Prevenção do Suicídio

Outras acções de formação contínua não inseridas no Catálogo Nacional de Qualificações
Enquadramento
Quando ouvimos falar de suicídio muitos de nós tendemos a julgar e a não compreender como é que alguém consegue atentar contra a própria vida, e fazer mal a si própria. Sempre que tomamos conhecimento de casos de suicídio, ou tentativa questionamo-nos porque é que essa pessoa o fez. Na verdade, o suicídio é um assunto muito complexo, em todos os seus aspetos, é considerado atualmente um problema de saúde pública, e com consequências muito graves. É muito importante uma maior abertura e proximidade, estar mais atento ao outro, para podermos tomar medidas adequadas e evitar que mais pessoas se suicidem. Na realidade quem tenta o suicídio, não quer acabar com a vida, e sim modificar no seu contexto ou em si mesmos algo que lhes causa sofrimento. Quando as palavras se tornam insuficientes para comunicar, pedir ajuda, gritar, os comportamentos encarregam-se disso. Nesta formação vamos conhecer para prevenir.
Objetivos Gerais
O objetivo geral desta formação é conhecer o suicídio, incluindo os seus fatores de risco, e os fatores protetores, aprender a reconhecer os sinais de alarme, e aprender um conjunto de atitudes que se devem ter, e não se devem ter, quando confrontados com alguém que apresenta diferentes graus de risco de cometer suicídio. É essencial conhecer para prevenir.
Objetivos Específicos
• Construir, por palavras suas, uma definição de suicídio. • Indicar os dados estatísticos relativos ao suicídio, refletindo sobre os mesmos, quanto às possíveis causas que possam estar na sua origem. • Descrever as diferentes abordagens do suicídio. • Identificar a diferença entre: ideação suicida, tentativa de suicídio, suicídio. • Listar os fatores de risco de suicídio. • Listar os fatores protetores que evitam para a diminuição do risco de suicídio. • Identificar situações de risco de suicídio. • Conhecer outras patologias psicológicas associadas ao suicídio. • Identificar as generalidades e os principais sintomas de outras perturbações psicológicas associadas ao suicídio. • Reconhecer os sinais de alarme. • Aprender como ajudar a pessoa em risco de suicídio: estratégias de comunicação (como comunicar, e o que não dizer); como abordar a pessoa, para ajudar a pessoa sob risco de suicídio. • Aprender a reconhecer as mensagens diretas e indiretas da pessoa que ameaça suicídio, para identificar o grau de risco e atuar a tempo. • Reconhecer a importância da prevenção do suicídio. • Reconhecer a importância da família, da escola e do médico de família para prevenção do suicídio. • Caracterizar o papel do humanismo nos diferentes contextos. • Listar as principais características do humanismo. • Enumerar as atitudes que se deve ter, com a pessoa que ameaça suicidar-se, de acordo com a Teoria Humanista. • Identificar as situações familiares que podem aumentar o risco de suicídio. • Descrever o impacto que o suicídio tem numa família. • Listar comportamentos e medidas adequadas ao estabelecimento de uma boa relação pedagógica para prevenir o suicídio. • Conhecer o papel do psicólogo na prevenção e acompanhamento da pessoa em risco de suicídio. • Listar as atitudes do psicólogo em relação ao doente suicida. • Descrever o que observar. • Aprender o que perguntar. • Aprender o que avaliar. • Conhecer o contexto de acompanhamento psicológico à pessoa em risco de suicídio. • Conhecer que tipos de acompanhamentos o psicólogo pode oferecer. • Conhecer os tratamentos que a psicologia proporciona para minimizar o risco de suicídio. • Conhecer o que o psicólogo pode fazer para prevenir o suicídio.
Conteúdo Programático
Módulo I - O que é o Suicídio? Definições do Conceito de Suicídio Dados Estatísticos Módulo II - Abordagens Teóricas do Suicídio Abordagem Sociológica do Suicídio Abordagem Psicanalítica do Suicídio Abordagem Fenomenológica do Suicídio Abordagem Comportamental do Suicídio Abordagem Cognitivista do Suicídio Módulo III - Ideação Suicida, Tentativas de Suicídio, Comportamentos Suicidas e Formas de Suicídio Definição de Conceitos Definição de Comportamento Definição do Conceito de Comportar Definição do Conceito de Suicida Definição do Conceito de Suicidar-se Definição do Conceito de Suicídio Definição do Conceito de Ideação Definição do Conceito de Intenção Definição de Tentativa Definição de Mutilação Adolescência e tentativas, ideação suicida, automutilação e suicídio Diferença e semelhança entre ideação suicida, e intenção suicida Fatores de Risco para Ideação Suicida Parasuicidio, Tentativa de Suicídio, Automutilação e Suicídio: razões Objetivos dos Comportamentos de Automutilação Fatores de Risco para Comportamentos de Automutilação na Adolescência Métodos mais utilizados para Parasuicidio, Tentativas de Suicídio, Automutilações e Suicídio Módulo IV - Fatores de Risco e Fatores Protetores Definição dos Conceitos Fatores de Risco e Fatores de Proteção Módulo V - Suicídio e outras Patologias Associadas ou Desencadeadoras Prevalências e incidências Definição de Esquizofrenia Subtipos de Esquizofrenia e Características Gerais Perturbações e Características Associadas Perturbações Psicóticas que Podem ser Factores de Risco para Suicídio Perturbação Depressiva Major: Evolução, Padrão Familiar, Episódio Depressivo Major Perturbação Distímica Perturbações Bipolares: Perturbação Bipolar 1, Perturbação Bipolar 2 (Episódios depressivos major recorrentes com episódios hipomaníacos) Perturbação Ciclotímica Outras Perturbações de Humor Abuso de Substâncias Módulo VI - Sinais de Alarme Quem é o Suicida? Será que a Pessoa Quer Sempre Suicidar-se na Realidade? Como Podemos Perceber se Alguém está a pedir ajuda, ou ameaça Suicídio? Frases às Quais Devemos estar Atentos Atenção O que Estimula a Ideação, Tentativa ou Atos Suicidas? Módulo VII - Prevenção e Intervenção Definição do Conceito de Prevenção Tipos de Prevenção Ideias Sobre o Suicídio que Levam ao Erro e a Condutas que Não Ajudam a Pessoa em Sofrimento Definição do Conceito de Atitudes Como Ajudar a Pessoa sob Risco de Suicídio? O que Não Deve Fazer perante uma Pessoa em Risco de Suicídio O que Perguntar? Como obter esses recursos? O que os professores podem fazer? O que está a ser feito nas escolas? Módulo VIII - Relações Humanas, Atitudes e Suicídio A Relação Pedagógica, Atitudes do Professor e Suicídio Que Atitudes podem Favorecer o Clima Afetivo Escolar, e que permitem o Estabelecimento de uma Boa Relação entre Professores e Alunos? A Relação Médico-Doente e Enfermeiros, Atitudes do Médico e Suicídio A Relação Psicólogo-Paciente Acompanhamento e Intervenção Psicológica O Psicólogo e a Prevenção do Suicídio
Metodologia
O curso foi concebido e organizado para se desenvolver à distância, através de autoaprendizagem e de sessões online, com recurso a uma plataforma de e-learning. O curso em questão encontra-se dividido por módulos e está de acordo com as especificações e os standards de e-learning. Além disso, estará sempre disponível, podendo o formando aceder aos seus conteúdos a qualquer hora e em qualquer lugar, de acordo com a sua disponibilidade, não necessitando, por isso, de interromper o seu horário de trabalho normal. Os módulos do curso são disponibilizados, na sua totalidade, na plataforma e-learning Webstudy. Ao formando é, assim, possível frequentar o curso desde o dia em que tem início até ao último dia de formação. O uso de soluções tecnológicas de e-learning permite que a formação se faça em: • Formação Síncrona (sessões online) através do chat, que se encontra na plataforma e-learning Webstudy. Esta modalidade tem a vantagem de se poderem realizar sessões em tempo real, seja qual for o local em que o formando se encontre no momento. Nestas sessões o formando poderá formular todas as questões e esclarecer quaisquer dúvidas com o seu formador e, também, se achar útil, realizar uma aprendizagem colaborativa em grupo, trocando informações e fazendo trabalhos de grupo com outros formandos. • Formação Assíncrona através de e-mail, telefone, fóruns e trabalhos/testes. Esta modalidade facilita ao formando estudar quando e sempre que quer ou precisa, quer esteja no seu local de trabalho ou em sua casa, sem necessidade de se deslocar. O formando fará uma aprendizagem individual através de textos, baterias de exercícios práticos e estudo de casos, podendo, caso necessite, formular questões ao formador (seja por e-mail ou via telefone) e obter o respetivo feedback num curto espaço de tempo.
Avaliação
A avaliação do processo de formação baseia-se em três vertentes: avaliação diagnóstica (aquando do início do curso), avaliação formativa/contínua (durante o curso) e a avaliação sumativa (no final de cada módulo e/ou do curso). A classificação final no curso resultará da média ponderada, numa escala de 20 pontos ou percentual (0 a 100%), das classificações parcelares tendo em conta os seguintes critérios e ponderações: TF (Média simples dos testes finais relativos a cada módulo do curso e/ou trabalho final): 80%. PS (Participação e contribuição individuais nas sessões síncronas e fóruns de discussão): 10%. AS (Assiduidade nas sessões síncronas): 10%.
Certificação
Todos os formandos que atingirem os objetivos pedagógicos definidos para o curso que frequentaram, obterão um Certificado de Formação Profissional que será emitido através da Plataforma SIGO (GEPE – Ministério da Educação), tal como previsto na Portaria nº 474/2010, de 8 de Julho. O Certificado será, posteriormente, enviado pelos CTT – Correios de Portugal, num prazo máximo de 30 dias úteis, após lançamento da nota do curso na pauta de avaliação final.
Recursos e Materiais
• Conteúdos disponíveis em PDF • Conteúdos disponíveis em Word • Conteúdos disponíveis em Excel • Conteúdos disponíveis em Access • Conteúdos disponíveis em PowerPoint • Edição disponível em HTML • Testes de Avaliação interativos • Upload de documentos • Download de documentos • Diário de Bordo para anotações • Últimas Notícias • Documentos e atividades recentes • Envio de mensagens aos Formadores e Formandos • Atualização de perfil • Chat • Fórum de discussão • Glossários para consulta de termos e expressões • Wikis para desenvolvimento de conteúdos colaborativos • Objetos de aprendizagem complementares • Formador especializado disponível • Ferramentas de apoio ao Formador para avaliação da aprendizagem • Realização de trabalhos de grupo e individuais • Pesquisa interna • Conteúdos disponíveis para impressão • Login seguro • Envio de Certificado de Formação por correio
Sessões e Ações de Formação

Enquadramento

Quando ouvimos falar de suicídio muitos de nós tendemos a julgar e a não compreender como é que alguém consegue atentar contra a própria vida, e fazer mal a si própria. Sempre que tomamos conhecimento de casos de suicídio, ou tentativa questionamo-nos porque é que essa pessoa o fez.
Na verdade, o suicídio é um assunto muito complexo, em todos os seus aspetos, é considerado atualmente um problema de saúde pública, e com consequências muito graves. É muito importante uma maior abertura e proximidade, estar mais atento ao outro, para podermos tomar medidas adequadas e evitar que mais pessoas se suicidem. Na realidade quem tenta o suicídio, não quer acabar com a vida, e sim modificar no seu contexto ou em si mesmos algo que lhes causa sofrimento. Quando as palavras se tornam insuficientes para comunicar, pedir ajuda, gritar, os comportamentos encarregam-se disso.
Nesta formação vamos conhecer para prevenir.

Objetivos

O objetivo geral desta formação é conhecer o suicídio, incluindo os seus fatores de risco, e os fatores protetores, aprender a reconhecer os sinais de alarme, e aprender um conjunto de atitudes que se devem ter, e não se devem ter, quando confrontados com alguém que apresenta diferentes graus de risco de cometer suicídio.
É essencial conhecer para prevenir.

Objetivos Específicos

• Construir, por palavras suas, uma definição de suicídio.
• Indicar os dados estatísticos relativos ao suicídio, refletindo sobre os mesmos, quanto às possíveis causas que possam estar na sua origem.
• Descrever as diferentes abordagens do suicídio.
• Identificar a diferença entre: ideação suicida, tentativa de suicídio, suicídio.
• Listar os fatores de risco de suicídio.
• Listar os fatores protetores que evitam para a diminuição do risco de suicídio.
• Identificar situações de risco de suicídio.
• Conhecer outras patologias psicológicas associadas ao suicídio.
• Identificar as generalidades e os principais sintomas de outras perturbações psicológicas associadas ao suicídio.
• Reconhecer os sinais de alarme.
• Aprender como ajudar a pessoa em risco de suicídio: estratégias de comunicação (como comunicar, e o que não dizer); como abordar a pessoa, para ajudar a pessoa sob risco de suicídio.
• Aprender a reconhecer as mensagens diretas e indiretas da pessoa que ameaça suicídio, para identificar o grau de risco e atuar a tempo.
• Reconhecer a importância da prevenção do suicídio.
• Reconhecer a importância da família, da escola e do médico de família para prevenção do suicídio.
• Caracterizar o papel do humanismo nos diferentes contextos.
• Listar as principais características do humanismo.
• Enumerar as atitudes que se deve ter, com a pessoa que ameaça suicidar-se, de acordo com a Teoria Humanista.
• Identificar as situações familiares que podem aumentar o risco de suicídio.
• Descrever o impacto que o suicídio tem numa família.
• Listar comportamentos e medidas adequadas ao estabelecimento de uma boa relação pedagógica para prevenir o suicídio.
• Conhecer o papel do psicólogo na prevenção e acompanhamento da pessoa em risco de suicídio.
• Listar as atitudes do psicólogo em relação ao doente suicida.
• Descrever o que observar.
• Aprender o que perguntar.
• Aprender o que avaliar.
• Conhecer o contexto de acompanhamento psicológico à pessoa em risco de suicídio.
• Conhecer que tipos de acompanhamentos o psicólogo pode oferecer.
• Conhecer os tratamentos que a psicologia proporciona para minimizar o risco de suicídio.
• Conhecer o que o psicólogo pode fazer para prevenir o suicídio.

Conteúdo Programático

Módulo I – O que é o Suicídio?
Definições do Conceito de Suicídio
Dados Estatísticos

Módulo II – Abordagens Teóricas do Suicídio
Abordagem Sociológica do Suicídio
Abordagem Psicanalítica do Suicídio
Abordagem Fenomenológica do Suicídio
Abordagem Comportamental do Suicídio
Abordagem Cognitivista do Suicídio

Módulo III – Ideação Suicida, Tentativas de Suicídio, Comportamentos Suicidas e Formas de Suicídio
Definição de Conceitos
Definição de Comportamento
Definição do Conceito de Comportar
Definição do Conceito de Suicida
Definição do Conceito de Suicidar-se
Definição do Conceito de Suicídio
Definição do Conceito de Ideação
Definição do Conceito de Intenção
Definição de Tentativa
Definição de Mutilação
Adolescência e tentativas, ideação suicida, automutilação e suicídio
Diferença e semelhança entre ideação suicida, e intenção suicida
Fatores de Risco para Ideação Suicida
Parasuicidio, Tentativa de Suicídio, Automutilação e Suicídio: razões
Objetivos dos Comportamentos de Automutilação
Fatores de Risco para Comportamentos de Automutilação na Adolescência
Métodos mais utilizados para Parasuicidio, Tentativas de Suicídio, Automutilações e Suicídio

Módulo IV – Fatores de Risco e Fatores Protetores
Definição dos Conceitos
Fatores de Risco e Fatores de Proteção

Módulo V – Suicídio e outras Patologias Associadas ou Desencadeadoras
Prevalências e incidências
Definição de Esquizofrenia
Subtipos de Esquizofrenia e Características Gerais
Perturbações e Características Associadas
Perturbações Psicóticas que Podem ser Factores de Risco para Suicídio
Perturbação Depressiva Major: Evolução, Padrão Familiar, Episódio Depressivo Major
Perturbação Distímica
Perturbações Bipolares: Perturbação Bipolar 1, Perturbação Bipolar 2 (Episódios depressivos major recorrentes com episódios hipomaníacos)
Perturbação Ciclotímica
Outras Perturbações de Humor
Abuso de Substâncias

Módulo VI – Sinais de Alarme
Quem é o Suicida?
Será que a Pessoa Quer Sempre Suicidar-se na Realidade?
Como Podemos Perceber se Alguém está a pedir ajuda, ou ameaça Suicídio?
Frases às Quais Devemos estar Atentos
Atenção
O que Estimula a Ideação, Tentativa ou Atos Suicidas?

Módulo VII – Prevenção e Intervenção
Definição do Conceito de Prevenção
Tipos de Prevenção
Ideias Sobre o Suicídio que Levam ao Erro e a Condutas que Não Ajudam a Pessoa em Sofrimento
Definição do Conceito de Atitudes
Como Ajudar a Pessoa sob Risco de Suicídio?
O que Não Deve Fazer perante uma Pessoa em Risco de Suicídio
O que Perguntar?
Como obter esses recursos?
O que os professores podem fazer?
O que está a ser feito nas escolas?

Módulo VIII – Relações Humanas, Atitudes e Suicídio
A Relação Pedagógica, Atitudes do Professor e Suicídio
Que Atitudes podem Favorecer o Clima Afetivo Escolar, e que permitem o Estabelecimento de uma Boa Relação entre Professores e Alunos?
A Relação Médico-Doente e Enfermeiros, Atitudes do Médico e Suicídio
A Relação Psicólogo-Paciente
Acompanhamento e Intervenção Psicológica
O Psicólogo e a Prevenção do Suicídio

Metodologia

O curso foi concebido e organizado para se desenvolver à distância, através de autoaprendizagem e de sessões online, com recurso a uma plataforma de e-learning.
O curso em questão encontra-se dividido por módulos e está de acordo com as especificações e os standards de e-learning. Além disso, estará sempre disponível, podendo o formando aceder aos seus conteúdos a qualquer hora e em qualquer lugar, de acordo com a sua disponibilidade, não necessitando, por isso, de interromper o seu horário de trabalho normal.
Os módulos do curso são disponibilizados, na sua totalidade, na plataforma e-learning Webstudy. Ao formando é, assim, possível frequentar o curso desde o dia em que tem início até ao último dia de formação.
O uso de soluções tecnológicas de e-learning permite que a formação se faça em:
• Formação Síncrona (sessões online) através do chat, que se encontra na plataforma e-learning Webstudy. Esta modalidade tem a vantagem de se poderem realizar sessões em tempo real, seja qual for o local em que o formando se encontre no momento. Nestas sessões o formando poderá formular todas as questões e esclarecer quaisquer dúvidas com o seu formador e, também, se achar útil, realizar uma aprendizagem colaborativa em grupo, trocando informações e fazendo trabalhos de grupo com outros formandos.
• Formação Assíncrona através de e-mail, telefone, fóruns e trabalhos/testes. Esta modalidade facilita ao formando estudar quando e sempre que quer ou precisa, quer esteja no seu local de trabalho ou em sua casa, sem necessidade de se deslocar. O formando fará uma aprendizagem individual através de textos, baterias de exercícios práticos e estudo de casos, podendo, caso necessite, formular questões ao formador (seja por e-mail ou via telefone) e obter o respetivo feedback num curto espaço de tempo.

Certificação

Todos os formandos que atingirem os objetivos pedagógicos definidos para o curso que frequentaram, obterão um Certificado de Formação Profissional que será emitido através da Plataforma SIGO (GEPE – Ministério da Educação), tal como previsto na Portaria nº 474/2010, de 8 de Julho. O Certificado será, posteriormente, enviado pelos CTT – Correios de Portugal, num prazo máximo de 30 dias úteis, após lançamento da nota do curso na pauta de avaliação final.

Duração: 45 horasNível: Nível 9Modalidade: Outras acções de formação contínua não inseridas no Catálogo Nacional de QualificaçõesOrganização:
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