Projeto de sistema solar fotovoltaico – seleção e dimensionamento – UFCD 4589
Objetivos Definir o projeto a desenvolver e objetivos. Organizar o processo de um projeto, definindo a estrutura documental, de acordo […]
Objetivos Definir o projeto a desenvolver e objetivos. Organizar o processo de um projeto, definindo a estrutura documental, de acordo […]
Objetivos Definir o projeto a desenvolver e objetivos. Organizar o processo de um projeto, definindo a estrutura documental, de acordo
Objetivos Identificar a legislação aplicável às ITED. Caracterizar as ITED. Identificar a simbologia utilizada. Identificar materiais, dispositivos e equipamentos. Distinguir
Objetivos Identificar e caracterizar um sistema solar fotovoltaico. Identificar a constituição de um sistema solar fotovoltaico e a função de
Objetivos Definir o projeto a desenvolver e objetivos. Organizar o processo de um projeto, definindo a estrutura documental, de acordo
1 Informações de carácter geral sobre as ITUR públicas e privadas
1.1. Objetivos das ITUR
1.2. Contexto regulamentar e normativo das ITUR
1.3. Arquitetura de rede e fronteiras
2. Dispositivos e materiais ITUR
2.1. Regulamento dos Produtos de Construção (RPC)
2.2. Tubagem
2.3. Cablagem (ITUR Privadas)
3. Projeto ITUR
3.1. Condicionantes, documentação geral e procedimentos administrativos
3.2. Projeto da rede tubagens
3.3. Projeto das redes de cabos
3.4. ITUR de grande dimensão – utilização de sub-repartidores
3.5. Elaboração e preenchimento de documentação técnica para projeto ITUR e termo de responsabilidade
3.6. Ligação à Terra
4. Redes de Distribuição HFC
4.1. Princípios gerais das redes HFC
4.2. Dispositivos ativos e passivos
4.3. Dimensionamento de cabeças de rede S/MATV
5. Redes de Acesso xPON
5.1. Arquitetura
5.2. Princípios de funcionamento
5.3. Dispositivos ativos e passivos
5.4. Dimensionamento de redes de distribuição xPON
6. Instalação
6.1. Condições de estabelecimento das obras nomeadamente de sinalização e segurança
6.2. Rede de tubagem – agrupamento, CV, valas, pedestais, etc.
6.3. Rede de cablagem – pares de cobre, coaxiais, e fibra ótica
6.4. Ligação à Terra
6.5. Segurança e saúde
7. Caso Prático – Elaboração de projeto ITUR privada de grande dimensão [Trabalho Autónomo]
8. Ensaios da rede de tubagens e das redes de cablagem
9. Procedimento de Avaliação das ITUR
10. Avaliação final
1. Introdução
2. Enquadramento jurídico e normativo das ITED 2.1. Obrigações do projetista ITED
2.2. Enquadramento jurídico das ITED
2.3. Normalização Europeia
2.4. Arquitetura das ITED e classificação do tipo de edifícios
2.5. Tipos de projeto ITED: edifícios novos, construídos, classificados, adaptação a uma tecnologia
2.6. Regulamento dos Produtos de Construção (RPC)
3. Partes constituintes de uma rede ITED – Materiais, equipamentos (constituição e características)
3.1. Cabos de pares de cobre e respetiva conetorização
3.2. Cabos coaxiais e respetiva conetorização. Dispositivos de redes coaxiais
3.3. Cabos de fibra ótica e respetiva conetorização
3.4. Tubagem da rede coletiva e individual
4. Classificações ambientais – Regras MICE
4.1. Caraterização do local de instalação
4.2. Escolha dos materiais adequados ao local
5. Dimensionamento das redes de cabos e tubagem
5.1. Regras gerais de projeto ITED
– 5.2. Rede coletiva e individual de pares de cobre – dimensionamento – Transmissão digital em pares de cobre – princípios e constrangimentos
– – Elementos passivos e ativos de uma instalação xTP
– – Tipos e unidades de medida. Ensaios para cabos xTP
– – Particularidades de redes residenciais e de redes empresariais. Exemplos práticos
– 5.3. Rede coletiva (CATV, MATV e SMATV) e individual de cabos coaxiais – dimensionamento – Sinal de TV, espectro de RF e unidades de medida
– – Tecnologias de difusão digital – DVB-T, DVB-S e DVB-C
– – Sistemas de CATV. Sistemas do tipo A (MATV – Radiodifusão Terrestre). Televisão Digital Terrestre
– – Sistemas do tipo B (SMATV – Radiodifusão Satélite). Televisão Digital Terrestre
– – Sistemas individuais e coletivos de antenas. Amplificação e processamento
– – Tipos de ensaios para cabos coaxiais
– 5.4. Rede coletiva e individual de FO – dimensionamento – Princípios de transmissão em FO
– – Características dos diferentes componentes utilizados em sistemas de comunicação ótica (fontes de luz, divisores óticos, acopladores e conectores)
– – Principais tecnologias de comunicação ótica em redes de acesso do tipo FTTx
– ??Projeto de redes de acesso em FO
– – Testes e ensaios em sistemas de comunicação ótica
– – Adaptação de edifícios já existente à FO
– 5.5. Dimensionamento de redes de S/MATV suportado em rede HFC – Princípio de funcionamento de redes HFC
– – Dimensionamento de redes HFC
– 5.6. Rede coletiva e individual de tubagens -dimensionamento
5.7. Edifícios de dois ou mais fogos com entradas independentes
– 5.8. Ligações à rede pública. Condutas de acesso em zonas de traçado aéreo e em fachada
– 5.9. Proteções e ligações de terra
6. Desenvolvimento do projeto ITED
– 6.1. Elaboração de memória descritiva e justificativa
– 6.2. Execução de lista de materiais, plano de trabalhos e orçamento
– 6.3. Elaboração e preenchimento de documentação técnica para projeto ITED e termo de responsabilidade
– 6.4. Tramitação do projeto – requisitos legais para a constituição de um projeto ITED
6. Caso prático – Elaboração de um projeto ITED de uma moradia [Trabalho Autónomo]
7. Caso prático – Elaboração de um projeto ITED de um edifício misto, com 2 ou mais fogos [Trabalho Autónomo]
8. Instalação
– 8.1. Dispositivos (armários, caixas, conectores, etc)
– 8.2. Rede de tubagem
– 8.3. Rede de cabos e repartidores
– 8.4. Documentação obrigatória
– 8.5. Segurança e saúde
– 9.1. Realização de ensaios em redes de PC, CC e FO em laboratório
9. Ensaios em PC, CC e FO
10. Procedimento de A
– Atualização de Conceitos Básicos, evolução normativa e regulamentar
– Tecnologia das Redes de Gás: Aspetos relativos à atualização de Tipologias, equipamentos e acessórios
– Tecnologia das Redes de Gás: Novas soluções de instalação e conservação
– Polietileno: Os materiais plásticos, soldadura equipamento solar
– Cobre: Cobre e ligas de cobre, soldadura oxigás, brasagem
– Visitas e/ou sessões técnicas
(*) Nos termos previstos na Lei n.º 15/2015, de 16 de fevereiro, aguarda-se a publicação de regulamentação que estabelecerá as unidades de formação de curta duração na área do gás, podendo vir a ser exigida nos termos previstos no Art. 40º, a frequência de mais alguns conteúdos pelo que nesse caso, o CATIM compromete-se a informar o formando dessa(s) alteração(ões).
– Atualização de Conceitos Básicos, evolução normativa e regulamentar
– Tecnologia das Redes de Gás: Aspetos relativos à atualização de Tipologias, equipamentos e acessórios
– Tecnologia das Redes de Gás: Novas soluções de instalação e conservação
– Polietileno: Os materiais plásticos, soldadura equipamento solar
– Cobre: Cobre e ligas de cobre, soldadura oxigás, brasagem
– Visitas e/ou sessões técnicas
(*) Nos termos previstos na Lei n.º 15/2015, de 16 de fevereiro, aguarda-se a publicação de regulamentação que estabelecerá as unidades de formação de curta duração na área do gás, podendo vir a ser exigida nos termos previstos no Art. 40º, a frequência de mais alguns conteúdos pelo que nesse caso, o CATIM compromete-se a informar o formando dessa(s) alteração(ões).
– Atualização de Conceitos Básicos, evolução normativa e regulamentar
– Tecnologia das Redes de Gás – Aspetos relativos à atualização de Tipologias, equipamentos e acessórios
– Dispositivos das Redes de Gás
– Gasodutos
– Redes de Distribuição
– Instalações de Gás em Edifícios
– Tecnologia das Redes de Gás – Novas soluções de instalação e conservação
– Soldadura de Cobre e PE – Atualização de conhecimentos
– Visitas e Sessões Técnicas
(*) Nos termos previstos na Lei n.º 15/2015, de 16 fevereiro, aguarda-se a publicação de regulamentação que estabelecerá as unidades de formação de curta duração na área do gás, podendo vir a ser exigida nos termos previstos no Art. 40º, a frequência de mais alguns conteúdos pelo que nesse caso, o CATIM compromete-se a informar o formando dessa(s) alteração(ções).