Modo de Produção Integrado

Outras formações modulares inseridas no Catálogo Nacional de Qualificações, no quadro da formação continua
Enquadramento
Homologação: Legislação Especifica: Despacho 899/2015 de 29 de janeiro; Regulamento Especifico 6 (RE6) A ação integra-se na Tipologia da Operação 4030 - Formações Modulares Certificadas, Prioridade 4C - Mais e melhor (re)qualificação de adultos para crescer, do PESSOAS 2030 (Programa Temático Demografia, Qualificações e Inclusão), com enquadramento legal na Portaria n.º 66/2002 de 1 de fevereiro – Regulamenta as formações modulares certificadas previstas na alínea f) do n.º 1 do artigo 9.º do Decreto-Lei n.º 396/2007, de 31 de dezembro.
Objetivos Gerais
Capacitar os participantes com conhecimentos, competências e atitudes para aplicação do modo de produção integrado na componente vegetal e animal.
Objetivos Específicos
- Identificar os objetivos e princípios da Proteção Integrada (PI)e do Modo de Produção Integrado (MPI) - componente vegetal e animal - Conhecer a legislação específica de enquadramento e regulamentação da PI e do MPI - Identificar as normas de utilização sustentável de produtos fitofarmacêuticos (PF) - Reconhecer as componentes de PI - Reconhecer as técnicas de MPI e as operações de produção para componente vegetal e animal - Interpretar os registos de um caderno de campo com vista à tomada de decisão
Conteúdo Programático
UFCD 6289 - Proteção integrada e produção integrada: I.1 Proteção Integrada (PI) e modo de produção integrado (MPI) - Evolução da proteção das plantas - Definição, objetivos e princípios de PI - Definição, objetivos e princípios de MPI - componente vegetal e animal - Prática de PI e MPI em Portugal - componente vegetal e animal I.2 Legislação específica - Enquadramento legal da PI e de MPI - Caderno de campo e outros registos em MPI - Plano de exploração - Controlo e certificação I.3 Aplicação de produtos fitofarmacêuticos (PF) - Enquadramento legal relativo aos PF - PF - definição, classificação, toxicidade e ecotoxicidade, produtos autorizados em PI - Máquinas de aplicação - tipos, características e seleção - Equipamento de proteção individual - Técnicas de aplicação de PF - Cálculo da quantidade de produto a aplicar - Redução dos riscos para o consumidor, para o ambiente, para as espécies e os organismos não visados e para o aplicador, na aplicação, manuseamento e armazenamento de PF I.4 Proteção Integrada - Meios de luta disponíveis - luta cultural, biológica, genética, biotécnica e química (inseticidas, acaricidas, fungicidas e outros) - Fauna auxiliar - Bioecologia dos grupos mais importantes, Métodos de quantificação e utilização de auxiliares; Efeitos secundários dos PF; Medidas de fomento da biodiversidade - Registos no Caderno de Campo em PI I.5 Técnicas de MPI da componente vegetal - Plano de exploração - diagnóstico e estratégia de produção - Conservação do solo - trabalho mecânico, processo de mobilização, épocas, drenagem - Conservação da fertilidade do solo, ciclo de nutrientes e nutrição das culturas - Conservação da água - dinâmica da água no solo, necessidades em água, métodos de rega, qualidade da água - Colheita de amostras para análise - terra, plantas, água de rega, efluentes da pecuária, outros corretivos orgânicos e lamas de depuração - Estratégia de fertilização - fertilizantes e quantidades a aplicar, época e forma de aplicação - Rotações, sucessões, afolhamentos e seleção de culturas - Sementeira - época, seleção de variedades, preparação da semente, preparação da cama, densidade, profundidade e compasso - Proteção integrada o - Inimigos das culturas - pragas doenças e infestantes o - Estimativa de risco (ER) e níveis económicos de ataque (NEA) o - Meios de luta a utilizar diretos e indiretos o - Luta química - PF permitidos em PI (critérios adotados na seleção de PF e substâncias ativas e respetivos produtos comerciais permitidos). o - Efeitos secundários das substâncias ativas e dos respetivos PF o - Guia de proteção integrada das culturas o - Máquinas de aplicação de PF - Inspeção e calibração o - Operações de proteção das culturas - culturais, biológicas, biotécnicas e químicas. I.6 Técnicas de MPI da componente animal - Maneio alimentar e dos animais - Maneio reprodutivo - Maneio higio-sanitário - Maneio produtivo - Proteção e bem-estar animal - Gestão de efluentes pecuários I.7 Colheita, armazenamento e conservação de produtos de origem vegetal - Determinação da época e do momento de colheita - Máquinas e operações de colheita - Boas práticas de segurança, higiene e saúde no trabalho I.8 Controlo e certificação de produtos de origem vegetal e animal - Controlo e certificação de produtos - Produção de qualidade e segurança alimentar I.9 Caderno de campo - Interpretação dos registos – tomada de decisão Avaliação - Avaliação de conhecimentos - Avaliação de reação
Metodologia
Ativa, centrada no participante, baseada na experiência e participação dos formandos. Utilização dos recursos multimédia de modo a facilitar a aprendizagem e a relação formando/formador. A ação está organizada no regime e-learning. Os conteúdos deverão estar distribuídos na forma digital para todas as sessões síncronas e assíncronas e utilizando plataforma eletrónica adequada. As sessões à distância desenvolvem-se através de sessões síncronas e assíncronas. As sessões síncronas, no total de 29 horas, são realizadas em tempo real, sendo calendarizadas quanto a data e horário. As sessões assíncronas, num total de 21 horas, são as que ocorrem em tempo não real, em que os formandos trabalham autonomamente, acedendo a recursos e materiais formativos disponibilizados na plataforma de aprendizagem online. Estas sessões são calendarizadas quanto à data, sendo o horário da responsabilidade do formando. A "Avaliação Final e encerramento da ação" têm a duração de 1 hora e realizam-se à distância em sessão síncrona.
Avaliação
1- Tipos de avaliação: 1.1 - Avaliação de reação - a efetuar no final da ação de formação 2.1 - Avaliação de conhecimentos: Formativa: a efetuar ao longo da ação de formação, módulo a módulo. O sistema de avaliação deverá prever avaliações parciais módulo a módulo e ainda a autoavaliação por parte dos utilizadores em formação, possibilitando verificar e testar os conhecimentos e permitir a sua progressão ao longo da formação. Sumativa: Realizar no dinal da ação, consistindo numa prova teórica, tipo teste individual a insidir sobre os conteúdos de todos os módulos. 2- Instrumentos de avaliação de conhecimentos 2.1 - Fichas 2.2 - Trabalhos individuais 2.3 - Trabalhos em grupo 2.4 - Debates 3- Critérios de avaliação de conhecimentos 3.1 - Considera-se que um formando tem "aproveitamento" na ação de formação quando obtém na prova teórica uma classificação igual ou superior a 10 valores ". A prova teórica é classificada com base numa escala de 0 a 20 valores.
Certificação
Confere Certificado de Qualificações, emitido pelo Sistema de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa (SIGO) do Ministério da Educação, conforme Portaria nº 474/2010, de 8 de Julho, com enquadramento legal no Sistema Nacional de Qualificações - Decreto-Lei nº 396/2007, homologado pela DRAPN.
Recursos e Materiais
- Computadores adequados, acesso à Internet em banda larga e conta de correio eletrónica ativa - Suporte Tecnológico a usar para a vertente online (plataforma de aprendizagem) - Software adequado ao desenvolvimentos das sessões a distância - Material didático-pedagógico adequado à aprendizagem ( textos, imagens videos...)
Sessões e Ações de Formação

Enquadramento

Homologação: Legislação Especifica: Despacho 899/2015 de 29 de janeiro; Regulamento Especifico 6 (RE6)

A ação integra-se na Tipologia da Operação 4030 – Formações Modulares Certificadas, Prioridade 4C – Mais e melhor (re)qualificação de adultos para crescer, do PESSOAS 2030 (Programa Temático Demografia, Qualificações e Inclusão), com enquadramento legal na Portaria n.º 66/2002 de 1 de fevereiro – Regulamenta as formações modulares certificadas previstas na alínea f) do n.º 1 do artigo 9.º do Decreto-Lei n.º 396/2007, de 31 de dezembro.

Objetivos

Capacitar os participantes com conhecimentos, competências e atitudes para aplicação do modo de produção integrado na componente vegetal e animal.

Objetivos Específicos

– Identificar os objetivos e princípios da Proteção Integrada (PI)e do Modo de Produção Integrado (MPI) – componente vegetal e animal
– Conhecer a legislação específica de enquadramento e regulamentação da PI e do MPI
– Identificar as normas de utilização sustentável de produtos fitofarmacêuticos (PF)
– Reconhecer as componentes de PI
– Reconhecer as técnicas de MPI e as operações de produção para componente vegetal e animal
– Interpretar os registos de um caderno de campo com vista à tomada de decisão

Conteúdo Programático

UFCD 6289 – Proteção integrada e produção integrada:

I.1 Proteção Integrada (PI) e modo de produção integrado (MPI)
– Evolução da proteção das plantas
– Definição, objetivos e princípios de PI
– Definição, objetivos e princípios de MPI – componente vegetal e animal
– Prática de PI e MPI em Portugal – componente vegetal e animal

I.2 Legislação específica
– Enquadramento legal da PI e de MPI
– Caderno de campo e outros registos em MPI
– Plano de exploração
– Controlo e certificação
I.3 Aplicação de produtos fitofarmacêuticos (PF)

– Enquadramento legal relativo aos PF
– PF – definição, classificação, toxicidade e ecotoxicidade, produtos autorizados em PI
– Máquinas de aplicação – tipos, características e seleção
– Equipamento de proteção individual
– Técnicas de aplicação de PF
– Cálculo da quantidade de produto a aplicar
– Redução dos riscos para o consumidor, para o ambiente, para as espécies e os organismos não visados e para o aplicador, na aplicação, manuseamento e armazenamento de PF

I.4 Proteção Integrada
– Meios de luta disponíveis – luta cultural, biológica, genética, biotécnica e química (inseticidas, acaricidas, fungicidas e outros)
– Fauna auxiliar – Bioecologia dos grupos mais importantes, Métodos de quantificação e utilização de auxiliares; Efeitos secundários dos PF; Medidas de fomento da biodiversidade
– Registos no Caderno de Campo em PI

I.5 Técnicas de MPI da componente vegetal
– Plano de exploração – diagnóstico e estratégia de produção
– Conservação do solo – trabalho mecânico, processo de mobilização, épocas, drenagem
– Conservação da fertilidade do solo, ciclo de nutrientes e nutrição das culturas
– Conservação da água – dinâmica da água no solo, necessidades em água, métodos de rega, qualidade da água
– Colheita de amostras para análise – terra, plantas, água de rega, efluentes da pecuária, outros corretivos orgânicos e lamas de depuração
– Estratégia de fertilização – fertilizantes e quantidades a aplicar, época e forma de aplicação
– Rotações, sucessões, afolhamentos e seleção de culturas
– Sementeira – época, seleção de variedades, preparação da semente, preparação da cama, densidade, profundidade e compasso
– Proteção integrada
o – Inimigos das culturas – pragas doenças e infestantes
o – Estimativa de risco (ER) e níveis económicos de ataque (NEA)
o – Meios de luta a utilizar diretos e indiretos
o – Luta química – PF permitidos em PI (critérios adotados na seleção de PF e substâncias ativas e respetivos produtos comerciais permitidos).
o – Efeitos secundários das substâncias ativas e dos respetivos PF
o – Guia de proteção integrada das culturas
o – Máquinas de aplicação de PF – Inspeção e calibração
o – Operações de proteção das culturas – culturais, biológicas, biotécnicas e químicas.

I.6 Técnicas de MPI da componente animal
– Maneio alimentar e dos animais
– Maneio reprodutivo
– Maneio higio-sanitário
– Maneio produtivo
– Proteção e bem-estar animal
– Gestão de efluentes pecuários

I.7 Colheita, armazenamento e conservação de produtos de origem vegetal
– Determinação da época e do momento de colheita
– Máquinas e operações de colheita
– Boas práticas de segurança, higiene e saúde no trabalho

I.8 Controlo e certificação de produtos de origem vegetal e animal
– Controlo e certificação de produtos
– Produção de qualidade e segurança alimentar

I.9 Caderno de campo
– Interpretação dos registos – tomada de decisão

Avaliação
– Avaliação de conhecimentos
– Avaliação de reação

Metodologia

Ativa, centrada no participante, baseada na experiência e participação dos formandos. Utilização dos recursos multimédia de modo a facilitar a aprendizagem e a relação formando/formador.

A ação está organizada no regime e-learning.
Os conteúdos deverão estar distribuídos na forma digital para todas as sessões síncronas e assíncronas e utilizando plataforma eletrónica adequada.
As sessões à distância desenvolvem-se através de sessões síncronas e assíncronas.
As sessões síncronas, no total de 29 horas, são realizadas em tempo real, sendo calendarizadas quanto a data e horário.
As sessões assíncronas, num total de 21 horas, são as que ocorrem em tempo não real, em que os formandos trabalham autonomamente, acedendo a recursos e materiais formativos disponibilizados na plataforma de aprendizagem online. Estas sessões são calendarizadas quanto à data, sendo o horário da responsabilidade do formando.
A “Avaliação Final e encerramento da ação” têm a duração de 1 hora e realizam-se à distância em sessão síncrona.

Certificação

Confere Certificado de Qualificações, emitido pelo Sistema de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa (SIGO) do Ministério da Educação, conforme Portaria nº 474/2010, de 8 de Julho, com enquadramento legal no Sistema Nacional de Qualificações – Decreto-Lei nº 396/2007, homologado pela DRAPN.

Duração: 50 horasModalidade: Outras formações modulares inseridas no Catálogo Nacional de Qualificações, no quadro da formação continuaOrganização:

Sessões Disponíveis

04/05/2026 – 15/06/2026 | http://elearning.consultua.pt/, Online, Nacional | Misto
Início: 04/05/2026Fim: 15/06/2026Local: http://elearning.consultua.pt/, Online, NacionalRegime: MistoDuração: 42 hVagas: 20

Homologado pela CCDRNORTE | ONLINE | Pós laboral

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