergente e divergente.

UNIDADE 9. SISTEMÁTICA DOS SERES VIVOS
9.1. Sistemas de classificação – Os critérios subjacentes a cada tipo de sistema de classificação, bem como respetivas vantagens e limitações.
9.1.1. Diversidade de critérios – A sistemática como conceito abrangente que engloba modelos evolutivos e taxonomia.
9.1.2. Taxonomia e nomenclatura – A universalidade e a hierarquia das categorias taxonómicas. A importância de regras de nomenclatura uniformes e consensuais.
9.2. Sistema de classificação de Whittaker modificado – Os critérios subjacentes à classificação de Whittaker (nível de organização celular, modo de nutrição, interações nos ecossistemas).

Simulação Computacional de Biomoléculas

REPRESENTAÇÃO COMPUTACIONAL DE ESTRUTURAS BIOLÓGICAS
DINÂMICA MOLECULAR DE SISTEMAS BIOLÓGICOS
DOCKING PROTEÍNA-LIGANDO
VIRTUAL SCREENING PARA IDENTIFICAÇÃO DE NOVOS INIBIDORES
MECÂNICA QUÂNTICA NO ESTUDO DE REAÇÕES QUÍMICAS EM SISTEMAS BIOLÓGICOS

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