UFCD 10759 – Teletrabalho

Outras formações modulares inseridas no Catálogo Nacional de Qualificações, no quadro da formação continua
Enquadramento
Apesar dos progressos alcançados nas últimas décadas, no que respeita à qualificação dos portugueses, persiste ainda uma grande carência ao nível da educação, formação e qualificação da população ativa em geral, fenómeno que limita o potencial de inovação e competitividade da economia em Portugal. Pretendemos, portanto, através da presente formação aumentar a base formativa qualificante dos formandos e promover a empregabilidade da população ativa, designadamente dos empregados (incluindo aqueles que se encontram em risco de perda de emprego) e desempregados, através do aumento da sua adaptabilidade por via do desenvolvimento das competências requeridas pelo mercado de trabalho.
Objetivos Gerais
. Reconhecer o enquadramento legal, as modalidades de teletrabalho e o seu impacto para a organização e trabalhadores/as. . Identificar o perfil e papel do/a teletrabalhador/a no contexto dos novos desafios laborais e ocupacionais e das políticas organizacionais. . Identificar e selecionar ferramentas e plataformas tecnológicas de apoio ao trabalho remoto. . Adaptar o ambiente de trabalho remoto ao regime de trabalho à distância e implementar estratégias de comunicação, produtividade, motivação e de confiança em ambiente colaborativo. . Aplicar as normas de segurança, confidencialidade e proteção de dados organizacionais nos processos de comunicação e informação em regime de teletrabalho. . Planear e organizar o dia de trabalho em regime de teletrabalho, assegurando a conciliação da vida profissional com a vida pessoal e familiar.
Objetivos Específicos
. Reconhecer o enquadramento legal, as modalidades de teletrabalho e o seu impacto para a organização e trabalhadores/as. . Identificar o perfil e papel do/a teletrabalhador/a no contexto dos novos desafios laborais e ocupacionais e das políticas organizacionais. . Identificar e selecionar ferramentas e plataformas tecnológicas de apoio ao trabalho remoto. . Adaptar o ambiente de trabalho remoto ao regime de trabalho à distância e implementar estratégias de comunicação, produtividade, motivação e de confiança em ambiente colaborativo. . Aplicar as normas de segurança, confidencialidade e proteção de dados organizacionais nos processos de comunicação e informação em regime de teletrabalho. . Planear e organizar o dia de trabalho em regime de teletrabalho, assegurando a conciliação da vida profissional com a vida pessoal e familiar.
Conteúdo Programático
Teletrabalho Conceito e caracterização em contexto tradicional e em cenários de exceção Enquadramento legal, regime, modalidades e negociação Deveres e direitos dos/as empregadores/as e teletrabalhadores Vantagens e desafios para os/as teletrabalhadores e para a sociedade Competências do/a teletrabalhador/a Competências comportamentais e atitudinais – capacidade de adaptação à mudança e ao novo ambiente de trabalho, automotivação, autodisciplina, capacidade de inter-relacionamento e socialização a distância, valorização do compromisso e adesão ao regime de teletrabalho Competências técnicas – utilização de tecnologias e ferramentas digitais, gestão do tempo, gestão por objetivos, ferramentas colaborativas, capacitação e literacia digital Pessoas, produtividade e bem-estar em contexto de teletrabalho Gestão da confiança - Promoção dos valores organizacionais e valorização de uma missão coletiva - Acompanhamento permanente e reforço de canais de comunicação (abertos e transparentes) - Partilha de planos organizacionais de ajustamento e distribuição do trabalho e disseminação de boas práticas - Identificação de sinais de alerta e gestão dos riscos psicossociais Gestão da distância - Sensibilização, capacitação e promoção da segurança e saúde no trabalho - Reorganização dos locais e horários de trabalho - Equipamentos, ferramentas, programas e aplicações informáticas e ambientes virtuais (trabalho colaborativo) - Motivação e feedback - Cumprimento dos tempos de trabalho (disponibilidade contratualizada) - Reconhecimento das exigências e dificuldades associadas ao trabalho remoto - Gestão da eventual sobreposição do trabalho à vida pessoal - Controlo e proteção de dados pessoais - Confidencialidade e segurança da informação e da comunicação - Assistência técnica remota Gestão da informação, reuniões e eventos (à distância e/ou presenciais) Formação e desenvolvimento de novas competências Transformação digital – novas formas de trabalho Desempenho profissional em regime de teletrabalho Organização do trabalho Ambiente de trabalho – iluminação, temperatura, ruído Espaço de e para o teletrabalho Mobiliário e equipamentos informáticos – condições ergonómicas adaptadas ao novo contexto de trabalho Pausas programadas Riscos profissionais e psicossociais - Salubridade laboral, ocupacional, individual, psíquica e social - Avaliação e controlo de riscos - Acidentes de trabalho Gestão do isolamento
Metodologia
A metodologia da formação é predominantemente participativa e assenta na realização de situações práticas, análise de situações concretas, assim como na troca de experiências entre formandos(as) e formadores(as). Os métodos pedagógicos a utilizar serão o expositivo e participativo/ativo. À data de início de cada UFCD será disponibilizado aos formandos(as) e formadores(as) o acesso à plataforma Forinsia onde estarão disponíveis todos os documentos pedagógicos de suporte à ação de formação. Todas as sessões serão realizadas por videoconferência (sessões síncronas), com recurso à Plataforma Zoom.
Avaliação
AVALIAÇÃO FORMATIVA OU CONTÍNUA A avaliação formativa ou contínua permite obter informação sobre o desenvolvimento das aprendizagens, com vista à definição e ao ajustamento de processos e estratégias pedagógicas. Critérios de avaliação formativa: - a participação e motivação; - a aquisição e a aplicação de conhecimentos; - a mobilização de competências em novos contextos; - o trabalho em equipa/grupo; - a adaptação a uma nova tarefa; - a pontualidade e assiduidade. AVALIAÇÃO SUMATIVA OU FINAL A avaliação de conhecimentos é composta por uma ou mais provas teóricas e/ou práticas de natureza sumativa. As provas de avaliação sumativa são de caráter individual, realizadas no final da ação de formação, com incidência nas temáticas abordadas no decorrer do curso. As provas de avaliação de conhecimentos, corrigendas e pautas de avaliação, são concebidas pelo(s) formador(es). A avaliação sumativa é expressa nos resultados de “Com Aproveitamento” ou “Sem Aproveitamento”, em função do formando ter ou não atingido os objetivos da formação. Considera-se “com aproveitamento” as pontuações iguais ou superiores a 10 valores e “sem aproveitamento” as pontuações inferiores a 10 valores, informação que constará na pauta de avaliação. ESCALA DE AVALIAÇÃO: Na pauta de classificação final dos formandos e no certificado deve constar a menção qualitativa «com aproveitamento» ou «sem aproveitamento», considerando -se «com aproveitamento» as pontuações iguais ou superiores a 10 valores e «sem aproveitamento» as pontuações menores que 10 valores. As avaliações parciais e finais são pontuadas com base numa escala de 0 a 20 valores. SERÁ CONSIDERADA FREQUÊNCIA COM APROVEITAMENTO SEMPRE QUE: - A classificação final seja “Com Aproveitamento”; - A assiduidade seja igual ou superior a 90% da carga horária total da formação; - O comportamento seja adequado e ajustado ao local da formação. Quando a ausência de um formando seja superior a 10% da carga horária total do curso e inferior a 3 sessões de formação, deverá a coordenação verificar os motivos pelos quais o formando faltou e se a avaliação sumativa valida o aproveitamento do formando. Em caso afirmativo, permitirá a certificação do formando, pois estão reunidas todas as condições para a sua aprovação e posterior certificação. Ainda assim, os formandos que tenham aproveitamento na avaliação sumativa, terão também que realizar um trabalho/teste de avaliação extra (escrito, prático ou oral), por forma a recuperar o número de horas que esteve ausente. Estas provas são da responsabilidade do(a) formador(a) e registadas em grelha própria cedida pela entidade formadora.
Certificação
CERTIFICAÇÃO: A frequência com aproveitamento confere ao formando o direito a receber um Certificado de Qualificações que descrimina a(s) unidade(s) de formação de curta duração concluída(s) com aproveitamento, para além do registo das mesmas na Caderneta Individual de Competências, nos termos da legislação aplicável. O Certificado será imitido de acordo com a Portaria nº 474/2010 de 8 de julho, a qual estabelece o modelo de certificado de formação profissional que, no âmbito do Sistema Nacional de Qualificações, aprovado pelo Decreto-Lei nº 396/2007, de 31 de dezembro, se destina a certificar a conclusão com aproveitamento de uma ação de formação certificada inserida no Catálogo Nacional de Qualificações.
Recursos e Materiais
- Manual de Formação - Exercícios de apoio à formação
Documentação Necessária
- Certificado de Habilitações - CC - IBAN - Comprovativo da situação face ao emprego(recibo de vencimento ou declaração do IEFP); - Declaração do horário de trabalho (caso se aplique);
Sessões e Ações de Formação

Enquadramento

Apesar dos progressos alcançados nas últimas décadas, no que respeita à qualificação dos portugueses, persiste ainda uma grande carência ao nível da educação, formação e qualificação da população ativa em geral, fenómeno que limita o potencial de inovação e competitividade da economia em Portugal.
Pretendemos, portanto, através da presente formação aumentar a base formativa qualificante dos formandos e promover a empregabilidade da população ativa, designadamente dos empregados (incluindo aqueles que se encontram em risco de perda de emprego) e desempregados, através do aumento da sua adaptabilidade por via do desenvolvimento das competências requeridas pelo mercado de trabalho.

Objetivos

. Reconhecer o enquadramento legal, as modalidades de teletrabalho e o seu impacto para a organização e trabalhadores/as.
. Identificar o perfil e papel do/a teletrabalhador/a no contexto dos novos desafios laborais e ocupacionais e das políticas organizacionais.
. Identificar e selecionar ferramentas e plataformas tecnológicas de apoio ao trabalho remoto.
. Adaptar o ambiente de trabalho remoto ao regime de trabalho à distância e implementar estratégias de comunicação, produtividade, motivação e de confiança em ambiente colaborativo.
. Aplicar as normas de segurança, confidencialidade e proteção de dados organizacionais nos processos de comunicação e informação em regime de teletrabalho.
. Planear e organizar o dia de trabalho em regime de teletrabalho, assegurando a conciliação da vida profissional com a vida pessoal e familiar.

Objetivos Específicos

. Reconhecer o enquadramento legal, as modalidades de teletrabalho e o seu impacto para a organização e trabalhadores/as.
. Identificar o perfil e papel do/a teletrabalhador/a no contexto dos novos desafios laborais e ocupacionais e das políticas organizacionais.
. Identificar e selecionar ferramentas e plataformas tecnológicas de apoio ao trabalho remoto.
. Adaptar o ambiente de trabalho remoto ao regime de trabalho à distância e implementar estratégias de comunicação, produtividade, motivação e de confiança em ambiente colaborativo.
. Aplicar as normas de segurança, confidencialidade e proteção de dados organizacionais nos processos de comunicação e informação em regime de teletrabalho.
. Planear e organizar o dia de trabalho em regime de teletrabalho, assegurando a conciliação da vida profissional com a vida pessoal e familiar.

Conteúdo Programático

Teletrabalho
Conceito e caracterização em contexto tradicional e em cenários de exceção
Enquadramento legal, regime, modalidades e negociação
Deveres e direitos dos/as empregadores/as e teletrabalhadores
Vantagens e desafios para os/as teletrabalhadores e para a sociedade
Competências do/a teletrabalhador/a
Competências comportamentais e atitudinais – capacidade de adaptação à mudança e ao novo ambiente de trabalho, automotivação, autodisciplina, capacidade de inter-relacionamento e socialização a distância, valorização do compromisso e adesão ao regime de teletrabalho
Competências técnicas – utilização de tecnologias e ferramentas digitais, gestão do tempo, gestão por objetivos, ferramentas colaborativas, capacitação e literacia digital
Pessoas, produtividade e bem-estar em contexto de teletrabalho
Gestão da confiança
– Promoção dos valores organizacionais e valorização de uma missão coletiva
– Acompanhamento permanente e reforço de canais de comunicação (abertos e transparentes)
– Partilha de planos organizacionais de ajustamento e distribuição do trabalho e disseminação de boas práticas
– Identificação de sinais de alerta e gestão dos riscos psicossociais
Gestão da distância
– Sensibilização, capacitação e promoção da segurança e saúde no trabalho
– Reorganização dos locais e horários de trabalho
– Equipamentos, ferramentas, programas e aplicações informáticas e ambientes virtuais (trabalho colaborativo)
– Motivação e feedback
– Cumprimento dos tempos de trabalho (disponibilidade contratualizada)
– Reconhecimento das exigências e dificuldades associadas ao trabalho remoto
– Gestão da eventual sobreposição do trabalho à vida pessoal
– Controlo e proteção de dados pessoais
– Confidencialidade e segurança da informação e da comunicação
– Assistência técnica remota
Gestão da informação, reuniões e eventos (à distância e/ou presenciais)
Formação e desenvolvimento de novas competências
Transformação digital – novas formas de trabalho
Desempenho profissional em regime de teletrabalho
Organização do trabalho
Ambiente de trabalho – iluminação, temperatura, ruído
Espaço de e para o teletrabalho
Mobiliário e equipamentos informáticos – condições ergonómicas adaptadas ao novo contexto de trabalho
Pausas programadas
Riscos profissionais e psicossociais
– Salubridade laboral, ocupacional, individual, psíquica e social
– Avaliação e controlo de riscos
– Acidentes de trabalho
Gestão do isolamento

Metodologia

A metodologia da formação é predominantemente participativa e assenta na realização de situações práticas, análise de situações concretas, assim como na troca de experiências entre formandos(as) e formadores(as).
Os métodos pedagógicos a utilizar serão o expositivo e participativo/ativo.
À data de início de cada UFCD será disponibilizado aos formandos(as) e formadores(as) o acesso à plataforma Forinsia onde estarão disponíveis todos os documentos pedagógicos de suporte à ação de formação.
Todas as sessões serão realizadas por videoconferência (sessões síncronas), com recurso à Plataforma Zoom.

Certificação

CERTIFICAÇÃO:
A frequência com aproveitamento confere ao formando o direito a receber um Certificado de Qualificações que descrimina a(s) unidade(s) de formação de curta duração concluída(s) com aproveitamento, para além do registo das mesmas na Caderneta Individual de Competências, nos termos da legislação aplicável.
O Certificado será imitido de acordo com a Portaria nº 474/2010 de 8 de julho, a qual estabelece o modelo de certificado de formação profissional que, no âmbito do Sistema Nacional de Qualificações, aprovado pelo Decreto-Lei nº 396/2007, de 31 de dezembro, se destina a certificar a conclusão com aproveitamento de uma ação de formação certificada inserida no Catálogo Nacional de Qualificações.

Duração: 25 horasNível: Nível 4Modalidade: Outras formações modulares inseridas no Catálogo Nacional de Qualificações, no quadro da formação continuaOrganização:
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