Prescrição de Exercício Físico – Fundamentos e Aplicações

Outras acções de formação contínua não inseridas no Catálogo Nacional de Qualificações
Enquadramento
A prescrição de exercício físico compreende atos profissionais de responsabilidade e deve ser feita por profissionais habilitados com conhecimentos e competências concretas. A aderência e compliance das pessoas e da sociedade a planos de exercício estruturados e ajustados ao contexto individual e clínico, tem um potencial transformador extraordinário e mensurável, do nível químico e celular ao organismo na sua unidade anátomo-funcional. A prática de atividade física é um direito consagrado na Constituição da República Portuguesa: “Todos têm direito à cultura física e ao desporto”. Por sua vez, a prescrição segura e eficaz de exercício e o acompanhamento à prática desportiva é um dever e pode, dependendo do contexto individual, coletivo e/ou clínico, ser feito por diferentes profissionais como é o caso dos profissionais de ciências do desporto e da educação física, de médicos e fisioterapeutas. A adequação do primeiro contacto decorre tão das circunstâncias individuais e clínicas das pessoas quão das precedências técnico-científicas que definem o profissional para assumir a intervenção. A ciência suporta com níveis de evidência e recomendação altos, o impacto positivo nos domínios físico, motor, mental e emocional ao longo de todo o ciclo de vida das pessoas. Os praticantes de atividade física, salvo exceções e inevitabilidades e se bem prescrita e acompanhada, tendem a ser: - Saudáveis - Alvo de um desenvolvimento estrutural e funcional superior - Mais resilientes às consequências de doenças - Mais capazes e resilientes emocional e socialmente - Vistos como modelos a seguir e, como tal, agentes de mudança Atendendo ao impacto socioeconómico negativo relacionado com o sedentarismo, tome-se o exemplo das doenças crónicas não transmissíveis, e com a prática desajustada de exercício físico e, por outro lado, os benefícios extraordinários que a prática de atividade física e desporto podem trazer, urge a estruturação e frequência de cursos que contribuam para mudança e/ou otimização da prática de profissionais habilitados à prescrição de exercício. Mudar a prática profissional para melhor, contribuir para profissionais habilitados a prescrever exercício com segurança e eficácia e, em última instância, para o bem-estar e saúde das pessoas e da sociedade, é o desígnio maior deste curso para o qual o convidámos.
Objetivos Gerais
- Reconhecer o exercício físico como ferramenta preventiva, profilática e terapêutica: as suas principais indicações e qual o método mais adequado para a sua prescrição; - Conhecer os planos estratégicos nacionais e internacionais para a promoção da atividade física na população; - Saber avaliar e estratificar o risco cardiovascular de cada indivíduo antes de iniciar um programa de exercício; - Conhecer o modelo de intervenção para a mudança comportamental e as principais características da entrevista motivacional; - Identificar os princípios gerais da prescrição de exercício; - Reconhecer as principais ferramentas tecnológicas para a prescrição e monitorização da atividade física; - Saber caracterizar os principais grupos vulneráveis da população e as suas implicações na prescrição de exercício; - Compreender as especificidades das patologias mais prevalentes na população e o efeito terapêutico do exercício nas mesmas.
Objetivos Específicos
- Identificar e discutir adaptações fisiológicas e outros factos que suportam o exercício físico como ferramenta preventiva, profilática e terapêutica, as indicações e metodologia para prescrever - Descrever e suportar-se nos planos estratégicos nacionais e internacionais para a promoção da atividade física na população - Prescrever exercício com segurança ao desenvolver competências para avaliar e estratificar o risco cardiovascular individual; - Beneficiar o seu exercício profissional com modelos de intervenção para mudança comportamental e com conhecimentos sobre a entrevista motivacional; - Aplicar os princípios gerais da prescrição de exercício e a sua adequação crítica; - Saber sobre ferramentas tecnológicas para prescrever e monitorizar atividade física; - Caracterizar os principais grupos vulneráveis da população e ajustar os planos de exercício com segurança e maior potencial de eficácia; - Saber especificidades das patologias mais prevalentes na população e o efeito terapêutico do exercício.
Conteúdo Programático
- O exercício como um medicamento – Mais exercício, mais saúde O que diz a ciência; Atividade física vs Sedentarismo: riscos e benefícios; Quais as recomendações atuais para a atividade física. Plano de Ação Global para a Atividade Física 2018-2030 (OMS) e a Estratégia Nacional para a Promoção da Atividade Física, da Saúde e do Bem-Estar 2016-2025: duas estradas com o mesmo rumo? - Avaliação pré-participação e estratificação de risco Avaliação pré-participação e estratificação de risco – o papel do profissional de exercício, do fisioterapeuta e do médico Indicações, precauções e contra-indicações de exercício físico pós infeção por covid-19 - Mudança comportamental e entrevista motivacional – A chave que abre portas? Ciência da implementação; Estudo de casos; Exercícios de role play em diferentes contextos e grupos populacionais. - Princípios gerais da prescrição de exercício Princípios gerais da prescrição de exercício (exercício aeróbio, fortalecimento muscular, mobilidade e propriocetividade); Comportamentos sedentários e pausas ativas. - Ferramentas para a prescrição e monitorização do exercício Ferramentas para a prescrição e monitorização do exercício: tecnologia e inovação ao serviço do exercício e saúde. Tecnologias de vanguarda na monitorização do exercício - Promoção da atividade física no contexto laboral Morbilidade versus produtividade; Performance individual e produtividade empresarial O papel do exercício na prevenção das LMERT’s - Prescrição de exercício em populações saudáveis - Crianças e adolescentes Especificidades da infância e adolescência e as suas implicações na prescrição de exercício; Transferência de tempo de ecrã e tempo de exercício físico. “Futebol é saúde – o futebol como meio não farmacológico no combate à obesidade pediátrica” – exemplo de um projeto de intervenção. - Prescrição de exercício em populações saudáveis - A população idosa Características deste grupo vulnerável e implicações na prescrição de exercício “Mais ativos mais vividos” – programa de exercício físico para a 3ª idade. - Prescrição de exercício em populações saudáveis - Gravidez e pós-parto A saúde da mulher em pré-concepção e na gravidez – intervenção baseada em exercício. A saúde da mulher no pós-parto – avaliação e intervenção baseada em exercício. - Prescrição de exercício na doença metabólica Síndrome metabólico e Diabetes - Epidemiologia, fatores de risco e fisiopatologia; Prescrição de exercício físico na diabetes. Road map to... Como planear, desenvolver e implementar um programa na sua comunidade. Casos de sucesso. - Prescrição de exercício nas doenças cardiovasculares Exercício físico e risco cardiovascular; Prescrição de exercício e fatores de risco cardiovasculares: obesidade, hipertensão arterial, dislipidemia; Prescrição de exercício em contexto clínico: doença coronária, insuficiência cardíaca, doença cardíaca valvular. Avaliação da aptidão e reabilitação cardiorrespiratória, força muscular e funcionalidade; Casos clínicos e programas de exercício físico realizados [as ferramentas de monitorização que utilizo e a informação que me dão]. - Prescrição de exercício nas doenças respiratórias Fisiopatologia da asma; Considerações especiais para a prescrição de exercício na asma . O papel da reabilitação respiratória como plataforma de habilitação para a prática de exercício físico (discussão à luz da premissa – segurança e eficácia) – precedências técnico-científicas para assumir a intervenção junto do doente. - Prescrição de exercício na osteoartrose e na osteoporose Osteoartrose – dor mecânica versus mecânica para a analgesia Osteoporose – como pode o exercício preencher o vazio? - Prescrição de exercício nas doenças oncológicas Epidemiologia e fisiopatologia do cancro; Opções terapêuticas no doente com cancro: efeitos secundários a conhecer; Especificidades deste grupo clínico para a prática de exercício; Avaliação e prescrição de exercício nas doenças oncológicas; “Mama help” – projeto de intervenção em pacientes com cancro da mama. - Apresentação e discussão de soluções digitais para a gestão de exercício Apresentação e discussão de soluções digitais para a gestão de exercício: Discussão de resultados de app entre alunos.
Metodologia
O curso decorrerá em ambiente e-learning, através da plataforma disponibilizada pela Academia Clínica do Dragão. Encontra-se prevista a realização de aulas síncronas e assíncronas/debate em formato de videoconferência com formadores. O curso encontra-se estruturado num formato cumpridor dos standards internacionais de e-learning, ou seja, conteúdos interativos que podem ser acedidos em qualquer dispositivo – Computador, telemóvel ou Tablet. No decorrer do curso será disponibilizado um fórum que permitirá acompanhar e desenvolver os conteúdos através de uma tutoria ativa; a qualquer momento poderá participar nas sessões ou colocar questões que serão respondidas num prazo máximo de 48 horas.
Avaliação
A classificação final no curso resultará da classificação quantitativa obtida por exame final. A avaliação compreende as respostas a um exame de escolha múltipla com 20 perguntas. Cada resposta correta contribui com 1 valor para a classificação final. O exame será realizado no fim do curso. A avaliação final de um curso é expressa através de uma classificação na escala numérica de 0 a 20 valores, considerando-se aprovação a obtenção de um mínimo de 10 valores. A classificação final do curso pode ser acompanhada de uma menção qualitativa, expressa na seguinte escala: Suficiente (10 a 13), Bom (14 e 15), Muito bom (16 e 17) e Excelente (18 a 20). De acordo com a legislação portuguesa (DL 42/2005 de 22 de fevereiro), as notas abaixo de 10, na escala de 0 a 20, implicam reprovação. No final da ação será aplicado um instrumento de avaliação para aferição da satisfação dos participantes relativamente ao processo formativo e às condições de realização da ação, visando eventuais ações de melhoria.
Certificação
No final do curso será emitido um Certificado de Formação Profissional, conforme legislação em vigor (Portaria nº 474/2010 de 8 de julho), a todos os participantes que concluírem com aproveitamento a ação de formação. O referido certificado, assim como um diploma, serão disponibilizados em formato digital na área do participante, no site da Academia Clínica do Dragão, num prazo máximo de 30 dias úteis, após a data de término da ação. Caso o aluno não tenha aproveitamento será emitido um Certificado de Frequência de Formação Profissional.
Recursos e Materiais
Materiais de formação de apoio, artigos científicos, apresentações em PowerPoint e Slides utilizados durante as sessões de formação. No final de cada sessão, o participante tem a possibilidade de efetuar o download dos materiais de formação utilizados para gravar no seu computador e/ou imprimir (utilização pessoal apenas. A distribuição dos mesmos não é permitida).
Sessões e Ações de Formação

Enquadramento

A prescrição de exercício físico compreende atos profissionais de responsabilidade e deve ser feita por profissionais habilitados com conhecimentos e competências concretas. A aderência e compliance das pessoas e da sociedade a planos de exercício estruturados e ajustados ao contexto individual e clínico, tem um potencial transformador extraordinário e mensurável, do nível químico e celular ao organismo na sua unidade anátomo-funcional.
A prática de atividade física é um direito consagrado na Constituição da República Portuguesa: “Todos têm direito à cultura física e ao desporto”. Por sua vez, a prescrição segura e eficaz de exercício e o acompanhamento à prática desportiva é um dever e pode, dependendo do contexto individual, coletivo e/ou clínico, ser feito por diferentes profissionais como é o caso dos profissionais de ciências do desporto e da educação física, de médicos e fisioterapeutas. A adequação do primeiro contacto decorre tão das circunstâncias individuais e clínicas das pessoas quão das precedências técnico-científicas que definem o profissional para assumir a intervenção.
A ciência suporta com níveis de evidência e recomendação altos, o impacto positivo nos domínios físico, motor, mental e emocional ao longo de todo o ciclo de vida das pessoas.
Os praticantes de atividade física, salvo exceções e inevitabilidades e se bem prescrita e acompanhada, tendem a ser:
– Saudáveis
– Alvo de um desenvolvimento estrutural e funcional superior
– Mais resilientes às consequências de doenças
– Mais capazes e resilientes emocional e socialmente
– Vistos como modelos a seguir e, como tal, agentes de mudança
Atendendo ao impacto socioeconómico negativo relacionado com o sedentarismo, tome-se o exemplo das doenças crónicas não transmissíveis, e com a prática desajustada de exercício físico e, por outro lado, os benefícios extraordinários que a prática de atividade física e desporto podem trazer, urge a estruturação e frequência de cursos que contribuam para mudança e/ou otimização da prática de profissionais habilitados à prescrição de exercício. Mudar a prática profissional para melhor, contribuir para profissionais habilitados a prescrever exercício com segurança e eficácia e, em última instância, para o bem-estar e saúde das pessoas e da sociedade, é o desígnio maior deste curso para o qual o convidámos.

Objetivos

– Reconhecer o exercício físico como ferramenta preventiva, profilática e terapêutica: as suas principais indicações e qual o método mais adequado para a sua prescrição;
– Conhecer os planos estratégicos nacionais e internacionais para a promoção da atividade física na população;
– Saber avaliar e estratificar o risco cardiovascular de cada indivíduo antes de iniciar um programa de exercício;
– Conhecer o modelo de intervenção para a mudança comportamental e as principais características da entrevista motivacional;
– Identificar os princípios gerais da prescrição de exercício;
– Reconhecer as principais ferramentas tecnológicas para a prescrição e monitorização da atividade física;
– Saber caracterizar os principais grupos vulneráveis da população e as suas implicações na prescrição de exercício;
– Compreender as especificidades das patologias mais prevalentes na população e o efeito terapêutico do exercício nas mesmas.

Objetivos Específicos

– Identificar e discutir adaptações fisiológicas e outros factos que suportam o exercício físico como ferramenta preventiva, profilática e terapêutica, as indicações e metodologia para prescrever
– Descrever e suportar-se nos planos estratégicos nacionais e internacionais para a promoção da atividade física na população
– Prescrever exercício com segurança ao desenvolver competências para avaliar e estratificar o risco cardiovascular individual;
– Beneficiar o seu exercício profissional com modelos de intervenção para mudança comportamental e com conhecimentos sobre a entrevista motivacional;
– Aplicar os princípios gerais da prescrição de exercício e a sua adequação crítica;
– Saber sobre ferramentas tecnológicas para prescrever e monitorizar atividade física;
– Caracterizar os principais grupos vulneráveis da população e ajustar os planos de exercício com segurança e maior potencial de eficácia;
– Saber especificidades das patologias mais prevalentes na população e o efeito terapêutico do exercício.

Conteúdo Programático

– O exercício como um medicamento – Mais exercício, mais saúde
O que diz a ciência; Atividade física vs Sedentarismo: riscos e benefícios; Quais as recomendações atuais para a atividade física.
Plano de Ação Global para a Atividade Física 2018-2030 (OMS) e a Estratégia Nacional para a Promoção da Atividade Física, da Saúde e do Bem-Estar 2016-2025: duas estradas com o mesmo rumo?
– Avaliação pré-participação e estratificação de risco
Avaliação pré-participação e estratificação de risco – o papel do profissional de exercício, do fisioterapeuta e do médico
Indicações, precauções e contra-indicações de exercício físico pós infeção por covid-19
– Mudança comportamental e entrevista motivacional – A chave que abre portas?
Ciência da implementação; Estudo de casos; Exercícios de role play em diferentes contextos e grupos populacionais.
– Princípios gerais da prescrição de exercício
Princípios gerais da prescrição de exercício (exercício aeróbio, fortalecimento muscular, mobilidade e propriocetividade); Comportamentos sedentários e pausas ativas.
– Ferramentas para a prescrição e monitorização do exercício
Ferramentas para a prescrição e monitorização do exercício: tecnologia e inovação ao serviço do exercício e saúde.
Tecnologias de vanguarda na monitorização do exercício
– Promoção da atividade física no contexto laboral
Morbilidade versus produtividade; Performance individual e produtividade empresarial
O papel do exercício na prevenção das LMERT’s
– Prescrição de exercício em populações saudáveis – Crianças e adolescentes
Especificidades da infância e adolescência e as suas implicações na prescrição de exercício; Transferência de tempo de ecrã e tempo de exercício físico.
“Futebol é saúde – o futebol como meio não farmacológico no combate à obesidade pediátrica” – exemplo de um projeto de intervenção.
– Prescrição de exercício em populações saudáveis – A população idosa
Características deste grupo vulnerável e implicações na prescrição de exercício
“Mais ativos mais vividos” – programa de exercício físico para a 3ª idade.
– Prescrição de exercício em populações saudáveis – Gravidez e pós-parto
A saúde da mulher em pré-concepção e na gravidez – intervenção baseada em exercício.
A saúde da mulher no pós-parto – avaliação e intervenção baseada em exercício.
– Prescrição de exercício na doença metabólica
Síndrome metabólico e Diabetes – Epidemiologia, fatores de risco e fisiopatologia; Prescrição de exercício físico na diabetes.
Road map to… Como planear, desenvolver e implementar um programa na sua comunidade. Casos de sucesso.
– Prescrição de exercício nas doenças cardiovasculares
Exercício físico e risco cardiovascular; Prescrição de exercício e fatores de risco cardiovasculares: obesidade, hipertensão arterial, dislipidemia; Prescrição de exercício em contexto clínico: doença coronária, insuficiência cardíaca, doença cardíaca valvular.
Avaliação da aptidão e reabilitação cardiorrespiratória, força muscular e funcionalidade; Casos clínicos e programas de exercício físico realizados [as ferramentas de monitorização que utilizo e a informação que me dão].
– Prescrição de exercício nas doenças respiratórias
Fisiopatologia da asma; Considerações especiais para a prescrição de exercício na asma .
O papel da reabilitação respiratória como plataforma de habilitação para a prática de exercício físico (discussão à luz da premissa – segurança e eficácia) – precedências técnico-científicas para assumir a intervenção junto do doente.
– Prescrição de exercício na osteoartrose e na osteoporose
Osteoartrose – dor mecânica versus mecânica para a analgesia
Osteoporose – como pode o exercício preencher o vazio?
– Prescrição de exercício nas doenças oncológicas
Epidemiologia e fisiopatologia do cancro; Opções terapêuticas no doente com cancro: efeitos secundários a conhecer; Especificidades deste grupo clínico para a prática de exercício; Avaliação e prescrição de exercício nas doenças oncológicas; “Mama help” – projeto de intervenção em pacientes com cancro da mama.
– Apresentação e discussão de soluções digitais para a gestão de exercício
Apresentação e discussão de soluções digitais para a gestão de exercício: Discussão de resultados de app entre alunos.

Metodologia

O curso decorrerá em ambiente e-learning, através da plataforma disponibilizada pela Academia Clínica do Dragão. Encontra-se prevista a realização de aulas síncronas e assíncronas/debate em formato de videoconferência com formadores.
O curso encontra-se estruturado num formato cumpridor dos standards internacionais de e-learning, ou seja, conteúdos interativos que podem ser acedidos em qualquer dispositivo – Computador, telemóvel ou Tablet.
No decorrer do curso será disponibilizado um fórum que permitirá acompanhar e desenvolver os conteúdos através de uma tutoria ativa; a qualquer momento poderá participar nas sessões ou colocar questões que serão respondidas num prazo máximo de 48 horas.

Certificação

No final do curso será emitido um Certificado de Formação Profissional, conforme legislação em vigor (Portaria nº 474/2010 de 8 de julho), a todos os participantes que concluírem com aproveitamento a ação de formação. O referido certificado, assim como um diploma, serão disponibilizados em formato digital na área do participante, no site da Academia Clínica do Dragão, num prazo máximo de 30 dias úteis, após a data de término da ação. Caso o aluno não tenha aproveitamento será emitido um Certificado de Frequência de Formação Profissional.

Duração: 33 horasNível: Nível 9Modalidade: Outras acções de formação contínua não inseridas no Catálogo Nacional de QualificaçõesOrganização:
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